terça-feira, 29 de junho de 2021

Os meus zóios rasos  D"água, 

o meu coração cheio de magoas, por não ter o seu amor;

Morena cor de canela, cabelos pretos e longos, até a cintura,

Os zóios parece duas  jabuticabas maduras, 

Dentes brancos como marfim, ,

Lindos seios empinados em um corpo escultural, 

Boneca eu te quero tanto, queres brincar comigo, 

perto de você sou uma criança, 

querendo brincar pulando amarelinha, rindo da vida,.

É só o desejo que ti convida, não tenhas medo, de brincar comigo,

pois tenho os meus zóios só pra ti oiá, a sua formosura que me faz lembrar,

das tantas brincadeiras, que passaram por mim, quero ti dizer hoje só posso ti oiá, 

mas que dá vontade de brincar me dá, morena cor de canela,minha lima da pérsia.!!!

Escrito por José da silva caburé; poesias contos & versos.Araruama; 29/06/ 2/021.


 

 


 Meus O Mundo;

O planeta terra  que os Deuses querem destruírem;

os deuses da ignorância, que reina  em todos os poderes,

terrestre, construído por um ser  não visível, que é Deus!

que poucos o reconhecem, como o Deus supremo do universo;

com apenas quatros elementos, ele deu as vidas, vegetais e animais,

Eu sou um destes seres humanos não confiáveis, seres desprezíveis,

que querem destruir o seu próprio abitar, são os Deuses do mal;

Tem Países que possuem  foguetes, trasportando ogivas nucleares

capaz  de destruir o mundo em trita minutos,., esses são os deuses 

do mundo. 

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos,

Araruama; 27/06/2/021.



 d água,

domingo, 27 de junho de 2021

 O Mundo;

O planeta terra  que os Deuses querem destruírem;

os deuses da ignorância, que reina  em todos os poderes,

terrestre, construído por um ser  não visível, que é Deus!

que poucos o reconhecem, como o Deus supremo do universo;

com apenas quatros elementos, ele deu as vidas, vegetais e animais,

Eu sou um destes seres humanos não confiáveis, seres desprezíveis,

que querem destruir o seu próprio abitar, são os Deuses do mal;

Tem Países que possuem  foguetes, trasportando ogivas nucleares

capaz  de destruir o mundo em trita minutos,., esses são os deuses 

do mundo. 

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos,

Araruama; 27/06/2/021.



sábado, 26 de junho de 2021

 Uma grande confusão no jardim;

O cravo apaixonado pela a colombina, 

ele canta para não chorar,

o Jasmim faz intriga com a margarida, 

cada um quer enfeitar o altar de nossa senhora,

os dois muito prosa, esqueceram da rosa, 

que tomou os seus lugares, em todo este jardim florido,

cada um é um individuo, que embeleza os nossos olhares, 

em uma mistura de fragrância manipulada pela a natureza, 

cada um com o seu aroma e a sua beleza individual ;

são muitos os beija as flores, beijando todas sem distinção. 

eu o observo  sentado em um velho banco, deste lindo jardim

florido, fico extasiado, vendo tanta beleza, que para muitos 

nem são notadas, se eu aqui sozinho me sinto feliz, mas seria bem 

mais feliz, se você estivesse  aqui ao meu lado, minha linda colombina,

dai me uma chance, a este cravo apaixonado que tanto o ama, e vamos

juntos formar o nosso próprio jardim, prometo lhe dar  o nosso jardim 

cheio de lindas florzinhas, Escrito por José da silva caburé,

poesias contos & versos, Araruama. 26/06/2/021.


domingo, 20 de junho de 2021

O amor é um jogo  da vida,  poucos abem jogar xadrez,

 O amor  começa  com  um olhar discreto insinuante

mas quando acaba  o olhar se envermelha, e os dentes ringem 

como de uma fera, ele era dócil como se fosse  um pingo de mel, 

que logo se transformou em fel. O amor é a coisa mais bela

do mundo, mas quando ele acaba  a tumulto, e muitas das vezes  

deixa cicatrizes, para a vida inteira, uma depressão ou a morte. 

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos,

Araruama, 20/06/2/021.


quinta-feira, 17 de junho de 2021

 Os decorebas da vida, assim até eu sou doutor;

Uma organização perfeita.

Todo o ser vivo, da pulga  á baleia, ao baobá , e a forma 

do por um  conjunto de unidades, também nascem  cressem-se,

alimentem, reproduzem-se  e finalmente  morrem essas  minusculas

e importantíssimas  unidades,são as celos do corpo humano. 

