Gastei vinte anos da minha vida, no amor;
foram os melhores dias da minha vida,
gastando e esbanjando se remorso e sem pena,
em galanteios colhendo beijos e desfolhando
as pétalas das rosas mais lindas, que eu ganhava,
quantos olhos em meus olhos olhavam em tentações
suspiros e desejos, dos lindos seios, empinados,como
úbero de cabra, enchiam me de desejos lembranças
de outrora, de criança que alimentava sempre tenho
o desejo de ser criança outra vês, isto foram livros que
desfolhei aprendendo a magia do amor;
quantas histórias bonitas, que me fazia gozar de rir,
o meu travesseiro era um sonho recheado de creme
sabor do mel quantas lembranças de mulheres amadas.
belas e elegantes, cheias de ternura e de alma carinhosas,
foi tantos amores que passaram na minha vida, e ainda
quase nada sei, do amor, não, não sei ainda ando a procura,
de amar e ser amado, em cada rosto de uma mulher formosa
da me a impressão das folhas de um livro ,ainda não lido por mim,
mas ainda sonho dos livros por mim já lidos, agora neste momento
estou lendo outro livro, e peço o silencio, porque esta história
e bem interessante e divertida, é o livro da vida, de um fazedor
de amor e é muito amado!!!
Escrito por José da silva caburé,poesias contos & versos
Araruama. 21/12/2018...
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono Raul Seixas,
Cadeira;98.
O menagem a cidade de Matipó;
A igreja era pequenina, feita de tabua sagrada,
mas de hora em hora o sino badalava,
o sino da humilde igrejinha irradiará e para
o céu se alevantava, a reza da ave maria,
As vozes das gentes que cantavam no coro Irradiavas,
Um dia chegou neste povoado um homem de nome Joaquim.
e ele assumiu o poder ,convocou todos os moradores,
desta região, e fez um sermão,Irmãos preciso de vocês ,
das vossas ajudas, dai me as vossas mãos. preciso das vossas
ajudas, para que ergamos a mais bela Igreja desta região,
Ele fez festas, junina de todos os santos teve uma grande
quermesse, fazendeiros contribuindo dando vacas novilhas e
garrotes.os mais pobres um porquinho,uma galinha ,as mulheres
com doces ,e bolos, e quentão, para as festas de santo Antonio,
são pedro, e são joão, assim começou a construção. ainda hoje me
lembro.do meu pai dentro de uma fundação todo sujo de lama ele
como os outros doavam um dia de trabalho por semana para construção
da Igreja, todas as pedras britas foram quebradas pelos os meninos da
época como eu e os meus irmãos,,para fazer os pilhares e as lajens e todo
o resto da construção,maninos assim como eu que hoje temos as idades
entre setenta e cinco a oitenta e dois assim como eu os tenho. mas valeu a
pena foi erguida a mais bela igreja das redondezas só sendo igual a de Raul soares
cidade onde eu nasci, e lá conheci o construtor de todas as igrejas da região de
Minas Gerais, o senhor Arno. e o tal Joaquim que nada menos que o padre Joaquim
Escrito por José da silva caburé.poesias contos & versos.
Araruama;21/12/2018; .
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono Raul Seixas,
Cadeira;98.
O menagem a cidade de Matipó;
A igreja era pequenina, feita de tabua sagrada,
mas de hora em hora o sino badalava,
o sino da humilde igrejinha irradiará e para
o céu se alevantava, a reza da ave maria,
As vozes das gentes que cantavam no coro Irradiavas,
Um dia chegou neste povoado um homem de nome Joaquim.
