domingo, 6 de setembro de 2026

 Copiado por José da Silva Caburé. Ofertado ao público.

 Na natureza: os elementos naturais.  

Na natureza, existem 92 elementos químicos estáveis ou primordiais.

Eles vão desde o hidrogênio (H), número atômico 1, que é mais simples, até o urânio (U), número atômico 92. Que é o mais pesado dos elementos encontrados em quantidade significativa na Terra.

Uma pequena nota de rodapé científica: elementos como o tecnécio, em quantidade significativa (Tc,

43) E o promedio (p m 61) são extremamente raros e instáveis na Terra, decaindo muito rápido. 

Por outro lado, traços microscópicos de netúnio (Np, 93) e plutônio (Pu, 94) podem se formar naturalmente em minas de urânio por captura de nêutros.

Mas, para o consenso científico geral, a regra de ouro são os 92 elementos primordiais.

2) No universo total: a tabela periódica completa.

Se somarmos os elementos naturais àqueles que a humanidade aprendeu a sintetizar em aceleradores,

de partículas, o total atual da nossa tabela periódica é de 118 elementos. O último deles é o Oganesson (Og, número atômico 118). Esses elementos artificiais (do 93 ao 118) são altamente instáveis e costumam durar apenas frações de segundos antes de se desintegrarem. 

3. A abundância no cosmos (onde eles estão?)

Embora tenhamos 92 elementos naturais na Terra, a receita do universo todo é incrivelmente simples.

A matéria visível do cosmos é distribuída aproximadamente assim:

Hidrogênio (H): 74% de toda a massa do universo. Hélio (He): -24 0/0 de toda a massa do universo.

Todo o resto: oxigênio, carbono, ferro, ouro, etc.: menos de 2%.

Isso significa que eu, você, as ferramentas de uma oficina, as plantas e os oceanos somos feitos de uma poeira estelar que corresponde a uma fração pequenina de tudo o que existe no espaço.

O hidrogênio e o hélio alimentam as estrelas, e são  as supernovas (as explosões dessas estrelas).

Que cozinham e espalham os elementos mais pesados pelo universo.

Impressionante como a complexidade da vida do nosso planeta surge de uma porcentagem tão pequena da matéria do universo, não acha? 

Quais são os elementos descobertos pelo homem?

Quando falamos dos elementos "descobertos" ou criados pelo homem, estamos nos referindo a elementos sintéticos. (ou artificiais).

Eles não existem na natureza de forma estável ou em quantidades que possamos extrair, então os cientistas precisam cozinhá-los em laboratórios colidindo átomos em aceleradores de partículas.

Atualmente existem 26 elementos produzidos artificialmente pela humanidade. Eles completam a última linha da tabela periódica, indo do número atômico 95 ao 118. ( além de dois elementos mais leves que são grandes exceções).

Os "intrusos" leves

 Antes de ir para o final da tabela, existem dois elementos de número atômico baixo que são estáveis e foram sintetizados, primeiro em laboratório;

Tecnécio (Tc, número 43) é o primeiro elemento a ser produzido artificialmente. É muito usado na medicina nuclear. Em 1937, hoje em dia.

Promécio (P.m., número 61): descoberto em 1945. Produzido a partir de subproduto da fissão do urânio.

Os transurânicos (elementos além do urânio).

Todos os elementos com número atômico maior que 92 (o urânio) são chamados de transurânicos.

Embora traços microscópicos de netúnio  e plotônio  possam surgir na natureza para todos os fins práticos.

Do Américo (95) em diante, todos foram descobertos e criados pelo  homem.

Copiado por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

 Se eu fosse presidente do Brasil, e comigo estivesse o engenheiro Tarcísio de Freitas como ministro da infraestrutura, iríamos reforçar a nossa defesa naval.

Construindo um abrigo submarino na Ilha Trindade.

Já tendo ouvido bastante sobre a Ilha Trindade, sobre as dificuldades em atracar embarcações.

Como o pensamento é democrático, resolvi dar, talvez, uma solução.

Por que não fazer no centro da rocha uma escavação de cima para baixo, até o limite desejado?

Após a estrutura interna estar concluída, fazer abertura lateral para entrada e saída dos submarinos.

Neste projeto, chegada e saída totalmente secretas.

Escrito por José da Silva Caburé: poesias, contos e versos.

Araruama.

domingo, 16 de agosto de 2026

 As palavras mais difíceis da língua portuguesa.

Admoesta; aconselha ou adverte.

Alviss; demonstra alegria.

Amago, interiores do corpo.

Adestrito, ligação a alguma coisa.

Aciduloso, relativo a azedar.

Beneplácito, tudo concedido

Belicoso, relativo a guerreiro.

Capcioso, aquilo que é enganoso.

Chistoso, relativo a bricalhão.

Cololário. Relativo a uma conclusão.

Dandi, relativo a quem se veste bem.

Desasnado, relativo a quem recebe instrução.

Dissentir é relativo a discordar.

Engodo, relativo à mentira.

Eflúvio, relativo a aroma.

Emprendido, relativo a quem não se comove.

Filadeciso, relativo à presunção.

Fenômeno, relativo ao fim

Frenético, relativo a quem não pode ser perturbado.

Flugal, relativo à simplicidade

Fugaz, relativo ao que passa rápido

Falaz, relativo a quem ilude com palavras.

Graçolar, relativo a quem faz graçola, brincadeiras.

.Homizio, relativo a abrigo ou fortaleza.