Eu sou da época  do esputinique, daqui  eu  tupiniquim, onde a  humanidade

sofria  do mal da sífilis que é causada  pela a bactéria  pallidum através  da 

relação sexual  sem proteção. (I S T )  exclusiva do ser humano.

É muito fácil decorar a sabedoria aleia, só os poetas  que decora  a sua própria 

mente, estou deixando de  escrever os meus rabisco, como no ano que eu ia 

receber a minha cadeira de imortal. tive a humildade  e reconheci perante ao  diretor

da academia Mundial de Cultura e Literatura, a minha incapacidade moral de assumir 

uma coisa que não tinha capacidade  literária; essa minha  atitude já aconteceu em outras

ocasiões, maçonaria,  espiritismo,  até um bom emprego, tudo isto renunciei, porque aprendi

a desaparecer  de lugares que eu não era bem recebido, cheio de invejas  e falsos amigos, 

morava eu em uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, lá eu tinha  um pedacinho de terra

mesmo com tão pouco eu era invejado, chegou a tal ponto, um dia quando voltava de uma cavalgada 

passando por terras de um vizinho lá estava uma dupla a minha espera, um passou para um lado do meu cavalo em quanto o outro ficou do outro lado a espera  do outro pegar a minha perna me jogando  ao chão; isto não foi  consumado  porque se fosse hoje tal dupla não existia  eu já sabia os seus propósito  e estava prevenido na época estava na minha cintura uma pistola lung  parabelo 9 milimetro, na minha cintura na parte das costas.  não compreendo tanta inveja sobre uma pessoa simples e pobre até a minha estatura  é pequena só a minha morar sempre vive nas alturas deve ser por isto pois nada mais eu tenho para tanta inveja. este ultimo casa já faz  vinte anos. desejo a ambos muitos anos de vida vocês morreras mas não pelas as minhas mãos, senhores =vida longa  para ambus 

escrito por José da silva caburé  em 17/06/2/021.


 


terça-feira, 15 de junho de 2021

 O pássaro  caburé ave noturna;

Quando eu chegava em minha casa,

era como se eu tivesse  asas,

isto repetia todos os mezés, durou  vinte e dois anos,

o meu carro ia cortando estrada  na serração serrada,

da meia noite até as seis horas do final da madrugada,

os meus braços  doloridos, as minhas pernas inchadas,

do frio cortante, como navalha, não só o meu carro corria, 

junto a minha alma voava  os meus dois filhos  menores na 

varanda  o papai eles esperavam, só quando eu os via, a minha 

alma aterrava, esta historia é verdadeira, se não foce, eu não contava!!!

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama. 15/06/2/021.

 


 


segunda-feira, 14 de junho de 2021

 Tem coisas que é bom ser relembrada,

essa escritas  foi feita no dia 27/05/2019.

assim eu a escrevi....

Hoje assistindo a t v senado, ouvi o senador Marcio bitar 

do m d b discursando; em seu discurso ele falava tal coisas 

que eu não posso concordar, é sobre o meio ambiente, dizia

o mesmo que o homem não tem a capacidade de influir na natureza;

no clima da terra;  vou contar -lhes uma história, para ele e os leitores,

Isto já faz  setenta anos,  eu estava com doze anos, hoje tenho oitenta e dois, 

eu nasci no campo, e tive terras até a dez anos atras, quando eu tinha doze anos

eu estava com o meu pai, em uma região de nome lagoa da amazônia,  na zona da mata

de Minas Gerais, na beira do rio doce, lá era mata virgem, que foi derrubada para plantar

eucaliptos fazer carvão  para as usinas do vale do aço, asiminas, pois bem foi derrubada 

todas as arvores de três  mil alqueires , virou cinzas,  neste lugar tinha três lagoas, enormes,

que secaram  por ter sido desmatado o seu  abastecedor de hidrogênio e oxigênio. h o o, esta

extinta selva foi substituída por eucaliptos que  com o tempo  resseca a terra, nela não existe mais 

os frutos para os pássaros e os macacos  e muitos outros animais,  as raízes  que alimentava muitos

outros, as nascentes secaram, hoje quem passa por esta região se vê a erosão  que mata a terra, 

hoje não mais vê as áveis nativa, o jacu,  o soco, o mergulhão, o inhambu, a juriti, os papagaios. as maritacas, os tuins, os micos, a seriema, o mutum, e muitos outros mais. tenho saudades das pescarias nas lagos , tinha peixes de muitas especies,  eu e meu antigo amigo Índio  que me ensinou muitas coisas da selva. como me alimentar das frutas e dos outros alimentos como palmitos e várias raízes pescar usando o arco e frecha ou usando o cipó timbó como anestesínico para anestesiar os peixes, reconhecer as ervas que curam  como a poalha ou o quinino, e muitas outras plantas que cura, reconhecer os animais selvagem como a paca, a cotia, o catetos , tatus, tamanduás, muitos especies de macacos e micos, jacaré, papo amarelo, jacaré -Açu, cobras , escorpiões, preto e o amarelo,  plantas venenosas,

