Acadêmico; José Caburé.
Patrono; Isaac Newton.
Cadeira;98.
Vou plantar um jardim de nome encantado;
Em cada flor um amor do passado,que um dia
foi meu; ando a procura de um amor verdadeiro;
que até hoje não aconteceu quem sabe se uma
semente de uma delas nassa um amor verdadeiro;
ou Sera que essa flor já nasceu?
Se eu soubesse não me importaria a distancia ,
eu iria ao seu encontro; não me importo se para
os outros ele seja feia, para mim ela sera a mais
linda flor,que nasceu e fluoreceu em meu jardim .
serei sempre o seu jardineiro, enquanto eu ou ela
viver, quem sabe que esta flor já nasceu e ela é você!!!
Escrito por José Da silva, poesias, contos & versos;
Araruama; 25/05/2018.
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Acadêmico; José Caburé.
Patrono; Isaac Newton.
Cadeira;98.
Foi lá que eu nasci e me criei ;
Lá no alto da quela serra,
onde tinha o meu ranchinho;
eu levantava bem cedinho,
logo que o gala cantava.
anunciando o fim da madrugada!
me punha de pé ia fazer o café.
e me fartava comendo batata doce!
ia para o pasto, buscar a minha vaquinha,
a primeira tirada ,era minha, enchia a caneca
e bebia o leite quentinho!
.depois ia pra roça que era pertinho
da minha palhoça, onde fazia as minhas
plantações, e quando chegava na colheita
tinha um dinheirinho na gaveta,pra comprar
o sal e o sabão, a vida era dura mas tinha fartura;
pois quem mora na roça, fome não passa,não,
roupa remendada e os pés no chão, chapéu de
paia enxada bem amolada .é a ferramenta da minha
profissão, as mãos calejadas, mais não devo nem um
tostão prefiro ser matuto mais não sou ladrão, nem
sei o que é corrupção, moro lá no alto e não no planalto!
Escrito por José da silva, poesias, contos& versos;
Araruama; 25/05/2018.
.
Patrono; Isaac Newton.
Cadeira;98.
Foi lá que eu nasci e me criei ;
Lá no alto da quela serra,
onde tinha o meu ranchinho;
eu levantava bem cedinho,
logo que o gala cantava.
anunciando o fim da madrugada!
me punha de pé ia fazer o café.
e me fartava comendo batata doce!
ia para o pasto, buscar a minha vaquinha,
a primeira tirada ,era minha, enchia a caneca
e bebia o leite quentinho!
.depois ia pra roça que era pertinho
da minha palhoça, onde fazia as minhas
plantações, e quando chegava na colheita
tinha um dinheirinho na gaveta,pra comprar
o sal e o sabão, a vida era dura mas tinha fartura;
pois quem mora na roça, fome não passa,não,
roupa remendada e os pés no chão, chapéu de
paia enxada bem amolada .é a ferramenta da minha
profissão, as mãos calejadas, mais não devo nem um
tostão prefiro ser matuto mais não sou ladrão, nem
sei o que é corrupção, moro lá no alto e não no planalto!
Escrito por José da silva, poesias, contos& versos;
Araruama; 25/05/2018.
.
Assinar:
Postagens (Atom)