quinta-feira, 23 de julho de 2026

 

  • A fé em tempos de ruído e incerteza. Nos últimos tempos, nota-se um movimento crescente de vozes que se levantam para questionar a existência de Deus, a figura de Jesus Cristo e a importância dos ensinamentos bíblicos. Para muitos, esse cenário parece um verdadeiro enxame de dúvidas e críticas, onde a fé é frequentemente apontada como uma mera ferramenta de manipulação ou um costume do passado. No entanto, diante de tanta revolta e barulho, cabe a nós fazer uma pausa para refletir: por que a busca pelo sagrado ainda causa tanta reação? A história nos mostra que a fé genuína nunca se tratou de controle, mas sim de transformação interior. Enquanto as teorias humanas mudam com as épocas, a mensagem de amor, compaixão, perdão e esperança trazida por Jesus permanece como um farol para quem atravessa momentos difíceis. Deus não precisa de defesa para existir, pois Sua presença se manifesta diariamente nas coisas mais simples — na vida, no cuidado com o próximo e na paz que excede o entendimento. Questionamentos e dúvidas sempre fizeram parte da jornada humana. Contudo, em vez de responder à revolta com mais revolta, o papel daqueles que creem é responder com firmeza naquilo em que acreditam, mantendo o respeito e a serenidade. É o que pretendo fazer, Deus.
    Para mim, é ele, ele é o próprio universo. Que é o todo que existe, além dele está o infinito que é um papel branco para que Deus escreva os seus desejos.
    Conto na minha existência: já noventa anos, e nunca escutei ninguém se revoltar contra Deus como está acontecendo ultimamente. Se Deus fosse mau, ele exterminaria todos de uma só vez. Mas Deus é amor e sabedoria, ele vai existir eternamente. Que Deus dê o perdão a estes pobres de espírito.
    Escrito por José da Silva.
    Araruama.

sábado, 18 de julho de 2026

 Lembranças dos meus bons momentos do passado.

É bom sentir saudades; são coisas bonitas acontecidas no nosso passado.

Que ficaram embrulhadas com laços de fitas coloridas.  

Que ficaram gravadas para sempre no coração da gente.

Porque sentem saudades do passado em que foram felizes.

Estou retornando após muitos anos, para continuar a sonhar  estes sonhos divinos.

As maravilhosas companhias  que ficaram parte das noites comigo sobre o clarão da lua e das esytrelas.

Até o retorno do rei dos astros no romper da aurora. 

Estou de volta, minha flor, voltou o seu beija-flor para continuar a espalhar as sementes das lindas flores.

Saudades tenho de todos os dias da minha vida passada por onde andei.  

Hoje, já aos noventa anos, após ultrapassar o Cabo da Boa Esperança, por ser um marinheiro experiente.

Irei navegar de novo, mas sentado na proa enquanto meu filho comanda, eu tomo conta das grandes ondas.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 Suponho que deixarei de amar só após deixar de viver. Quando tinha trinta anos, amei uma mulher que tinha setenta e cinco anos, e nunca tive o que reclamar, pelo contrário, ela me amava tanto que até tinha dó, sempre querendo me agradar com presentes caros.

O qual nunca aceitava. Falava para ela que não eram os presentes dela que me conquistavam, era o seu lindo corpo e a sua bondosa e carinhosa alma que eu amava. Fiquei com ela até o dia de um acidente fatal que seifou sua vida com o automóvel que ela conduzia. Foi uma grande companheira, uma dama, uma linda mulher inteiramente. De alma pura e bondosa, uma verdadeira dama. Hoje, há muitos anos, passou. Dela, ainda sinto saudades.
Fez de mim um homem confiante.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.

domingo, 12 de julho de 2026

 O veleiro e o azul celestial:

Nessa tela fluida de um mar sem fim!

Onde o azul se faz altar.

Desliza um corpo  de branca quilha cujo único destino é navegar.

Não há fronteira entre a água e o céu, tudo é espelho, de um tom sagrado.