e ele assumiu o poder ,convocou todos os moradores,
desta região, e fez um sermão,Irmãos preciso de vocês ,
das vossas ajudas, dai me as vossas mãos. preciso das vossas
ajudas, para que ergamos a mais bela Igreja desta região,
Ele fez festas, junina de todos os santos teve uma grande
quermesse, fazendeiros contribuindo dando vacas novilhas e
garrotes.os mais pobres um porquinho,uma galinha ,as mulheres
com doces ,e bolos, e quentão, para as festas de santo Antonio,
são pedro, e são joão, assim começou a construção. ainda hoje me
lembro.do meu pai dentro de uma fundação todo sujo de lama ele
como os outros doavam um dia de trabalho por semana para construção
da Igreja, todas as pedras britas foram quebradas pelos os meninos da
época como eu e os meus irmãos,,para fazer os pilhares e as lajens e todo
o resto da construção,maninos assim como eu que hoje temos as idades
entre setenta e cinco a oitenta e dois assim como eu os tenho. mas valeu a
pena foi erguida a mais bela igreja das redondezas só sendo igual a de Raul soares
cidade onde eu nasci, e lá conheci o construtor de todas as igrejas da região de
Minas Gerais, o senhor Arno. e o tal Joaquim que nada menos que o padre Joaquim
Escrito por José da silva caburé.poesias contos & versos.
Araruama;21/12/2018; .
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira; 98..
Os quatros elementos.
Terra, água, ar , fogo;
Somos assim, uma terra fertil.
que da bons frutos,
o ar que todos os seres vivente respiram.
refresca e balança as folhas das arvores,
á água a fonte da vida, sem mim a terra
seria um vasto deserto;
o fogo, que posso ser uma simples brasinha,
mais se assoprado posso me tornar uma fogueira
incontrolável ,somos os filhos da natureza,
que pode se transformar em furacão ou em um vendaval,
nos os quatros juntos poderemos destruir o mundo;
sei que juntos as vezes fazemos o mal, mas o que possamos fazer?
Nada, somo a natureza, vivemos entre a vida e a morte,!!!,
Escrito Por José da silva caburé.;poesias, contos & versos;
Araruama; 21/12/2018.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira; 98..
Os quatros elementos.
Terra, água, ar , fogo;
Somos assim, uma terra fertil.
que da bons frutos,
o ar que todos os seres vivente respiram.
refresca e balança as folhas das arvores,
á água a fonte da vida, sem mim a terra
seria um vasto deserto;
o fogo, que posso ser uma simples brasinha,
mais se assoprado posso me tornar uma fogueira
incontrolável ,somos os filhos da natureza,
que pode se transformar em furacão ou em um vendaval,
nos os quatros juntos poderemos destruir o mundo;
sei que juntos as vezes fazemos o mal, mas o que possamos fazer?
Nada, somo a natureza, vivemos entre a vida e a morte,!!!,
Escrito Por José da silva caburé.;poesias, contos & versos;
Araruama; 21/12/2018.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;98.
E só queria saber,porque tantas mentiras;
só para enganar a quem sempre te quis bem;
Eu sou gente, assim como você também
sou casado tenho oitenta e dois anos
você sabe que eu tenho uma mulher mais
não tenho um amor e nem uma amiga;
Sou gentil e respeitador, e nunca fis mal a ninguém;
esses são os predicados ou defeitos que eu tenho.
Mas se você tem algum motivo contrario,não se desdenhas,
de minha parte eu só queria conhece -la pessoal mente
demostrando a minha amizade respeitosa, mente, e se aceitares
um almoço ou um jantar, demostrando a minha gratidão de uma
amizade verdadeira, e duradoura, a vida é curta , curtamos a vida,
sem deixar magoas e nem corações feridos.!!!
Escrito por José da silva caburé ,poesias contos & versos.
Araruama;20/12/2018.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;98.
E só queria saber,porque tantas mentiras;
só para enganar a quem sempre te quis bem;
Eu sou gente, assim como você também
sou casado tenho oitenta e dois anos
você sabe que eu tenho uma mulher mais
não tenho um amor e nem uma amiga;
Sou gentil e respeitador, e nunca fis mal a ninguém;
esses são os predicados ou defeitos que eu tenho.