neste período foi para mim uma escola que não tem preço, nesta selva aprendi como se estivesse em 

uma faculdade, foi três anos de vivencia  compreendendo e aprendendo com a natureza,  olha fui aluno

de um totalmente analfabeto assim como eu era, não sendo mais por que recebi a admissão deste índio para  que eu pudesse  frequentar  a faculdade  da vida, continuando a observando, todos aqueles formados nas faculdades normal   onde estudas os grandes políticos da nossa Nação... é isto irmãos......

Reescrito por José da silva caburé poesias contos & versos, Araruama;14/06/2/021.

           

quinta-feira, 10 de junho de 2021

 Estava eu  sozinho abandonado como um cão sem dono,

pelas as ruas da cidade, foi quando ouvi o badalar de um sino,

anunciando a ave Maria, fui seguindo o seu badalar, chegando 

mais perto vi uma igrejinha pequenina  no alto de uma colina,

onde avia uma longa escadaria,  demorei a chegar lá, e vi  que 

na porta da entrada, tinha um embrema de uma cruz, com  os 

dizeres aqui é a casa de jesus,  lá fiquei depois da reza, porque 

lá fora estava frio;  foi quando o padre veio a mim,  e  falou, 

filho quer ficar aqui,  para tocar o sino, varrer o adro e a sacristia,

pois já estou velho, esta difícil  subir na torre para tocar o sino,

fica filho  faremos companhia um ao outro, aqui tu terás casa  e

comida, e Deus para tomar conta de nos dois, foi assim que a minha 

vida mudou, o meu amigo padre pagou os meus estudos hoje  sou 

formado em teologia  e dou aula na escola vizinha,

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos,

Araruama, 10/06/2/021.



terça-feira, 8 de junho de 2021

 Uma sabia resposta  ao um metido poliglota;

os burros não  se mistura  com as vacas, 

ele  prefere sempre estar juntos das éguas e das mulas,

Os burros costumam a responder as chicotadas com um coice;

quem for  muito sábio nunca chicotei um burro por detrás, 

pois na certa levaras um coice, como você esta levando agora,

senhor sábio poliglota,  a sua sabedoria sempre foi baseada  na teoria,

A minha  ainda estou passando, sempre observando  os mais velhos,

sendo os meus metre de obras, tenho a consciência que tudo que até hoje aprendi,

não passa de uma gota de todos os oceanos,  Só Deus é um sábio perfeito, o mestre

de todos os mestres.!!!  Escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos.

Araruama; 08/06/2/021.



 As mulheres são como a lua, todas tem as suas fases;

Como pode me tratar deste jeito, 

você não sabe o quanto me faz sofrer;

por favor não me trate assim, eu não mereço,

tenhas dó deste coração sofredor, e vamos viver-mus 

como antes, te perdoou, você foi a sementinha que 

o vento deixou cair no meu jardim, e nascestes e floriu, 

esta rosa tão bonita, Não deixarei que morras, mesmo que não chovas,

e si preciso for, ti regrarei com as minhas próprias lagrimas, Não abandone 

este seu cuidador jardineiro, se eu errei perdoa-me  os meus erros, 

si um dia  sofreres  como estou sofrendo,  e chorar como  tenho chorado, 

enxugarei as suas lagrimas  com os meuis beijos, e perdoarei-te de tudo 

o que a mim fizestes com este coração que é só seu amor da minha vida

perdoa esta minha alma tão sofrida....

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama;08/06/2/021.


segunda-feira, 7 de junho de 2021

 O corpo humano é comparado  a um motor elétrico,

 A sua alma  é  a eletricidade que é o combustível , não se vê

mas se sente, sem este combustível  ele não funciona,

O motor representa o cérebro,  para  que  ele  funcione bem  

deve  estar em perfeita forma, sem fios desencapados,  para 

que não de  curto circuito, e afete todo o sistema; assim é 

o corpo humano, toda as doenças só acontece se o sistema 

imunológico  estiver deficitário;  a alma  e volátil,  não se vê

mas existe, é como  a brisa .assim é a nossas almas e os espíritos!!!

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama; 07/06/2/021.

