sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Hoje em dia, só acredito em mim, e a natureza. O que eu mais acreditava e admirava, só foi um sonho. Este sonho em mim deixou de existir. Se tal coisa acontecer, vou deixar de acreditar, em tudo até que a nossa bandeira era verde amarela, quem tinha a obrigação de cuidar dela amarelou=se, ela envergonhada envermelhou=se; para mim que eu os admirava o verde oliva, dos botões dourados, amarelarão=se e ficaram desbotados; e quem os vestes para sempre estarão ajoelhados e envergonhados. Que pena eu não ter estudado e servir a minha pátria como um simples soldado, e não ter o privilégio de usar o verde oliva com quatro estrelas e os botoes dourados e ter o saco arroxeado. Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos. Araruama; 30/12/2022.