Mas se você tem algum motivo contrario,não se desdenhas,
de minha parte eu só queria conhece -la pessoal mente
demostrando a minha amizade respeitosa, mente, e se aceitares
um almoço ou um jantar, demostrando a minha gratidão de uma
amizade verdadeira, e duradoura, a vida é curta , curtamos a vida,
sem deixar magoas e nem corações feridos.!!!
Escrito por José da silva caburé ,poesias contos & versos.
Araruama;20/12/2018.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira; 98.
Natal das ruas as luz de vala,
como antigamente nas favelas.
sem vinho e sem pão,a mesa é
um caixote em cima uma garrafa
de pinga, a brancura da desgraça ,
que se fás chorar muitos corações
de mães e filhos. barriga vazia
e pé no chão, o presente a bola e a
boneca ficou na ilusão, um pai analfabeto,
que mal ou bem fez um barraco um teto
furado onde a lua faz clarão, nem rede não tem
colchão é um papelão, parede furada um retrato
desbotado do papai noel na parede....
Mais lá no asfalto, no planalto,é bem diferente,
dizem que lá mora gente muito importante,
mais nesta época lá esta tudo vazio, viajaram de
iate, avião ou de navio,foram todos para o estrangeiro
gastar o nosso dinheiro, fruto da corrupção, por isto
que lá na favela tem bala e muita vela,
pergunto porque não mudam todos cá para o planalto,
e tome de assalto e a camará e o senado, pois eles nus
pertence, nós somos seus patrões, eles deve a nos satisfações;
pergunto quem são os ladroes? "são eles garanto"
Se são eles, sera que vão ter cem anos de prisão ?
'" acho que não," todos serão perdoados no Brasil ser ladão e
corruptos não é pecado,!!!
Escrito por José da silva caburé,poesias, contos & versos,
Araruama;19/12/2018.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira; 98.
Natal das ruas as luz de vala,
como antigamente nas favelas.
sem vinho e sem pão,a mesa é
um caixote em cima uma garrafa
de pinga, a brancura da desgraça ,
que se fás chorar muitos corações
de mães e filhos. barriga vazia
e pé no chão, o presente a bola e a
boneca ficou na ilusão, um pai analfabeto,
que mal ou bem fez um barraco um teto
furado onde a lua faz clarão, nem rede não tem
colchão é um papelão, parede furada um retrato
desbotado do papai noel na parede....
Mais lá no asfalto, no planalto,é bem diferente,
dizem que lá mora gente muito importante,
mais nesta época lá esta tudo vazio, viajaram de
iate, avião ou de navio,foram todos para o estrangeiro
gastar o nosso dinheiro, fruto da corrupção, por isto
que lá na favela tem bala e muita vela,
pergunto porque não mudam todos cá para o planalto,
e tome de assalto e a camará e o senado, pois eles nus
pertence, nós somos seus patrões, eles deve a nos satisfações;
pergunto quem são os ladroes? "são eles garanto"
Se são eles, sera que vão ter cem anos de prisão ?
'" acho que não," todos serão perdoados no Brasil ser ladão e
corruptos não é pecado,!!!
Escrito por José da silva caburé,poesias, contos & versos,
Araruama;19/12/2018.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Pai do universo e de toda a natureza;
Pai nosso que está em todos os lugares.
A mãe natureza é a sua mais perfeita criação,
criadora de todos os filhos existente na terra;
No universo criaste o sol a lua e as estrelas,
e todos os planetas, cada um tendo um sistema,
coroado com as estrelas radiantes e belas;
eu sou um de seus filhos, muitos achão que não,
isto não importa só o senhor é perfeito, o homem
são destorcido da perfeição, existe filhos que matam
os seus pais, são corruptos e ladrões, invejosos e
carregam o ódio mais a culpa não é do senhor,
são a queles que em seu santo nome, representa o senhor
em troca do vil dinheiro. que as trassas vão corroer,
a maior parte pai, são lobos em pele de cordeiro, pai eu
eu tenho os meus erros, mas nunca por maldade, é culpa
da carne, que carrega em seu corpo um espirito zombeteiro;
mas que não fás mal a ninguém; até reparto o pouco que tenho
com quem precisa mais que eu, são as sobras que o senhor me deste!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 17/12/2018.;
.