Horripilante, relativo a espanto ou medo.

Idiossincrasia, relativo a Ignio.

Inocivo, relativo a inofensivo.

Jaez, relativo a uma maneira ou gosto.

Janota, relativo a quem se veste bem com galhardia.

Justa relativo por colocar próximo ou lado a lado.

Lato, relativo a abundância, ou grande quantidade.

Loucura relativa a quem fala muito.

Mediatário, relativo a quem é mediador de alguém.

Nódua, relativo à pessoa de má fama.

Nitioficar, relativo a alguém muito metido, ser melhor.

Opóbrio, relativo à vergonha ou ofensa.

Odiento, relativo à pessoa que guarda ódio ou rancor.

Pecúlio, relativo ao patrimônio ou herança financeira.

Perdulário, relativo a gastador, esbanjador, ostentador.

Procrastinar, relativo a adiar as tarefas obrigatórias.

Prolegômenos, relativos a argumentos sobre coisas prometidas.

Praga, relativo a lugares ou países de sua origem.

Recôndito, lugar secreto escondido.

Ruar, sair pela rua sem destino.

Taciturno, relativamente calado, tímido.

Tergiversor, relativo a enrolar, rodear, não cumprir a palavra.

Ufanismo, relativo a apropriar-se de coisas alheias.

Ufanismo, relativo a orgulho exagerado.

Veneta, relativo a acesso  de loucura, descontrole emocional.

Escrito e copiado por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.






terça-feira, 11 de agosto de 2026

 Não consigo compreender a espécie humana fazer tantas guerras, matando milhares da sua própria espécie. Só para ter ou se manter no poder, matam seus semelhantes como se mata uma barata.

Deus nos livre de algum destes malucos resolver detonar um artefato nuclear, dizimando uma nação.

Que durará vários anos de sofrimentos até que todos morram com o efeito radioativo desta maldita invenção construída para o mal.

Fico pensando  em uma guerra mundial, quantos anos de sofrimento dos que sobreviveram que também vão morrer pelo efeito radioativo e pela fome. Só após milhares de anos a terra poderá voltar a ser habitada. Talvez por seres diferentes de hábitos e pensamentos. A terra sempre vai existir porque ela pertence ao ser supremo que é Deus. E sobre as suas águas continuarão as vidas. Que serão distribuídas pelos continentes. O homem tem o poder de matar o corpo físico, mas nunca a alma. Que viverás para a eternidade.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Ar

aruama.

 Sou um homem que ama quando é amado.

Não prendo a quem me ama, em uma gaiola.

Se ela deixar de me amar, a porta sempre ficará aberta para que ela possa voar.

Como não tenho asas, voo em pensamentos, tomando banho nas cachoeiras.

Passeio entre as flores de um jardim, às vezes navego em um veleiro no mar azul.

Adorando  as estrelas e o clarão da lua até o raiar da aurora, quando a estrela d'alva vai embora.

Abrindo no espaço para que o rei dos astros comande o dia até o esplendor do luar.

Sempre foi assim a vida de um sonhador.

Que já degustou todos os sabores do melhor champanhe francês, ao bom vinho português

Mas nenhum compara a um beijo da mulher amada.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias,

 contos e versos.

Araruama.


sexta-feira, 7 de agosto de 2026

 Acredito que a humanidade faz parte da evolução do universo.

Na imensidão do espaço vazio onde ele se expande.

Tudo que acontece na sua evolução reflete na terra.

Tanto o bem como o mal na mente humana.

Como o universo está se desenvolvendo, também se desenvolve a mente humana.

Acompanhando  o desenvolvimento do universo na direção da sabedoria.

Hoje já se nota crianças regendo orquestras, sabendo usar um celular. Até corrigir.

Vovô e vovó. A humanidade é uma joia rara que está sendo lapidada e marchetada 

Para ser entregue às mentes sábias para que, no futuro, o mundo seja melhor.

Acho que na nova geração voltarão os sábios que um dia habitaram a terra.

Como na medicina e em outras categorias para o bem da humanidade.

Assim penso eu.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


terça-feira, 28 de julho de 2026

 Assim passa o tempo, entre eu e o meu tio, batendo um papo sentado debaixo de um pé de jabuticaba.

Sobrinho, monte seu cavalo e vá sondar o lado de lá da montanha.

Tio, não seria melhor o senhor aplainar a montanha? Lá do alto, o senhor verá até o mar.

O senhor verá todos os lados, se estiver tudo limpo, não perca tempo, tome posse.


É só aguardar. Eles moram longe, o mar é logo. Manda um soldado para o alto da montanha.

O senhor poderá ficar sossegado, saboreando as deliciosas jabuticabas.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

 Este nosso sol é uma grande lupa de quinda grandeza.

Que recebe a luz de outro planeta de primeira grandeza.

Tão distante, que as nossas vistas não alcançam.

Mesmo usando aparelhos sofisticados.

O nosso sol não gira, quem gira é a terra fazendo rotação e translação.

Que faz os dias e as noites.

Escrito por José da Silva Caburé, um pensador, mas não dono da verdade.

