sábado, 1 de dezembro de 2018

Academia Mundial de Cultura e literatura.
Acadêmico; José da silva caburé
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;104,.
loucura de amor;
Ontem tu me disseste o que eu tanto desejava.
os teus lábios sussurraram diziam que me amava,
Tu es a rosa, sempre meiga graciosa,rainha das flores,
Tu es a rosa simbolo do amor;
Neste mundo não existe nem poderá existir
o quanto eu a amo e te quero e sofro por ti,
mas este amor é loucura, não devemos continuar,
sei que outro tu amas , e eu tenho a quem amar.
Tu sabe  que somos casados, e temos filhos para criar,
apesar de amar mus tanto, precisamos terminar,
terminado com um sorriso pra depois não chorar mus.!!!
Escrito por José da silva caburé; poesias, contos & versos;
Araruama; 01/12/2018.
Academia Mundial de Cultura e Literatura.
Acadêmico José da silva caburé.
Patrono Raul Seixas.
Cadeira 104.
A minha casa, o meu jardim e o meu amor.
A minha casa é um sobrado onde tem uma varanda de canto a canto, no andar de cima, que se vê de norte a sul.
O quintal é um grande jardim com flores variadas, como rosas, jasmim, orquídeas, e outras mais.
No meio do jardim tem uma longa passarela acimentada, é um jardim muito bonito, que, para mim,
 É um pedaço do paraíso. A minha companheira é uma dama muito bonita e elegante, sempre está bem vestida, os seus movimentos são de uma garça, passos cadenciados, como se estivesse dançando uma valsa, leve como uma pluma. Todas as tardes, ela se veste com um de seus vários vestidos longos e passeia no jardim. Quando ela sai, vou para a varanda do andar de cima, fica admirando. Me encanto, 
Vê aquela linda dama, elegante como seu vestido longo, se arrastando parecendo uma noiva indo para o altar. Com passos cadenciados, sem pressa em chegar. O meu coração fica em festa, vendo-a acariciando as flores do jardim. Logo à frente tem um chafariz, onde bebem água os passarinhos. Atrás do chafariz tem uma ramada de maracujá, onde vagueiam os beija-flores. No final do jardim tem um caramanchão onde tem uma mesa e cadeiras, é seu lugar preferido. Fico olhando orgulhoso, por Deus ter me dado este tesouro. Logo desço a escada, pego na adega uma garrafa de um bom vinho. Indo ao seu encontro. Quando ela me vê, fica sorridente, para mim parece estar diante de uma rainha. Ela afasta a saia para que eu me sinta juntinho dela. Abraçamos e nos acariciamos, apaixonadamente, abro a garrafa e encho as nossas taças, de tragos e tragos vamos degustando o saboroso vinho. A noite vem, as luzes acendem, a lua cheia e as estrelas refletem em seus lindos olhos verdes, como duas esmeraldas.
Eu a abraço, deitando-a em meus braços. Selando em um longo beijo. Deus, não tenho o direito de pedi-lo mais nada, só tenho o dever em agradecê-lo, porque o senhor já me deu tanto, que às vezes penso que o senhor gosta tanto de nós dois, como gostamos do senhor. Lembro que neste ano completaremos oitenta e oito anos, com saúde e felicidade. Em cada dia que passa, nós nos amamos cada vez mais, assim como amamos o senhor. Nós lhes agradecemos por ter nus dado muitas coisas boas,
 Nas nossas vidas. A maior riqueza que me deste foi esta joia rara, esta valiosa esmeralda que é meu grande amor.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos & versos.
Araruama.