.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Pai do universo e de toda a natureza;
Pai nosso que está em todos os lugares.
A mãe natureza é a sua mais perfeita criação,
criadora de todos os filhos existente na terra;
No universo criaste o sol a lua e as estrelas,
e todos os planetas, cada um tendo um sistema,
coroado com as estrelas radiantes e belas;
eu sou um de seus filhos, muitos achão que não,
isto não importa só o senhor é perfeito, o homem
são destorcido da perfeição, existe filhos que matam
os seus pais, são corruptos e ladrões, invejosos e
carregam o ódio mais a culpa não é do senhor,
são a queles que em seu santo nome, representa o senhor
em troca do vil dinheiro. que as trassas vão corroer,
a maior parte pai, são lobos em pele de cordeiro, pai eu
eu tenho os meus erros, mas nunca por maldade, é culpa
da carne, que carrega em seu corpo um espirito zombeteiro;
mas que não fás mal a ninguém; até reparto o pouco que tenho
com quem precisa mais que eu, são as sobras que o senhor me deste!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 17/12/2018.;
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domingo, 16 de dezembro de 2018
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico ;José da silva caburé
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Um presente de natal;
Em busca da paz.
Eu sempre fui agitado
Tudo o que eu ia fazer saia
sempre ferido e sangrando;
no dia quinze era o meu aniversario,
resolvi fazer um retiro espiritual até o
dia vinte e cinco dia do natal
e neste retiro avia regras que teria
de ser cumpridas, com palavras e atos,
a qual eu nunca conseguia,cumpri -las ,
eu já tinha sido advertido se não conseguisse
eu poderia até sair do retiro pior ;
durante três dias fiquei neste retiro, a pós
este tempo mandaram que eu fosse para casa.
mas nunca deveria deixar de cumprir os rituais
ensinados,coisa que foi difícil de ser cumprida,
sempre que era para fazer uma destas regras
a té em um simples traspor de uma porta que
deveria ser de costas eu errava e tinha que voltar
a fazer de novo, tinha regras ate para si alimentar
e na hora de ir dormir.sempre eu errava todas,eu
ficava irritado com esses meus erros, eu rezava
pedia aos santos para que me ajudasse e perdoasse
os meus erros, eu era um desastrado; foi na penúltima
noite eu adormeci e cardei ao meio dia, seguinte. me
alimentei e voltei a dormir acordando as quatro horas
da tarde, eu não me lembrava de nada,foi a minha mulher
que me falou, o que ouve com você que levantou ao meio dia
se alimentou e logo voltando a dormir, eu não me lembrava de
nada, só sei que sentia um momento agradável me sentindo
calmo e feliz, até o meu olhar e o meu caminhar ficou mudado,
me sentindo leve e a minha alma em paz, parecendo que fui
desvirado do avesso foi uma lavagem do corpo e da alma, acho
se voltar a fazer outro retiro vou criar asas e voar, para o infinito,
tudo isto aconteceu comigo do dia do meu aniversario dia quinze
ate hoje dia vinte e cinco dia do natal . foi quando nasceu JESUS,!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos,
Acadêmico ;José da silva caburé
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Um presente de natal;
Em busca da paz.
