quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

 Você me pede que eu deixe de sonhar:

Isto não pode ser, os sonhos são o meu modo de viver.

Às vezes, sou um lobo comandando uma matilha, ou uma águia harpia,

sobre as cordilheiras geladas, formando, ecos de meus pios. 

Às vezes sou um comodoro, comandando um navio.

São de sonhos, em sonhos, que eu vivo.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos & versos.

Araruama.