Ararua.a.


quinta-feira, 23 de julho de 2026

 

  • A fé em tempos de ruído e incerteza. Nos últimos tempos, nota-se um movimento crescente de vozes que se levantam para questionar a existência de Deus, a figura de Jesus Cristo e a importância dos ensinamentos bíblicos. Para muitos, esse cenário parece um verdadeiro enxame de dúvidas e críticas, onde a fé é frequentemente apontada como uma mera ferramenta de manipulação ou um costume do passado. No entanto, diante de tanta revolta e barulho, cabe a nós fazer uma pausa para refletir: por que a busca pelo sagrado ainda causa tanta reação? A história nos mostra que a fé genuína nunca se tratou de controle, mas sim de transformação interior. Enquanto as teorias humanas mudam com as épocas, a mensagem de amor, compaixão, perdão e esperança trazida por Jesus permanece como um farol para quem atravessa momentos difíceis. Deus não precisa de defesa para existir, pois Sua presença se manifesta diariamente nas coisas mais simples — na vida, no cuidado com o próximo e na paz que excede o entendimento. Questionamentos e dúvidas sempre fizeram parte da jornada humana. Contudo, em vez de responder à revolta com mais revolta, o papel daqueles que creem é responder com firmeza naquilo em que acreditam, mantendo o respeito e a serenidade. É o que pretendo fazer, Deus.
    Para mim, é ele, ele é o próprio universo. Que é o todo que existe, além dele está o infinito que é um papel branco para que Deus escreva os seus desejos.
    Conto na minha existência: já noventa anos, e nunca escutei ninguém se revoltar contra Deus como está acontecendo ultimamente. Se Deus fosse mau, ele exterminaria todos de uma só vez. Mas Deus é amor e sabedoria, ele vai existir eternamente. Que Deus dê o perdão a estes pobres de espírito.
    Escrito por José da Silva.
    Araruama.

sábado, 18 de julho de 2026

 Lembranças dos meus bons momentos do passado.

É bom sentir saudades; são coisas bonitas acontecidas no nosso passado.

Que ficaram embrulhadas com laços de fitas coloridas.  

Que ficaram gravadas para sempre no coração da gente.

Porque sentem saudades do passado em que foram felizes.

Estou retornando após muitos anos, para continuar a sonhar  estes sonhos divinos.

As maravilhosas companhias  que ficaram parte das noites comigo sobre o clarão da lua e das esytrelas.

Até o retorno do rei dos astros no romper da aurora. 

Estou de volta, minha flor, voltou o seu beija-flor para continuar a espalhar as sementes das lindas flores.

Saudades tenho de todos os dias da minha vida passada por onde andei.  

Hoje, já aos noventa anos, após ultrapassar o Cabo da Boa Esperança, por ser um marinheiro experiente.

Irei navegar de novo, mas sentado na proa enquanto meu filho comanda, eu tomo conta das grandes ondas.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 Suponho que deixarei de amar só após deixar de viver. Quando tinha trinta anos, amei uma mulher que tinha setenta e cinco anos, e nunca tive o que reclamar, pelo contrário, ela me amava tanto que até tinha dó, sempre querendo me agradar com presentes caros.

O qual nunca aceitava. Falava para ela que não eram os presentes dela que me conquistavam, era o seu lindo corpo e a sua bondosa e carinhosa alma que eu amava. Fiquei com ela até o dia de um acidente fatal que seifou sua vida com o automóvel que ela conduzia. Foi uma grande companheira, uma dama, uma linda mulher inteiramente. De alma pura e bondosa, uma verdadeira dama. Hoje, há muitos anos, passou. Dela, ainda sinto saudades.
Fez de mim um homem confiante.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.

domingo, 12 de julho de 2026

 O veleiro e o azul celestial:

Nessa tela fluida de um mar sem fim!

Onde o azul se faz altar.

Desliza um corpo  de branca quilha cujo único destino é navegar.

Não há fronteira entre a água e o céu, tudo é espelho, de um tom sagrado.

Um azul celestial, profundo e puro. Onde o próprio tempo parece parado.

O vento sopra sutil e leve, beija as velas que o peito estufa com o veleiro em sua dança.

Mansa as dores do mundo, apaga e abafa, ir em frente é sua sina sem pressa alguma de aportar.

Pois quem conhece esse azul divino, sabe que a vida é só se entregar sobre as verdes ondas do mar.

A alma voa como a gaivota que às vezes pousa na ponta do mastro para descansar.

Sua única companheira, a gaivota branca sobre o azul celestial. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 


domingo, 28 de junho de 2026

 Os importantes.

Com o tempo, pude notar certas pessoas que para mim eram importantes.

De almas bondosas por dentro das suas elegâncias.

Para mim, custou caro manter intacto o vidro que por dentro virou estilhaços.

O mundo aplaude a moldura enquanto a tela no escuro desbota. Pintam-se.

Dias de cores vibrantes, para cobrir de cinzas o que a alma  chora.

Colecionam-se olhares distantes de quem vê a capa, mas não lê a história.

Mas cansa o papel, desse momento de engolir o grito e fingir calmaria, pois nem um aplauso.

Cura o tormento de ser apenas o rascunho de uma lágrima na solitude de um coração transbordando de emoção.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

Muitos religiosos me deixam confuso sobre Deus.

Não quero acreditar que é Deus quem faz guerras, terremotos, maremotos e muitos outros fenômenos da natureza. Acho que Deus não faz maldade aos seus filhos, para que eles paguem os seus pecados. 

Deus é misericordioso, um ser bondoso que só faz o bem. Quem faz o mal é o diabo. Este sim, apoderou-se. Da maioria dos homens, principalmente dos mais poderosos que assumem os maiores cargos políticos.

E  se transformam nos Deuses dos poderes. Estes sim, só fazem o mal. E não Deus que só faz o bem.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias,

 contos e versos.