Eu sempre fui agitado
Tudo o que eu ia fazer saia
sempre ferido e sangrando;
no dia quinze era o meu aniversario,
resolvi fazer um retiro espiritual até o
dia vinte e cinco dia do natal
e neste retiro avia regras que teria
de ser cumpridas, com palavras e atos,
a qual eu nunca conseguia,cumpri -las ,
eu já tinha sido advertido se não conseguisse
eu poderia até sair do retiro pior ;
durante três dias fiquei neste retiro, a pós
este tempo mandaram que eu fosse para casa.
mas nunca deveria deixar de cumprir os rituais
ensinados,coisa que foi difícil de ser cumprida,
sempre que era para fazer uma destas regras
a té em um simples traspor de uma porta que
deveria ser de costas eu errava e tinha que voltar
a fazer de novo, tinha regras ate para si alimentar
e na hora de ir dormir.sempre eu errava todas,eu
ficava irritado com esses meus erros, eu rezava
pedia aos santos para que me ajudasse e perdoasse
os meus erros, eu era um desastrado; foi na penúltima
noite eu adormeci e cardei ao meio dia, seguinte. me
alimentei e voltei a dormir acordando as quatro horas
da tarde, eu não me lembrava de nada,foi a minha mulher
que me falou, o que ouve com você que levantou ao meio dia
se alimentou e logo voltando a dormir, eu não me lembrava de
nada, só sei que sentia um momento agradável me sentindo
calmo e feliz, até o meu olhar e o meu caminhar ficou mudado,
me sentindo leve e a minha alma em paz, parecendo que fui
desvirado do avesso foi uma lavagem do corpo e da alma, acho
se voltar a fazer outro retiro vou criar asas e voar, para o infinito,
tudo isto aconteceu comigo do dia do meu aniversario dia quinze
ate hoje dia vinte e cinco dia do natal . foi quando nasceu JESUS,!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos,
sábado, 15 de dezembro de 2018
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas,
Cadeira;98.
Uma linda fazenda dos meus sonhos de amor.;
em um belo lugar tendo um lago de águas cristalina,
ao seu a redor tem um belo cafezal,tem uma mata e
uma linda cascata,muitos pássaros, micos e sauás,;
a casa é um mimo, da gosto de se ver, onde mora
uma rainha e uma princesinha., são mulheres elegantes
de esmera beleza, isto aconteceu quando eu morava lá
em Minas gerais, a Cidade não devo falar, para não me
complicar, muitas vezes visitei este lugar. em noites de
lua cheia e o céu estrelado; tudo acontecia bem na beira
deste lago, ai que saudades tenho, de um dia voltar lá,
Voltar como um vendedor ambulante de quinquilharias.
só para disfarçar, e rever a princesinha e a rainha.mas
tenho que ter muito cuidado, para que o rei não fique
desconfiado,ele é um homem valente, muito famoso
neste lugar, por qualquer coisa vou sentir o cheiro de
pólvora no ar, mas a ele dou rasão quem tem fortuna
e pedras preciosas tem é mesmo que se cuidar, mesmo
eu sendo malandro maneiro e tendo ginga em falar, e
demostrando muito respeito mesmo que dentro de um
espirito zombeteiro,que pelo um belo rabo de saia eu
viajo o mundo inteiro,!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 15/12/2018.
Acadêmico José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas,
Cadeira;98.
Uma linda fazenda dos meus sonhos de amor.;
em um belo lugar tendo um lago de águas cristalina,
ao seu a redor tem um belo cafezal,tem uma mata e
uma linda cascata,muitos pássaros, micos e sauás,;
a casa é um mimo, da gosto de se ver, onde mora
uma rainha e uma princesinha., são mulheres elegantes
de esmera beleza, isto aconteceu quando eu morava lá
em Minas gerais, a Cidade não devo falar, para não me
complicar, muitas vezes visitei este lugar. em noites de
lua cheia e o céu estrelado; tudo acontecia bem na beira
deste lago, ai que saudades tenho, de um dia voltar lá,
Voltar como um vendedor ambulante de quinquilharias.
só para disfarçar, e rever a princesinha e a rainha.mas
tenho que ter muito cuidado, para que o rei não fique
desconfiado,ele é um homem valente, muito famoso
neste lugar, por qualquer coisa vou sentir o cheiro de
pólvora no ar, mas a ele dou rasão quem tem fortuna
e pedras preciosas tem é mesmo que se cuidar, mesmo
eu sendo malandro maneiro e tendo ginga em falar, e
demostrando muito respeito mesmo que dentro de um
espirito zombeteiro,que pelo um belo rabo de saia eu
viajo o mundo inteiro,!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 15/12/2018.
