José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Sou um pensador, às vezes penso cada coisa que fico a duvidar se não sou a encarnação de algum cientista maluco que existiu no passado?
Veja só o que estou imaginando agora.
Penso que só os animais têm o seu próprio dialeto em qualquer parte do mundo, só a ave papagaio não.
Só os animais se manifestam em sons diversos.
Penso que os cientistas da medicina deveriam pesquisar. Principalmente o cérebro da ave papagaio.
Comparado com o cérebro humano. Para mim, a diferença é muito grande na dimensão da massa encefálica do ser humano quanto na pequenez da ave papagaio. Encontrando este gene, ele deve ser modificado para ser implantado no ser humano. Seria a maior descoberta em benefício da vida. Após a descoberta contra a vida, que até o ser humano não consegue dormir sossegado,sentindo receio de algum maluco apertar um simples botão e destruir todo este lindo jardim florido criado por Deus.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versosa
Araruama.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
A nossa mente é fértil, como a terra é.
Hoje em dia, o mundo está mudado.
Ele está rodando encrinado.
A sua trajetória foi modificada.
Os homens responsáveis precisam entender.
Que a gravidade não é só da Terra
As cadeiras as quais vos sentais também se inclinaram
Os vossos ombros estão sendo pressionados.
Dê um tempo, tome um café, esta reunião deve ser reavaliada
Para podermos encontrar uma nova solução, para evitarmos a total destruição.
Pensemos, as nossas mentes são como uma terra fértil, basta que plantemos uma boa semente.
Para termos uma boa colheita.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama. R. J.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Se seu canto encanta, cante para eu escutar.
Se seu canto emociona, quero ver fazer minhas lágrimas rolar.
Ira fazer maré cheia, do cantar da sereia, nas altas ondas no mar.
Canta, sereia, propagando seu canto, encantando os marinheiros nas ondas azuis do mar.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.
Zarpa, destemida comodora, comandando seu destino.
Nas ondas verdes dos mares do mundo inteiro.
Vou à gaivota branca, faz de suas asas as velas do seu saveiro.
Abre asas as fantasias, viva a realidade, não uma ilusão vazia.
Vagueia na imensidão do vasto horizonte, como uma criança
Embalança-se em uma gangorra, cavalgando as ondas dos verdes mares,
da vida.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Meu cérebro é a morada do meu espírito.
Amo este cara, meu bom amigo.
Basta eu pensar ir a Paris, jantar na Torre Eiffel.
Ir a Veneza, passear em uma gôndola,
Ir à Itália tentar desincrinar a torre de Pisa.
Visitar o batistério e a capela cistina.
Tudo isto, só em pensamentos, ou ter lido em uma revista.
Quem não tem nada para fazer, dá nisto, poxa, já são duas e meia, vou dormir.
Témanã.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
Você deixou saudades, deste seu jeitinho de falar e sorrir.
Tocou profundo o coração do velho que pode ser seu avô.
Sinto tanta saudade de você, não sei se fico ou se vou.
Na cauda de um cometa, ou nas asas de um beija-flor.
Amo ser poeta, por ter grandes imaginações, que ultrapassam.
Às vezes, a realidade. Desta saudade que sinto de você..
Descaradamente, refiro minha idade. Não pretendo ser arcanjo,
Quanto mais um velho papa anjo.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.