Araruama.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Muita gente almeja um sonho a realizar, comprar um par de alianças e na igreja com ela se casar. Senti o mesmo desejo, meu sonho realizei, comprei um par de alianças, feliz na igreja com ela casei, mas durou pouco a nossa união, sofri como um louco a nossa separação, mas não  lamentarei a nossa separação, o destino assim quis, não é um par de alianças que faz um casal feliz.

 

Isto são coisas do meu pensamento:

O artificial é um modo representativo da mente humana.

Seja uma peça teatral ou uma escultura, ou qualquer outra que faça parte do invencionismo.  

São criações de pessoas que merecem os direitos preservados de suas obras. Mesmo que exista discordância sobre o gênero, penso eu que todas as coisas podem ser modificadas para o seu aperfeiçoamento. Exemplo. A inteligência artificial está sendo uma coisa boa, criativa de um novo modo de ensinamento geral. Acho que ela veio para ficar, tenho a certeza de que ela, mesmo sendo boa, vai querer se aperfeiçoar cada vez mais.

Escrito por José da Silva Caburé.

Araruama.

domingo, 21 de junho de 2026

 Meus pensamentos:

O que adianta os sábios, a cada época, descobrirem coisas boas para a humanidade?

Ao mesmo tempo, em todo setor industrial, laboratorial, espacial, descobrir e fabricar artefatos que conseguem destruir a Terra? Enquanto as nações juntas não derem as mãos, para mim, estes sábios têm um cérebro do maior inimigo de Deus. Apropria-se da inteligência do satanás. Penso que foi o próprio homem quem destruiu todos os planetas onde um dia foi sua morada. Penso que essa vontade de retornar em naves espaciais está no gene do homem. Uma fagulha de lembrança de um passado bem distante de um espírito interplanetário. Homens sábios, tenham em mente que todos os minerais da terra vão ser extintos. Basta um deles, a água. Sem ela não haverá oxigênio, sem ele nem o fogo existirá. Não queiram destruir o seu último habitat.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


sábado, 13 de junho de 2026

 Texto argumentativo (expositivo)

Amigo, esta sua pergunta para mim é fácil de responder.

Você diz estar apaixonado pela filha do seu patrão, um homem rico e famoso pelas empresas que possui.

Vou lhe dar a minha opinião: a água não se mistura com o óleo, a não ser usando a química, o solvente.   Qual é a aguarrás? Só assim ficará famoso como sendo um jogador de futebol. Até poderá se casar com a filha do casal, entrar para a família. Poderá frequentar a sociedade, frequentar o Iate Clube, quem sabe até o mais famoso e fechado, o Country Clube. Quem te viu e quem te verá. Um escurinho desse, mas sobe bem mais alto. Amigo, te respondi os seus desejos, porque por um tempo frequentei este meio. Não como amigo da família, mas como serviçal. Deles não tenho nada a reclamar. Só me deram mais confiança porque convivi momentos que valorizaram a minha existência de um homem simples, mas honesto.

Neste período, aprendi a valorizar o meu caráter, aprendendo muito mais do que eu sabia. Compreendi que o oceano tem tantas gotas impossíveis de serem contadas. Como também uma pessoa rica roubar talheres de prata de uma outra amiga. Demonstrando uma alegria como se fosse uma menina recebendo como presente uma linda boneca. E dos filhos não revelarei nada, porque principalmente as mães os defendem com unhas e dentes.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

 Hoge, lembrei de você, passarinha.

Você estava  em sua gaiola, quando me avistou, começou a andar agitada para lá e para cá.

Eu só te olhava, mas se você soubesse o que eu sentia, eu só não entrei na sua gaila porque,

Eu não devia fazer alguém sofrer como eu já sofri.

Mas valeu a pena, passarinha. Fiquei feliz vendo em sua ânsia, também me querendo, como eu sempre te quis. Mas o querer, às vezes, é coisa impossível. Sabe, passarinha, a minha vida sempre foi uma  poesia. Já fui acadêmico, frequentei maçonaria, centro espírita, tive algumas profissões. Hoje, aposentado. A única coisa que guardo em meu coração é acreditar que Deus está em todos os lugares, nas árvores, nos rios, nos mares. Este sim é o dono do universo.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.



terça-feira, 12 de maio de 2026

 Se tiveres vontade de me ver, procure-me no jardim da solidão.

Com isso, não quero afirmar que vivo em solitude.

Às vezes esqueço do meu corpo, sentado neste banco do jardim.

O casal que habita o meu corpo foi passear entre as flores do jardim.

Quando eles voltam, acordo, abro meus braços, bocejo, espreguiço-me,

Respiro forte, sentindo a fragrância do jasmim. Só aí que vou apreciar, 

Os movimentos dos passarinhos. Os beija-flores vagueiam entre todas,

Beijando aqui e acolá. O João-de-barro, pensativo, por onde o vento vai soprar. 

Norte, ou sul, leste ou oeste? Tenha a certeza de que ele lembrará. O bentivi, sempre a acusar.

Sem poder provar. O sabia sempre pedindo piedade, senhor, piedade, sinhá. O merro traz um

Recado do patrão: "Pião, o patrão falou: é tempo de plantar, finca, finca, que eu arranco.

É assim que esses passarinhos cantam. 

Escrito por José da Silva Caburé: poesias, contos e versos.