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico ;José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;98.
Postagem Agendada, do dia 15/12/2018.
Estou perdido na varanda de mercúrio sem asas para perseguir
Meu eco.
Estou dominado pela a rainha medusa,sentada na sua poltrona
de veludo verde com seus noves cães de prata ao lado,
estou agora em labirintos de anis, onde mordomos gentis sorriem
bemóis ,Mi cumprimentam cordialmente , centauros errantes nos
pastos lilases do lado de fora,
Cavalgo em renas de rendas em desvairadas velocidade para,
angustiado , alcançar seus cabelos de nylon que enfeita a bandeira
dos sonhos,
e lá se vai eu.
Estou correndo no sangue das verdes veias duma ideia que brotou
da fonte do ano que passou .
Sento-me no amarelo. Estou chorando em hipérboles ! Estou
perdido na varanda de Mércurio, sem asas para perseguir meu eco .
Estou no espaço cósmico. Na plasmibiose do universo que se agiganta
e me engole , Estou há bilhões de anos -luz distante de mim mesmo.
Gente de cara lustrosa arrastam seus corpos em direção á porta do nada
. suco de clorofila borbulha em espuma verdosas em canecos de bronze,
onde anões bebem sem boca,
Agora onde estou eu nem sei,
Nem nunca soube,
Estou no cume do arco- ires ?na parte da roxa daquele
Transferidor?
Sei lá nem mi importa.
Sentado, sozinho sem medo de cair, ás sete horas de cores e uma mistura, eu
pouso pacato em plutão, montado numa borboleta gigante tranquilha , quieta e
colorida. pouso pacato em plutão , com um guarda -chuva e uma máquina de
costura (daquelas Singer antigas de pedal, que vovó usava, para fazer gorrinhos
para mim)e a chuva não promete deixar vestígios .
Apresentado por José da silva caburé poesias, contos & versos.
Araruama; 15/12/2018..
Acadêmico ;José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;98.
Postagem Agendada, do dia 15/12/2018.
Estou perdido na varanda de mercúrio sem asas para perseguir
Meu eco.
Estou dominado pela a rainha medusa,sentada na sua poltrona
de veludo verde com seus noves cães de prata ao lado,
estou agora em labirintos de anis, onde mordomos gentis sorriem
bemóis ,Mi cumprimentam cordialmente , centauros errantes nos
pastos lilases do lado de fora,
Cavalgo em renas de rendas em desvairadas velocidade para,
angustiado , alcançar seus cabelos de nylon que enfeita a bandeira
dos sonhos,
e lá se vai eu.
Estou correndo no sangue das verdes veias duma ideia que brotou
da fonte do ano que passou .
Sento-me no amarelo. Estou chorando em hipérboles ! Estou
perdido na varanda de Mércurio, sem asas para perseguir meu eco .
Estou no espaço cósmico. Na plasmibiose do universo que se agiganta
e me engole , Estou há bilhões de anos -luz distante de mim mesmo.
Gente de cara lustrosa arrastam seus corpos em direção á porta do nada
. suco de clorofila borbulha em espuma verdosas em canecos de bronze,
onde anões bebem sem boca,
Agora onde estou eu nem sei,
Nem nunca soube,
Estou no cume do arco- ires ?na parte da roxa daquele
Transferidor?
Sei lá nem mi importa.
Sentado, sozinho sem medo de cair, ás sete horas de cores e uma mistura, eu
pouso pacato em plutão, montado numa borboleta gigante tranquilha , quieta e
colorida. pouso pacato em plutão , com um guarda -chuva e uma máquina de
costura (daquelas Singer antigas de pedal, que vovó usava, para fazer gorrinhos
para mim)e a chuva não promete deixar vestígios .
Apresentado por José da silva caburé poesias, contos & versos.
