terça-feira, 11 de agosto de 2026

 Sou um homem que ama quando é amado.

Não prendo a quem me ama, em uma gaiola.

Se ela deixar de me amar, a porta sempre ficará aberta para que ela possa voar.

Como não tenho asas, voo em pensamentos, tomando banho nas cachoeiras.

Passeio entre as flores de um jardim, às vezes navego em um veleiro no mar azul.

Adorando  as estrelas e o clarão da lua até o raiar da aurora, quando a estrela d'alva vai embora.

Abrindo no espaço para que o rei dos astros comande o dia até o esplendor do luar.

Sempre foi assim a vida de um sonhador.

Que já degustou todos os sabores do melhor champanhe francês, ao bom vinho português

Mas nenhum compara a um beijo da mulher amada.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias,

 contos e versos.

Araruama.


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