sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

 Zarpa, destemida  comodora, comandando seu destino.

Nas ondas verdes dos mares do mundo inteiro.

Vou à gaivota branca, faz de suas asas as velas do seu saveiro.

Abre asas as fantasias, viva a realidade, não uma ilusão vazia.

Vagueia na imensidão do vasto horizonte, como uma criança 

Embalança-se em uma gangorra, cavalgando as ondas dos verdes mares,

da vida. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


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