Um azul celestial, profundo e puro. Onde o próprio tempo parece parado.

O vento sopra sutil e leve, beija as velas que o peito estufa com o veleiro em sua dança.

Mansa as dores do mundo, apaga e abafa, ir em frente é sua sina sem pressa alguma de aportar.

Pois quem conhece esse azul divino, sabe que a vida é só se entregar sobre as verdes ondas do mar.

A alma voa como a gaivota que às vezes pousa na ponta do mastro para descansar.

Sua única companheira, a gaivota branca sobre o azul celestial. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 


domingo, 28 de junho de 2026

 Os importantes.

Com o tempo, pude notar certas pessoas que para mim eram importantes.

De almas bondosas por dentro das suas elegâncias.

Para mim, custou caro manter intacto o vidro que por dentro virou estilhaços.

O mundo aplaude a moldura enquanto a tela no escuro desbota. Pintam-se.

Dias de cores vibrantes, para cobrir de cinzas o que a alma  chora.

Colecionam-se olhares distantes de quem vê a capa, mas não lê a história.

Mas cansa o papel, desse momento de engolir o grito e fingir calmaria, pois nem um aplauso.

Cura o tormento de ser apenas o rascunho de uma lágrima na solitude de um coração transbordando de emoção.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

Muitos religiosos me deixam confuso sobre Deus.

Não quero acreditar que é Deus quem faz guerras, terremotos, maremotos e muitos outros fenômenos da natureza. Acho que Deus não faz maldade aos seus filhos, para que eles paguem os seus pecados. 

Deus é misericordioso, um ser bondoso que só faz o bem. Quem faz o mal é o diabo. Este sim, apoderou-se. Da maioria dos homens, principalmente dos mais poderosos que assumem os maiores cargos políticos.

E  se transformam nos Deuses dos poderes. Estes sim, só fazem o mal. E não Deus que só faz o bem.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias,

 contos e versos.

Araruama.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Muita gente almeja um sonho a realizar, comprar um par de alianças e na igreja com ela se casar. Senti o mesmo desejo, meu sonho realizei, comprei um par de alianças, feliz na igreja com ela casei, mas durou pouco a nossa união, sofri como um louco a nossa separação, mas não  lamentarei a nossa separação, o destino assim quis, não é um par de alianças que faz um casal feliz.

 

Isto são coisas do meu pensamento:

O artificial é um modo representativo da mente humana.

Seja uma peça teatral ou uma escultura, ou qualquer outra que faça parte do invencionismo.  

São criações de pessoas que merecem os direitos preservados de suas obras. Mesmo que exista discordância sobre o gênero, penso eu que todas as coisas podem ser modificadas para o seu aperfeiçoamento. Exemplo. A inteligência artificial está sendo uma coisa boa, criativa de um novo modo de ensinamento geral. Acho que ela veio para ficar, tenho a certeza de que ela, mesmo sendo boa, vai querer se aperfeiçoar cada vez mais.

Escrito por José da Silva Caburé.

Araruama.

domingo, 21 de junho de 2026

 Meus pensamentos:

O que adianta os sábios, a cada época, descobrirem coisas boas para a humanidade?

Ao mesmo tempo, em todo setor industrial, laboratorial, espacial, descobrir e fabricar artefatos que conseguem destruir a Terra? Enquanto as nações juntas não derem as mãos, para mim, estes sábios têm um cérebro do maior inimigo de Deus. Apropria-se da inteligência do satanás. Penso que foi o próprio homem quem destruiu todos os planetas onde um dia foi sua morada. Penso que essa vontade de retornar em naves espaciais está no gene do homem. Uma fagulha de lembrança de um passado bem distante de um espírito interplanetário. Homens sábios, tenham em mente que todos os minerais da terra vão ser extintos. Basta um deles, a água. Sem ela não haverá oxigênio, sem ele nem o fogo existirá. Não queiram destruir o seu último habitat.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.