Araruama; 15/12/2018..
Academia Mundial De cultura e Literatura.
Acadêmico ; José da silva caburé,
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Pediram para que eu escrevesse sobre o natal e o papai noel;
como eu fui nascido na roça ;
,o meu presente de natal era feito por mim
um carinho feito de cacos de cuia, e os bois eram sabugo de
espigas de milho;
Que tal escrever sobre o natal??? diferente de muita gente.;
Eu desde de menino sempre gostava de olhar para o céu,
e exclamava mais que lugar tão bonito, ai se eu pudesse
ir ao céu. levaria você comigo,só você me vê, e eu sempre
vejo você vejo as ruas cheia de gente, mais ninguém me vê;
fingem que não me vê. pergunto a você o que fazer?
"não sei como dizer te," eu sei que é melhor estar só que
mal acompanhado, mas pergunto que mundo é este,
Irmãos ignoram Irmãos, alguns se achão ser feito de ouro,
outros de uma fina prata,; e eu ? Um simples pedaço de lata!
olhando para o céu, na noite do natal vejo o carrocel do
papai noel puxado pelas as renas tocando o sino carregado
de presentes finos,,.
champanhe, caviar , e até carro importado,para os nossos
irmãos bem aventurados,...
E para as criancinhas pobres, boneca sem braço, bicicleta
enferrujada, e bola furada, um saco cheio de sapatos rotos ,
coitado dos pequeninos garotos, os anjos vem brincar com
eles ; as meninas pulando amarelinha , e brincando de roda,
os meninos roda pião feito pelo o pai, jogam bola feita de
pano que nunca e furada, joga figurinha e malha, é um
grande felicidade, papai do céu existe,só que ele é ignorado .
mais o seu filho sempre é exaltado, e invocado o senhor Jesus.
coitadinho morreu na cruz, o que mais poderemos esperar do natal???
"sim , sim, eu sei que o homem é um animal ".....!!!
Escrito por José da silva caburé poesia contos & versos,
Araruama 15/12/2018,
.
,
Acadêmico ; José da silva caburé,
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Pediram para que eu escrevesse sobre o natal e o papai noel;
como eu fui nascido na roça ;
,o meu presente de natal era feito por mim
um carinho feito de cacos de cuia, e os bois eram sabugo de
espigas de milho;
Que tal escrever sobre o natal??? diferente de muita gente.;
Eu desde de menino sempre gostava de olhar para o céu,
e exclamava mais que lugar tão bonito, ai se eu pudesse
ir ao céu. levaria você comigo,só você me vê, e eu sempre
vejo você vejo as ruas cheia de gente, mais ninguém me vê;
fingem que não me vê. pergunto a você o que fazer?
"não sei como dizer te," eu sei que é melhor estar só que
mal acompanhado, mas pergunto que mundo é este,
Irmãos ignoram Irmãos, alguns se achão ser feito de ouro,
outros de uma fina prata,; e eu ? Um simples pedaço de lata!
olhando para o céu, na noite do natal vejo o carrocel do
papai noel puxado pelas as renas tocando o sino carregado
de presentes finos,,.
champanhe, caviar , e até carro importado,para os nossos
irmãos bem aventurados,...
E para as criancinhas pobres, boneca sem braço, bicicleta
enferrujada, e bola furada, um saco cheio de sapatos rotos ,
coitado dos pequeninos garotos, os anjos vem brincar com
eles ; as meninas pulando amarelinha , e brincando de roda,
os meninos roda pião feito pelo o pai, jogam bola feita de
pano que nunca e furada, joga figurinha e malha, é um
grande felicidade, papai do céu existe,só que ele é ignorado .
mais o seu filho sempre é exaltado, e invocado o senhor Jesus.
coitadinho morreu na cruz, o que mais poderemos esperar do natal???
"sim , sim, eu sei que o homem é um animal ".....!!!
Escrito por José da silva caburé poesia contos & versos,
Araruama 15/12/2018,
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