Araruama.

domingo, 3 de maio de 2026

 Aqui é minha morada, foi aqui  que nasci para a vida de um escritor, querendo criar asas e ter pena nas pontas dos dedos. Querendo alçar, vou. Cada vez mais alto, que as cordilheiras andinas, até a Argentina.

Fronteira as terras brasileiras, cruzando do Iapóque ao Chuí. Do pico da Neblina ao pico da Bandeira, tudo em terras brasileiras. Minas Gerais, a divisa de Vitória, Espírito Santo. 

Escrito por José da Silva, contos e versos. Felizmente, faço parte deste universo. Google, meu abrigo.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

 A maioria dos homens de antigamente Eles eram ensinados pela sua mãe

desde pequenino a fazer tudo o que a sua mai fazia.como cozinhar, lavar roupas e passar.

Remendar e pregar botões.limpar casa, lavar as roupas, dar banho no filho renascido e trocar as fraldas.

Um dia perguntei a minha mãe, isto não é serviço de mulher mamãe? 

Filho nos somos pobres. Isto servira para você quando casar e a sua mulher tiver o seu primeiro filho.

Como somos pobres, será você que ira fazer tudo, cozinhar lavar e passar as roupas, limpar a casa,

dar banho em seu filho e trocar as fraudas. Busca a boneca que deveria ser da sua irmã falecida Mirtes,

que vou te ensinar a dar banho e trocar as fraudas do seu primeiro filho. Foi assim que aprendi tudo

com minha mãe. Hoje as coisas mudaram, o mundo evoluía, mas acho que isto faz parte do amor, entre as partes, assim se forma uma família estruturada. Fiz tudo isto que minha mãe ensinou-me, com muito amor e carinho, porque amo a quem sempre me amou. 

Escrito por José da silva caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 Por ti y por tu amor, yo víveres, yo víveres, porque te recuerdo con honor,

  y com clamor.y com básion, sempre em mi vida estarás. Tu sempre aqui sempre por sempre. 

Estar en mí. Recuerdo, vivirás gloria por siempre y fervor. Por ti, por tu amor. Hoy te honró amor. 

A ti ya Dios y yo pediré por ti. Tú velarás por mí. Y juntos a Dios en paz.

El toque del silêncio.  



Há oitenta anos, o campo era habitado.

Não se percorria duzentos metros sem ouvir um cão latir ou um galo cantar.

As favelas começaram no Rio de Janeiro,  após a escravidão.

Mais tarde, um certo governante fez um decreto para esvaziar o campo.

Onde os moradores terceirizados moravam, cada morador tinha um hectare de terra.

Ao redor do seu rancho, onde tinha uma horta, uns pés de café, uma moita de cana para fazer o café.

Um chiqueiro tendo uma porca criadeira, alguns leitões, no pasto podia ter uma cabrita para dar leite para as crianças. Quando o patrão precisava dos serviços do terceirizado, ele o contratava, a diária da época era um quilo de gordura  ou toucinho. Acabando o serviço do dono das terras, ele ia fazer o dele para plantar a terça com o dono das terras. Hoje está tudo mudado, o campo está vazio, até a casa grande está em ruína.

Os pastos sujos, porque o salário é alto comparado à renda das terras e o adubo é caro, não compensam porque ficará bem mais caro que ser comprado no supermercado. Eu estou escrevendo isto porque nasci e vivi no campo, nesta época ninguém passava fome nem dormia debaixo de marquises. Falo com toda certeza: se tivermos um governante que retornasse todos para o campo, muitos de quem são moradores em favelas voltariam para o campo, o Brasil ganharia tendo os rios mais limpos e as moradias irregulares em lugares perigosos. O campo produzia para sustentar a todos que voltaram e ainda sobraria para ser vendido ou trocado, como agiam antigamente. Quando eu era criança, com oito anos, saía de madrugada com um cesto de pães, percorria mais de vinte e quatro quilômetros vendendo pães. Quando não tinha o dinheiro, eu trocava por ovos ou um franguinho e voltava o troco. Quando voltava, vinha apanhando o que tinha comprado, voltava com o dobro do peso. Isto acontecia todos os sábados. Até que aos dezessete anos fui servir à pátria. Desabafo de José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

terça-feira, 10 de março de 2026

O campo era povoado, não percorria um quilômetro sem ter uma casa ou sem ouvir um galo cantando ou um cão latindo, a roça era totalmente povoada, aí veio um tal governo que estabeleceu uma lei: quem morasse nas terras dos outros não poderia ser mandado ir embora sem indenização. Ou ter o direito a um pedaço de terra e à casa onde morava. Assim, os fazendeiros deixaram de ter moradores em suas terras. Quando ele precisa, vai às cidades à procura deles, foi aí que o governo estragou a previdência social. Mesmo sem nunca ter pago a previdência, os trabalhadores se aposentam. Hoje o campo é totalmente vazio, sem vidas. Não mais escuta o galo cantar nem o cão ladrar, agora os comunistas estão até contra os industriais. Eles querem igualdade social, eles querem acabar com os ricos que dão emprego a eles, com as suas indústrias. Pergunto: se não tivéssemos as pessoas ricas, as quais são os empresários que dão os empregos para os pobres com as suas empresas, como seria a vida deles, os operários todos sem empregos, porque não gostam das pessoas ricas?

