Zarpa, destemida comodora, comandando seu destino.
Nas ondas verdes dos mares do mundo inteiro.
Vou à gaivota branca, faz de suas asas as velas do seu saveiro.
Abre asas as fantasias, viva a realidade, não uma ilusão vazia.
Vagueia na imensidão do vasto horizonte, como uma criança
Embalança-se em uma gangorra, cavalgando as ondas dos verdes mares,
da vida.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.
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