Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas,
Cadeira;98.
Uma linda fazenda dos meus sonhos de amor.;
em um belo lugar tendo um lago de águas cristalina,
ao seu a redor tem um belo cafezal,tem uma mata e
uma linda cascata,muitos pássaros, micos e sauás,;
a casa é um mimo, da gosto de se ver, onde mora
uma rainha e uma princesinha., são mulheres elegantes
de esmera beleza, isto aconteceu quando eu morava lá
em Minas gerais, a Cidade não devo falar, para não me
complicar, muitas vezes visitei este lugar. em noites de
lua cheia e o céu estrelado; tudo acontecia bem na beira
deste lago, ai que saudades tenho, de um dia voltar lá,
Voltar como um vendedor ambulante de quinquilharias.
só para disfarçar, e rever a princesinha e a rainha.mas
tenho que ter muito cuidado, para que o rei não fique
desconfiado,ele é um homem valente, muito famoso
neste lugar, por qualquer coisa vou sentir o cheiro de
pólvora no ar, mas a ele dou rasão quem tem fortuna
e pedras preciosas tem é mesmo que se cuidar, mesmo
eu sendo malandro maneiro e tendo ginga em falar, e
demostrando muito respeito mesmo que dentro de um
espirito zombeteiro,que pelo um belo rabo de saia eu
viajo o mundo inteiro,!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 15/12/2018.
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
sábado, 15 de dezembro de 2018
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico ;José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;98.
Postagem Agendada, do dia 15/12/2018.
Estou perdido na varanda de mercúrio sem asas para perseguir
Meu eco.
Estou dominado pela a rainha medusa,sentada na sua poltrona
de veludo verde com seus noves cães de prata ao lado,
estou agora em labirintos de anis, onde mordomos gentis sorriem
bemóis ,Mi cumprimentam cordialmente , centauros errantes nos
pastos lilases do lado de fora,
Cavalgo em renas de rendas em desvairadas velocidade para,
angustiado , alcançar seus cabelos de nylon que enfeita a bandeira
dos sonhos,
e lá se vai eu.
Estou correndo no sangue das verdes veias duma ideia que brotou
da fonte do ano que passou .
Sento-me no amarelo. Estou chorando em hipérboles ! Estou
perdido na varanda de Mércurio, sem asas para perseguir meu eco .
Estou no espaço cósmico. Na plasmibiose do universo que se agiganta
e me engole , Estou há bilhões de anos -luz distante de mim mesmo.
Gente de cara lustrosa arrastam seus corpos em direção á porta do nada
. suco de clorofila borbulha em espuma verdosas em canecos de bronze,
onde anões bebem sem boca,
Agora onde estou eu nem sei,
Nem nunca soube,
Estou no cume do arco- ires ?na parte da roxa daquele
Transferidor?
Sei lá nem mi importa.
Sentado, sozinho sem medo de cair, ás sete horas de cores e uma mistura, eu
pouso pacato em plutão, montado numa borboleta gigante tranquilha , quieta e
colorida. pouso pacato em plutão , com um guarda -chuva e uma máquina de
costura (daquelas Singer antigas de pedal, que vovó usava, para fazer gorrinhos
para mim)e a chuva não promete deixar vestígios .
Apresentado por José da silva caburé poesias, contos & versos.
Araruama; 15/12/2018..
Acadêmico ;José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;98.
Postagem Agendada, do dia 15/12/2018.
Estou perdido na varanda de mercúrio sem asas para perseguir
Meu eco.
Estou dominado pela a rainha medusa,sentada na sua poltrona
de veludo verde com seus noves cães de prata ao lado,
estou agora em labirintos de anis, onde mordomos gentis sorriem
bemóis ,Mi cumprimentam cordialmente , centauros errantes nos
pastos lilases do lado de fora,
Cavalgo em renas de rendas em desvairadas velocidade para,
angustiado , alcançar seus cabelos de nylon que enfeita a bandeira
dos sonhos,
e lá se vai eu.
Estou correndo no sangue das verdes veias duma ideia que brotou
da fonte do ano que passou .
Sento-me no amarelo. Estou chorando em hipérboles ! Estou
perdido na varanda de Mércurio, sem asas para perseguir meu eco .
Estou no espaço cósmico. Na plasmibiose do universo que se agiganta
e me engole , Estou há bilhões de anos -luz distante de mim mesmo.
Gente de cara lustrosa arrastam seus corpos em direção á porta do nada
. suco de clorofila borbulha em espuma verdosas em canecos de bronze,
onde anões bebem sem boca,
Agora onde estou eu nem sei,
Nem nunca soube,
Estou no cume do arco- ires ?na parte da roxa daquele
Transferidor?