Francamente, fundi a minha cuca, como fundi querendo saber se o universo é infinito.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.
Os meus oitenta e nove anos vividos ouvindo bobagem das bocas de quem acha que sabe tudo.
Nasci no campo onde meu pai tinha um sítio de vinte e um hectares. Que somam duzentos e quarenta mil metros quadrados.
Porque cada hectare tem dez mil metros quadrados. Cada
Alqueire tem três hectares, que se somam a trinta mil metros quadrados.
Olha que, neste pequeno pedaço de terra, naquela época, papai tinha como terceiros duas famílias morando lá, onde cada uma família tinha o direito de um pedaço de terra ao redor da sua morada. Somando um hectare para ele plantar só para o sustento da família. Podendo criar porcos e galinhas e uma cabrita para dar leite para os meninos. Sempre tinha uma porca criadeira, nunca faltava gordura, carne, torresmo e linguiça na fumaça, sempre tinha um frango ou uma galinha para comer aos domingos. Também este chamado terceiro plantava e o que ele colhia era repartido, uma parte para o dono das terras e três partes para o terceiro. Quando o patrão precisava dos seus serviços, o salário diário da época somava-se ao custo de um quilo de tocinho ou carne.
Este, terceiro, só ia à rua, comprar o sal e os panos para as mulheres fazerem as as vestimentas. Que sempre de pano menos caro, mas resistente como o brim caque ou arranca toco. Este nome significa resistente. Até o sabão para tomar banho e lavar as roupas era feito pelas mulheres. Eu, quando ainda rapaz, o meu pai havia vendido as terras viemos morar na cidade. Nem era cidade, era um arraial, com poucas casas onde ele adquiriu uma tropa de mulas. Eu troperava com ele durante uns tempos nos fins de semana, eu ia à padaria e pegava com o dono da padaria uma cesta cheia de pães, saia de madrugada para vender os pães no campo, ainda era noite, ouvia um cão latir ou um galo cantar, eu seguia seu canto até chegar na casa e vendia ou trocava por milho, ou feijão, ovos ou um frango e dava de volta o valor do troco. Nesta época, o campo era povoado, não percorria um quilômetro sem ter uma casa ou sem ouvir um galo cantando ou um cão latindo, a roça era totalmente povoada, aí veio um tal governo que estabeleceu uma lei: quem morasse nas terras dos outros não poderia ser mandado ir embora sem indenização. Ou ter o direito a um pedaço de terra e à casa onde morava. Assim, os fazendeiros deixaram de ter moradores em suas terras. Quando ele precisa, vai às cidades à procura deles, foi aí que o governo estragou a previdência social. Mesmo sem nunca ter pago a previdência, os trabalhadores se aposentam. Hoje o campo é totalmente vazio, sem vidas. Não mais escuta o galo cantar nem o cão ladrar, agora os comunistas estão até contra os industriais. Eles querem igualdade social, eles querem acabar com os ricos que dão emprego a eles, com as suas indústrias. Pergunto: se não tivéssemos as pessoas ricas, as quais são os empresários que dão os empregos para os pobres com as suas empresas, como seria a vida deles, os operários todos sem empregos, porque não gostam das pessoas ricas?
Francamente, fundi a minha cuca, como fundi querendo saber se o universo é infinito.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.

 A vida, é o maior bem recebido dado por Deus.

A ele agradeço de mãos postas em meu peito.

Quando me lembro dele abraço uma árvore e reso uma prece,

Sabedor que ele esta em todos os lugares. O jardim é meu templo 

os santos são as alvores e as flores. O incesso, a fragrância do jasmim.

Pesso a Deus que abra a mente dos homens que estão no comando da terra,

Que o… A ame nunca queira destruí-la. Ela é o nosso jardim ofertada por Deus para os seus filhos.  

  Escrito por José da silva caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.



 Tem certas coisas que acontece na vida da gente que nunca se esquece.

A primeira aprendi a respeitar a água. A segunda nunca mais corro atrás de alguém acusado por outro como o tal seja um ladrão.

Isto aconteceu comigo, morador na época no bairro Jardim Botânico na orla da lagoa Rodrigo de Freitas na rua Maria Angélica Cidade Rio de Janeiro.   

Esta eu lavando meu carro quando uma vizinha gritou pega este ladrão que estava forçando a porta do meu carro, o acusado passando por mim correndo, eu fui atrás logo vei dois policiais que eram na época apelidados como Cosme e Damião.o acusado entrou na lagoa, os policiais mandou que eu entrasse na água logo cortei meus pés com cacos de vidro, voltei para casa para fazer curativo não demorou os policiais apareceram e me levaram para prestar testemunho ao delegado. Passado três dias o corpo do acusado apareceu, com ele foi encontrado uma marmita, uma colher e uma aliança. Concussão teve durante dois anos prestando esclarecimento as autoridades, e sendo o causador da morte de um inocente.

Sobre respeitar a água, eu quando ainda rapaz, acostumado a cortar ondas enormes e ficar boiando subindo e descendo sobre as ondas, um dia fiz o mesmo de sempre lá fiquei boiando de braços abertos, 

quando desejei voltar ver que os prédios da praia do Leblon estava muito distante logo notei que havia pegado uma correnteza. Tentei voltar, mas não consegui, só foi atinar quando acordei na areia cheio de gente olhando para mim. Alguém que não sei quem salvou a minha vida. Solicito a Deus por ele, que vivo ou falecido que dê a ele o merecido, pelo bem que ele fez salvado minha vida.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

 Espírito e alma, meus amigos inquilinos.

De mãos dadas, caminhamos na estrada da vida.

A casa já velha, destituída de tudo, sem eira nem beira.

Na  porta, uma adrabia de bronze antiga, com cara de um tigre.