 


Saudades da minha patativa, 

que bateu azas e voou para o sertão,

volte patativa vem me tirar desta  solidão,

amor você não é ave de arribação, 

volte para os meus braços vem aliviar

esta dor que sinto em  meu coração.

regresse para o seu aconchego  arreia as velas 

do seu veleiro e aporte no porto seguro  do meu coração....

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama,07/06/02/021.

 

domingo, 6 de junho de 2021

 Perdi  a minha lucidez, em uma noite de delírio,

procurando um Jeitinho de ti falar, que a minha alma

sente pela a tua, o meu espirito  esta querendo namorar ti,


andar de mãos dadas pelas as ruas da cidade, nas altas madrugadas, 

contemplando a luz da lua e das estrelas, até que a estrela  d"alva

vá embora, no alvorece da aurora, O rei dos astros vem surgindo 

vagarosamente  de dentro do mar azul, clareando de norte ao sul, 

a procura de sua namorada Alua...

Escrito por José da silva caburé poesias  contos & versos;

Araruama; 06/06/02/021.


 Mulher bonita gostei de você;

resolvi escrever, uma poesia para você;

espero que vá gostar, tem dias que canto para não chorar;

tem dias que me da vontade de dormir e nunca mais  acordar, 

tem dias que eu só penso em você, e nunca te esquecer, só te amar,

os dias que não te vejo, não consigo me  controlar, 

tem dias que me da vontade de ir para o campo, ouvir o canto da cirieira e do sabia,

embalado com estes  cantos escrevo poesias para te ofertar, e ti agradar, eu sou aquele

seu eterno apaixonado, que vive para te amar, Agora depois de toda estas minhas confissões

desejo saber de você o que achou de tudo isto  que escrevi para você como prova do meu amor?

"Você quer mesmo saber? sim!  "  Eu te achei um chato, um bicho do mato, um metido a poeta barato, 

e para mim ainda é pouco, seu burro louco, "  Poxa  me dei mal, depois de tudo isto, acho que sou mesmo um bicho do mato muito chato, um burro que acabou de levar um baita coice de uma égua louca, que acertou um coice na minha boca,  e para que eu nunca mais me meta a besta resolvi rescrever  o que já tinha escrito a anos atras, nunca mais  vou passar perto das patas desta égua maluca,

Araruama 06/06/2/021.


 


sexta-feira, 4 de junho de 2021

 Enquanto   eu puder ver o sol nascer, 

a lua surgir, e as estrelas brilharem ,

os homens  deixar de desmatar as matas, 

não poluir os mares e rios nascentes e lagos,e deixarem os

pássaros  voarem  eu não sentirei saudades de nada, 

sabendo que a natureza viveras; 

(A terra, o fogo, a água e o ar,) 

Escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos.

Araruama; 04/06/2/021.


quarta-feira, 2 de junho de 2021

 Lembranças  da minha juventude lá de onde eu nasci. 

em um pedaço de terra fertil  no recanto do Brasil; 

Na fazenda do meu  velho pai já cansado da lida; 

eu com apenas quinze anos  assumi a administração, 

fui por em pratica  tudo o que aprendi na teoria, 

vendo com atenção o que o velho fazia,

ainda me lembro o velho no cabeçalho do carro dos bois;

tendo eu na guia, candiando as quatros juntas de bois,

guida nas mãos com os pés no chão, e os bois bufando, 

presos  nas cangas,  dentro dos canzis  abrochados com as broxas

em seus pescoços, os cambões ligando junta a juntas ate o cabeçalho,

onde fica o carreiro comandando o carro, tocando a boiada  na ponta 

da guida,  quando chegava perto da Cidade papai me mandava apertar 

as cantadeiras, para fazer o carro cantar  as moças vinha  para as janelas 

para ouvir o carro cantar,  parecia uma cigarra cantando  e as moças se 

assai ava, dando rizadas,  tinha vezes que vinha na Cidade com atropa de

de mulas muito bem arriadas, cangalha bolsa  de couro arrocho e sobre carga, 

todas as mulas com as quatros patas ferradas para tirar fogo nas salsadas,

e no peitoral  as sinetas tocava, a cada paço que as mulas dava. era a alegria 

das moças e das criançadas.  foi assim seu moço.  que fui forjado, para mim 

foi uma vida encantada,  foi por tudo isto que  fui intuído e inspirado, a compor

poesias  neste mundo encantado, ouvindo o cantar do carro de bois  e dos pássaros,

canta o bentivi responde o João de barro,  a seriema la no alto ,o inhambu no mato, 

e sinfonia dos pardais !!! 

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos, Araruama;02/06/2/021.