domingo, 22 de novembro de 2020

 Sou o que sou, faço o que posso, 

não imito a ninguém.

Não tenho quase nada, mas dou valor o pouco 

que tenho.

Sou livre iguais  aos os ciganos. a minha casa 

é o mundo, o sol a lua e as estrelas. rios montes 

cachoeiras  cascatas e as verdes matas, e o cantar 

dos passarinhos. 

sou de estatura pequena  chegando  a ser feio  sobre 

os olhos alheio, mas tenho uma rainha a final sou rei,;

elas tem o poder de me olhar e me ver por dentro,   

porque Deus  assim as fez  ciganas e rainhas  para 

povoar a terra e fazer  os homens felizes. são as 

flores de todos os jardines do mundo, belas e cheirosas. 

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama. 22/11/2/020



 Vá saudades. 

Que nos meus sonhos recordo.

Dá vida-passada, vazia e morta.

Um sino distante badala a ave Maria,

como se tocasse para alguém de uma 

saudade infinita, dos poemas bonitos,

para alguém escritos por mim.

Solidão de José, neste silêncio em 

busca de ti.

Vá saudades que em sonhos recordo,

todos os momentos de um passado, 

da fonte da vida, e da luz que brilhava em mim, 

hoje e um novo dia, sou como uma ave sozinha,

mas que ainda posso voar, em vento forte, 

ou em uma suave brisa, mas não pode pousar 

em seu próprio ninho.

Tenho que continuar a voar, levando em meu bico

as minhas poesias, para ofertá-la a quem abrir o 

seu coração para que eu possa pousar para sempre

e nunca mais voar novamente. Em troca prometo, 

a pagá-la com muito amor e carinhos, 

A vida sem amor é uma vida vazia.

Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos.

Araruama; 05/05/2024.


quinta-feira, 19 de novembro de 2020




 Maria;

Maria e um nome tão doce, 

nome de santa parece,

Que o diga como se fosse ,

o resumo de uma prece.

Tem tão mística doçura,

abre se asas a fantasias, Maria"

 os lábios murmuram, e a alma ecoa ,

"ave Maria"

Mal sabes tu que despreza, os olhos 

com que te sigo,  que os meus olhos 

são rezas, ditas baixinhas comigo.....

Mas sabes santa Maria , que tudo que sonho,

e penso , para paira e erradia, como entre 

nuvens  de incenso, murmúrio devotamente 

em oração se levanta no meu êxtase  de um crente;

A tua imagem de Santa , e então a alma  é o olhar, 

submersos  no clarão de lampadário, vou desfiando 

estes versos como as contas de um rosário; 

 Assim obtive o amor de Maria, na penumbra de um 

lampadário, (O Maria tu es uma rainha.)

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos;

Araruama; 19/11/2020.



 Privatizações;

Eu sou de acordo que exista as estatais

mas que nunca seja de cargo politico.

sou de acordo que os seus diretores e o presidente sejam

formados dentro da  própria empresa. e não colocar nela 

algum político criador de vacas ou plantador de batatas

que não sabe nada em fabricar dinheiro, ou fundir e cunhar 

moedas.    

Esta para acontecer a maior aberração se for concretizada,

a privatização da casa da moeda, ela faz parte estratégica

da segurança do Brasil. mesmo ela sendo vigilante ainda 

acontece  falsificações. e como  ficara nas mãos de desconhecidos. 

de influência  estrangeira, de regime  não democrático,; ela deveria

ser subordinada ao ministério da guerra, se tal acontecer, dela  ser

privatizada, Este gigante adormecido  que está em berço esplendido,

será apunhalada dormindo.!!!  

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama; 19/11/2020.



quarta-feira, 18 de novembro de 2020

 Minha paixão;

Clamo e não reclamo, e não recuo;

avanço rastejando, vou de olhos fechados,

com a alma pura  a procura dos seus lábios ,

bela airosa, e altiva, você mulher  que eu

sempre sigo, e cortejo, lindo é o seu corpo 

e os seus doces lábios. a espera dos meus beijos.

Alma serena pura e casta, que tanto persigo, com 

os meus sonhos de amor e pecados, abençoado seja 

se assim possa morrer. assim penso ou me engano, 

como não sentisse, que dentro do meu peito pulsa 

um coração humano, eu que sempre te amei, ajoelho 

aos teus pés, neste mesmo chão que já beijei chorando 

e declarando o meu amor por você, mulher amada,   

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos,

Araruama. 18/11/2020.


 A velhice,

A minha maior tristeza é ter ficado velho tão depressa.

que nem vi o tempo passar. eu nem mais me lembro da minha idade.

e eu sempre querendo namorar, mas descobri que eu não sou o culpado,

eu quando dormia o meu espirito zombeteiro saia do meu corpo nos fins 

de semanas, e ia vadiar, me deixando dormindo ele acha que a sua idade 

é ainda de vinte e cinco anos; olha que falta de consideração, com este 

pobre ancião, já com oitenta e quatro anos, de idade isto é maldade, 

quando ele volta eu acordo, todo quebrado e suado, olhos inchados, 

pernas doloridas, igual a um cão abandonado, abanando o rabo, de 

língua pra fora, de cansado ; ai que espirito zombeteiro entra no meu corpo

e vai dormir mas a minha vingança  esta perto logo, logo. vou morrer, sem 

o meu corpo o zombeteiro nada poderá fazer,

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama. 18/11/2020.  


 Aves de rapina.

Eu sou o zé, caburé, primo da coruja,

somos aves de costume noturno,

Rapina porque o nosso alimentamos  

de insetos, e pequenos animais, como

sapinhos pererecas, e pássaros, o que

mais gostamos é de perereca,  porque

tem a carne macia são saborosas. tem 

perereca de várias cores, tem uma de 

cor vermelha que são venenosas, os 

índios usa o veneno que se encontra 

na sua pele para envenenar as suas 

flechas, eu sempre ouvi falar que

tem uma espécie de perereca em

uma tal praça paris, eu estou 

indo lá quero experimentar e 

saborear a carne desta tais famosas 

perereca da tal praça paris, só não

vou revelar o nome desta Cidade. 

chegando lá encontrei a minha prima

coruja, olá primo caburé o que  você

esta fazendo tão longe  você não  mora

na região dos lagos sim prima  mais 

vim matar a minha curiosidade sobre 

essas perereca desta tal praça  paris 

não é aqui, sim primo aqui tem muitas 

ola aquele linda perereca loira, mas 

como você e da família  não vou 

deixar você entrar em uma fria. fria 

prima  porque fria?  disfarça e olha

dando um vou rasante e olhe 

por baixo da saia dela, e lá foi eu 

todo curioso, meu Deus eu vi foi 

uma baita de uma cobra, surucucu, 

sai de lá com uma vergonha danada, 

nem despedi da minha prima coruja, 

aquele lugar esta bem e para a ave seriema,

 que só alimenta de cobras. 

Amigo zé aprenda perereca rameira só 

se encontra no mato mas nunca desista, 

delas pois são saborosas e tem a carne macia, 

não existe carne mais gostosa que carne de 

pererecas, para uma coruja  gaviões e águias .

e caburés, o que você viu lá na praça paris, 

depois eu escrevo uma carta pra você  aprender..

Escrito por José da silva caburé poesias contos e versos, 

Araruama. 18/11/2020.