Na parede, um grande retrato da família que não mais existe. 

Papai se destaca na fotografia, ostentando um terno de cacimira azul-marinho.

Uma grossa corrente de ouro, ostentando um relógio da marca Roscofe sobre seu colete.

Esse relógio deve valer várias patacas. Embora na grande casa não exista privada.

Nem existia papel higiênico. As necessidades fisiológicas eram feitas em pinicos.

Eram assim as vidas dos ricos. 

Queridos amigos inquilinos. Chegou minha hora, estou indo. Desejo-vos, em suas vidas eternas, um novo lar. 

Escrito por José da Silva Caburé. Poesias

, contos e versos.

Araruama.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

 E muita safadeza destes dois:

De tanto ficar debaixo de você, aprendi a gostar desta safadeza.

Sentindo o frescor de seu corpo sobre o meu, nos dias de verão.

No inverno, totalmente coberto dos pés à cabeça, aquecido pelo calor de seu corpo.

 Sentindo a fragrância das flores do jasmim.

No final das noites,  nos transformávamos em um, assim vamos vivendo, eu em você, você em mim.

Ninguém nos vê, só eu e você. Dois que se transformaram em um, fazendo amor na maior sem-vergonhice. Mas isto é coisa da velhice.

Assim, mais ou menos, os anos vão passando, e quanto mais passa, mais vamos amando a vida.

Rolando no chão, debaixo de um pé de araçá, coberto pela ramada do maracujá, só ouvindo o zuar da mangaba azul querendo polarizar as flores do maracujá, tendo o beija-flor como auxiliar.

Enquanto ouvimos o cantar do bentivi e do sabiá.

Esta é a história que eu tinha para lhes contar.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

 O que explode em meu peito são cargas explosivas, esquecidas do tempo passado.

Era a vida que sempre me tentava, quando explodia a fumaça, me cobria, a morte não enxergava.

Pensava que tinha falecido, só sentia o cheiro da pólvora. Aqui fica provado que sempre fui um bom soldado de batalha, dando sorte, enganando a morte e os generais. Como sempre, engano minha própria vida. Só por isso que ainda vivo. Nem sei contar quantas batalhas vencidas e quantas ainda vencerei.

Mas sei que a qualquer hora terei que enfrentar a suprema morte, dela tenho a consciência que será minha derradeira batalha. Que pena, a vida ser eterna só para a alma, que habitará outro corpo: sem lembrar da sua última morada. E o espírito? O que será feito dele? Eu ainda vivo, nem sei o que pensar, só Deus para explicar. Ó, meu Deus, o que fazer? Eu amava ambos. Todos amávamos o senhor. Digo o espírito e a alma, porque meu corpo era só matéria perecível que deve ser alimento das bactérias. O que me dói é não mais existir eu. Mesmo sendo feio e pequeno, o senhor assim me fez e eu gostava de mim. Como amo e gosto do senhor, como gostava do meu corpo que o senhor fez para mim. A Deus, vida querida, a Deus o canto do rouxinol, a Deus matas verdejantes, rios, lagos e os mares, a Deus a lua e as estrelas, e o pôr do sol. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

 Menina linda, minha linda Rapunzel

Vim te convidar a vir passear no meu barquinho de papel.

Todo enfeitado com margaridas e girassóis.

Tem revoada de borboletas coloridas entre os girassóis e margaridas.

Iremos juntos curtir a vida. Neste rio de águas límpidas e transparentes.

É tão bonito, emociona a gente. A noite cai, as estrelas vêm surgindo no clarão da lua.

O barquinho vai descendo devagarinho nas pequenas ondas deste rio. 

O sereno cai nas flores do barquinho, Rapunzel cantarola uma canção de amor

Rezo uma oração em louvor ao Senhor, porque o barquinho de papel não rasgou.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.



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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

 A morte não é um ponto final, é uma vírgula.

Tudo o que se vê é ilusionismo da alma.

A morte não é o fim, a verdade é perigosa.

O encontro com Deus, para aprender sofrer e amar.

A morte não encerra a caminhada, ela às vezes para para o corpo descansar.

O amor é o g, p. s. da alma. Somos todos do mesmo oceano.

Eu, por muitos anos, vivi junto a eles, sendo seu motorista, dirigindo um veículo Galax.

Permanecia calado,  só respondia: Sim, senhorita, Costa Brava, Zum Zum  ou jirau?

Motorista, primeiramente vamos a Santa Tereza. Pare na esquina da praça, fica à espera.

 Só ouvia desprezo à pobreza e ignorância. Não sabendo ela onde eu sabia onde iria.

Quando voltavam alegres e cantando, espalhando o cheiro forte da dona da morte.

Tal país, tais filhos; sua mãe quando era convidada para um jantar elegante na casa de algum amigo.

Quando voltava, eu olhava pelo retrovisor, escutando o tilintar dos talheres de prata roubados da casa de quem as convidou. Para ela, parecia um brinquedo valioso nas mãos de uma criança.

Coitado do amigo porteiro que morava em um pequeno apartamento junto ao motor do elevador lá no alto do edifício. Um dia, foi encontrado por ela no elevador social.  Ela bradou: 'Seu negro, no elevador social não é lugar de empregado, ponha-se em seu lugar. Não sabia ela que a mulher do porteiro era mãe de santo. Pouco tempo passou, o coitado do marido a morte o levou, deixando-os sem automóvel e sem motorista, porque trabalhava em uma firma estatal, assim como eu. Só por este motivo tenho consciência do modo como sou tratado. Até mesmo por familiares inconformados. Não sabendo eles que as vidas são transitórias, cada um, uma história. Eu  não me envergonho em contar  a minha história, a luz que ilumina as trevas como a luz solar, que ilumina a lua.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

 Coisas que passam despercebidas. Só quem tem a alma em gratidão eterna sabe valorizar a vida.