Sei lá nem mi importa.
Sentado, sozinho sem medo de cair, ás sete horas de cores e uma mistura, eu
pouso pacato em plutão, montado numa borboleta gigante tranquilha , quieta e
colorida. pouso pacato em plutão , com um guarda -chuva e uma máquina de
costura (daquelas Singer antigas de pedal, que vovó usava, para fazer gorrinhos
para mim)e a chuva não promete deixar vestígios .
Apresentado por José da silva caburé poesias, contos & versos.
Araruama; 15/12/2018..
Academia Mundial De cultura e Literatura.
Acadêmico ; José da silva caburé,
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Pediram para que eu escrevesse sobre o natal e o papai noel;
como eu fui nascido na roça ;
,o meu presente de natal era feito por mim
um carinho feito de cacos de cuia, e os bois eram sabugo de
espigas de milho;
Que tal escrever sobre o natal??? diferente de muita gente.;
Eu desde de menino sempre gostava de olhar para o céu,
e exclamava mais que lugar tão bonito, ai se eu pudesse
ir ao céu. levaria você comigo,só você me vê, e eu sempre
vejo você vejo as ruas cheia de gente, mais ninguém me vê;
fingem que não me vê. pergunto a você o que fazer?
"não sei como dizer te," eu sei que é melhor estar só que
mal acompanhado, mas pergunto que mundo é este,
Irmãos ignoram Irmãos, alguns se achão ser feito de ouro,
outros de uma fina prata,; e eu ? Um simples pedaço de lata!
olhando para o céu, na noite do natal vejo o carrocel do
papai noel puxado pelas as renas tocando o sino carregado
de presentes finos,,.
champanhe, caviar , e até carro importado,para os nossos
irmãos bem aventurados,...
E para as criancinhas pobres, boneca sem braço, bicicleta
enferrujada, e bola furada, um saco cheio de sapatos rotos ,
coitado dos pequeninos garotos, os anjos vem brincar com
eles ; as meninas pulando amarelinha , e brincando de roda,
os meninos roda pião feito pelo o pai, jogam bola feita de
pano que nunca e furada, joga figurinha e malha, é um
grande felicidade, papai do céu existe,só que ele é ignorado .
mais o seu filho sempre é exaltado, e invocado o senhor Jesus.
coitadinho morreu na cruz, o que mais poderemos esperar do natal???
"sim , sim, eu sei que o homem é um animal ".....!!!
Escrito por José da silva caburé poesia contos & versos,
Araruama 15/12/2018,
.
,
Acadêmico ; José da silva caburé,
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira 98.
Pediram para que eu escrevesse sobre o natal e o papai noel;
como eu fui nascido na roça ;
,o meu presente de natal era feito por mim
um carinho feito de cacos de cuia, e os bois eram sabugo de
espigas de milho;
Que tal escrever sobre o natal??? diferente de muita gente.;
Eu desde de menino sempre gostava de olhar para o céu,
e exclamava mais que lugar tão bonito, ai se eu pudesse
ir ao céu. levaria você comigo,só você me vê, e eu sempre
vejo você vejo as ruas cheia de gente, mais ninguém me vê;
fingem que não me vê. pergunto a você o que fazer?
"não sei como dizer te," eu sei que é melhor estar só que
mal acompanhado, mas pergunto que mundo é este,
Irmãos ignoram Irmãos, alguns se achão ser feito de ouro,
outros de uma fina prata,; e eu ? Um simples pedaço de lata!
olhando para o céu, na noite do natal vejo o carrocel do
papai noel puxado pelas as renas tocando o sino carregado
de presentes finos,,.
champanhe, caviar , e até carro importado,para os nossos
irmãos bem aventurados,...
E para as criancinhas pobres, boneca sem braço, bicicleta
enferrujada, e bola furada, um saco cheio de sapatos rotos ,
coitado dos pequeninos garotos, os anjos vem brincar com
eles ; as meninas pulando amarelinha , e brincando de roda,
os meninos roda pião feito pelo o pai, jogam bola feita de
pano que nunca e furada, joga figurinha e malha, é um
grande felicidade, papai do céu existe,só que ele é ignorado .
mais o seu filho sempre é exaltado, e invocado o senhor Jesus.
coitadinho morreu na cruz, o que mais poderemos esperar do natal???
"sim , sim, eu sei que o homem é um animal ".....!!!
Escrito por José da silva caburé poesia contos & versos,
Araruama 15/12/2018,
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