Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono Raul Seixas.
Cadeira;98;
Postagem programada para o sia 01/05/2019.
Eu já fui de vários jeitos,
Jeitos que não eram eu,
Demorei a encontrar meu caminho,
Trilhando caminhos que não eram o meu.
Mas ao longo dos caminhos
encontrei muitas flores
e também muitos espinhos.
Descobri vários amores,
Enfrentei vários temores,
pelas as beiras dos caminhos,
E eles foram se fundindo
todos em uma coisa só.
Os caminhos, os amores.
E os temores.
Tudo o que encontrei.
Tentando ser o que não era eu.
Transformou-me no que eu sou.
E formou o caminho
Que finalmente era o meu.....
De Raul seixas,
Apresentado por José da silva caburé.
Araruama. 01/052019.
.
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
sábado, 4 de maio de 2019
Academia Mundial de Cultura e Literatura
Acadêmico; José da silva caburé,
Patrono; Raul Seixas,
Cadeira.98.,
Vou voltar pra a roça na cidade não fico mais;
Avida da gente é sempre de trancos e barrancos
é um tal de trupica e cai, levanta e sai, que eu
já não aguento mais.
Quantos tombos já levei,são tantos que nem sei.
hoje tomei mais um tombo,estou todo machucado,
mas como já estou acostumado, levantei de novo
passando vergonha no meio do povo,
Estou sendo medicado mas esta doendo de mais,
Acho que estou pagando algum pecado,por não
ser mentiroso ser gentil e educado, mas tem gente
que não gosta não são como eu,que nasci na roça,
a minha casa era uma palhoça foi onde aprendi a
humildade, agora estou caindo de mais,depois que
mudei para a cidade,a vida aqui é bem diferente,as
pessoas não são compreensivas, não existe amizade
lá na roça as crianças são bem educadas, respeitam
os mais velhos, aqui como é diferente meu Deus, aqui
eles matam, eu lá na roça tinha dó de matar um porco.
Sabe vou voltar pra roça, aqui não fico não, não quero
ser morto como se fosse um leitão nas mãos de um ladrão.!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos.
Araruama;04/05/2019. ..
Acadêmico; José da silva caburé,
Patrono; Raul Seixas,
Cadeira.98.,
Vou voltar pra a roça na cidade não fico mais;
Avida da gente é sempre de trancos e barrancos
é um tal de trupica e cai, levanta e sai, que eu
já não aguento mais.
Quantos tombos já levei,são tantos que nem sei.
hoje tomei mais um tombo,estou todo machucado,
mas como já estou acostumado, levantei de novo
passando vergonha no meio do povo,
Estou sendo medicado mas esta doendo de mais,
Acho que estou pagando algum pecado,por não
ser mentiroso ser gentil e educado, mas tem gente
que não gosta não são como eu,que nasci na roça,
a minha casa era uma palhoça foi onde aprendi a
humildade, agora estou caindo de mais,depois que
mudei para a cidade,a vida aqui é bem diferente,as
pessoas não são compreensivas, não existe amizade
lá na roça as crianças são bem educadas, respeitam
os mais velhos, aqui como é diferente meu Deus, aqui
eles matam, eu lá na roça tinha dó de matar um porco.
Sabe vou voltar pra roça, aqui não fico não, não quero
ser morto como se fosse um leitão nas mãos de um ladrão.!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos.
Araruama;04/05/2019. ..
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico. José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas,
Cadeira;98.
Como seria bom se o brasil
voltasse a ser como antes
eu tinha dose anos mas sempre
gostei de ganhar o meu dinheiro.
resolvi ser padeiro . vendendo
os pães na roça , todos os sábados
ia na padaria do senhor Joaquim
e apanhava um cesto cheio de pães,
e saia bem cedinho antes do sol nascer,
a cada sábado eu ia por um lado . eu
não andava quinhentos metro sem ouvir
um galo cantar ou um cão latir, o campo
era todo povoado,eu gritava olha o padeiro
os meninos chorava pedindo a sua mãe
quero pão,ela respondia não tenho dinheiro,
eu falava moça eu troco por qualquer coisa,
milho ovos ou feijão ou até uma franga, era
ai que eu vendia o dobro e ia deixando para
recolher na volta, voltava para a cidade com o
o cesto carregado o meu pescoço ficava enterrado,
com tanto peso que carregava., mas o lucro era
dobrado, vendia tudo no armazém pagava o senhor
Joaquim os pães que tinha vendido e me sobrava um
bom dinheirinho , não levou muito tempo veio um
desastre provocado por um desinformado presidente
retirando todos que moravam no campo, foi assim que
formou tanto desemprego,. e cada vês mais favelas,
sem ter onde eles plantar e colher o seu próprio alimento.
lá na roça eles tinham muitas galinhas no terreiro e porcas
e porquinhos no chiqueiro, uma orta repleta de verduras
de todas espécies, e os seus filhos aprendia a trabalhar
e respeitar os mais velhos, agora só formam bandidos
começando a profissão como aviõezinhos, dai para frente
só aprenderam a roubar e matar gente,trabalhadores e inocentes,
volte presidente encher o campo de novo com gente,
Escrito por José da silva caburé, poesias contos &versos.
Araruama; 04/05/2019,
Acadêmico. José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas,
Cadeira;98.
Como seria bom se o brasil
voltasse a ser como antes
eu tinha dose anos mas sempre
gostei de ganhar o meu dinheiro.
resolvi ser padeiro . vendendo
os pães na roça , todos os sábados
ia na padaria do senhor Joaquim
e apanhava um cesto cheio de pães,
e saia bem cedinho antes do sol nascer,
a cada sábado eu ia por um lado . eu
não andava quinhentos metro sem ouvir
um galo cantar ou um cão latir, o campo
era todo povoado,eu gritava olha o padeiro
os meninos chorava pedindo a sua mãe
quero pão,ela respondia não tenho dinheiro,
eu falava moça eu troco por qualquer coisa,
milho ovos ou feijão ou até uma franga, era
ai que eu vendia o dobro e ia deixando para
recolher na volta, voltava para a cidade com o
o cesto carregado o meu pescoço ficava enterrado,
com tanto peso que carregava., mas o lucro era
dobrado, vendia tudo no armazém pagava o senhor
Joaquim os pães que tinha vendido e me sobrava um
bom dinheirinho , não levou muito tempo veio um
desastre provocado por um desinformado presidente
retirando todos que moravam no campo, foi assim que
formou tanto desemprego,. e cada vês mais favelas,
sem ter onde eles plantar e colher o seu próprio alimento.
lá na roça eles tinham muitas galinhas no terreiro e porcas
e porquinhos no chiqueiro, uma orta repleta de verduras
de todas espécies, e os seus filhos aprendia a trabalhar
e respeitar os mais velhos, agora só formam bandidos
começando a profissão como aviõezinhos, dai para frente
só aprenderam a roubar e matar gente,trabalhadores e inocentes,
volte presidente encher o campo de novo com gente,
Escrito por José da silva caburé, poesias contos &versos.
Araruama; 04/05/2019,
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