A minha gratidão eterna é reconhecer de um filho para um pai e uma mãe. Pobres, muito pobres.

Mas muito ricos de corações nobres. A minha convivência com eles durou até meus dezessete anos,

Quando fui servir à pátria. Foi daí que fiquei sabendo  que o mundo diferia do mundo em que eu vivia.

Foi aí que soube valorizar o meu velho pai e mãe. Um pai que nunca deixou faltar o pão de cada dia,

Mesmo que fosse um prato com feijão e farinha. 

Este pai que me ensinou a ser um homem trabalhador e honesto, respeitar para ser respeitado. 

Hoje, aqui neste novo mundo, sofri e ainda estou sofrendo, mesmo na modernidade, me dá saudades.

Daquele menino com os pés descalços, roupas limpas, mas velhas e desbotadas pelo tempo de uso.

Hoje uso ternos e gravatas, tendo um bom emprego um bom salário. Fui casado por duas vezes, na primeira tive dois filhos, um deles me maltratou, me acusou de ser um ladrão e ébrio. 

Nesta de agora, sou feliz, mas deveria ser melhor. Me sinto um patinho feio, sem importância. Sempre sou o último da fila. Faço de tudo para agradá-los, mas nunca tive um reconhecimento em nada que faço.

Quando falam comigo, são arrogantes, e quando falo, sou criticado. Mas com os amigos todos são educados. Se estão conversando, quando apareço a conversa acaba. Ai, que saudades do papai e da velha mãezinha, Zé, Zé. Olha o seu prato de farinha. Pergunto: quem não gosta de ser bem tratado?

Até um cão e um gato. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 Sou um pensador, às vezes penso cada coisa que fico a duvidar se não sou a encarnação de algum cientista maluco que existiu no passado?

Veja só o que estou imaginando agora.

Penso que só os animais têm o seu próprio dialeto em qualquer parte do mundo, só a ave papagaio não.

Só os animais se manifestam em sons diversos.

Penso que os cientistas da medicina deveriam pesquisar. Principalmente o cérebro da ave papagaio.

Comparado com o cérebro humano. Para mim, a diferença é muito grande na dimensão da massa encefálica do ser humano quanto na pequenez da ave papagaio. Encontrando este gene, ele deve ser modificado para ser implantado no ser humano. Seria a maior descoberta em benefício da vida. Após a descoberta contra a vida, que até o ser humano não consegue dormir sossegado,sentindo  receio de algum maluco apertar um simples botão  e destruir todo este lindo jardim florido criado por Deus.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versosa

Araruama.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

 A nossa mente é fértil, como a terra é.

Hoje em dia, o mundo está mudado.

Ele está rodando encrinado. 

A sua trajetória  foi modificada.

Os homens responsáveis precisam entender.


Que a gravidade não é só da Terra

As cadeiras as quais vos sentais também se inclinaram

Os vossos ombros estão sendo pressionados.

Dê um tempo,   tome  um café, esta reunião deve ser reavaliada

Para podermos encontrar uma nova solução, para evitarmos a total destruição.

Pensemos, as nossas mentes são como uma terra fértil, basta que plantemos uma boa semente.

Para termos uma boa colheita.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama. R. J.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

 Se seu canto encanta, cante para eu escutar.

Se seu canto emociona, quero ver fazer minhas lágrimas rolar.

Ira fazer maré cheia, do cantar da sereia, nas altas ondas no mar.

Canta, sereia, propagando seu canto, encantando os marinheiros nas ondas azuis do mar.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


 Zarpa, destemida  comodora, comandando seu destino.

Nas ondas verdes dos mares do mundo inteiro.

Vou à gaivota branca, faz de suas asas as velas do seu saveiro.

Abre asas as fantasias, viva a realidade, não uma ilusão vazia.

Vagueia na imensidão do vasto horizonte, como uma criança 

Embalança-se em uma gangorra, cavalgando as ondas dos verdes mares,

da vida. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


terça-feira, 6 de janeiro de 2026

 Meu cérebro é a morada do meu espírito.

Amo este cara, meu bom amigo.

Basta eu pensar ir a Paris, jantar na Torre Eiffel.


Ir a Veneza, passear em uma gôndola,

Ir à Itália tentar desincrinar a torre de Pisa.

Visitar o batistério e a capela cistina.

Tudo isto, só em pensamentos, ou ter lido em uma revista.

Quem não tem nada para fazer, dá nisto, poxa, já são duas e meia, vou dormir.

Témanã.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

 Você deixou saudades, deste seu jeitinho de falar e sorrir.

Tocou profundo o coração do velho que pode ser seu avô.

Sinto tanta saudade de você, não sei se fico ou se vou.

Na cauda de um cometa, ou nas asas de um beija-flor.

Amo ser poeta, por ter grandes imaginações, que ultrapassam.

Às vezes, a realidade. Desta saudade que sinto de você..

Descaradamente, refiro minha idade. Não pretendo ser arcanjo, 

Quanto mais um velho papa anjo.

Escrito por José da Silva Caburé,  poesias, contos e versos.

Araruama.