Academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;109
O dinheiro não compra o amor;
não quero que goste de mim só
pelo o meu dinheiro, se eu gosto
de você é do seu corpo inteiro,
O que me adianta ser rico se não
tiver o seu amor, todo esse meu
dinheiro não teria nem um valor.
com ele posso comprar quase tudo
menos a minha felicidade,
se você quiser darei todo o meu
dinheiro para uma casa de caridade,
entroco só para ficar com você,
este meu amor é quase loucura ,não
tem medicamento que o cure,
preciso me controlar, e rever esse
jeito de te amar, ou ficar louco,
é um louco não conhece o amor,
que é uma loucura,não conhecer
o amor, se ele soubesse louco como
eu por você ia ficar curado, pela a
força do um amor aloucado.
para que isto não aconteça preciso
do seu corpo para que eu seja exorcizado.
e ser o meu asilo onde o meu dinheiro foi
depositado só para tela ao meu lado!!!.
Escrito por José da silva, caburé, poesias,
contos & versos;
Araruama; 30/07/2018.
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
segunda-feira, 30 de julho de 2018
domingo, 29 de julho de 2018
Academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico honorário; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;109.
Eu tenho orgulho do que fui e do que sou;
nasci no campo, dele eu sei tudo;
dos tempos dos carros de boie e das tropas
de burros, era o trasporte da quele época. .
viajava pelo o brasil inteiro , parabém para
os carreiros e tropeiros, que ajudaram a formar
o no pais,
Da cana aprendi a fazer a cachaça, rapadura ,
melado e assucara mascavo,
da mandioca a farinha o polvilho a tapioca,
do milho o fuba , a canjica e a maizêna..
da mamona o azeite pra as lamparinas e os
candeeiros , e para untar os arreios , e os eixos
dos carros de bois,
o café era socado no monjolo assoprado e torrado
para fazer o pó, e o resto era vendido ,
das vacas vinha o leite onde fazia os queijos manteiga
de garrafa,
mesmo ser ser formado em veterinária fazia parto das
vacas e até cesarianas. mochava os bezerros com ferro
quente na brasa .
no campo tudo era na pratica passada de pai pra filho,
não tem nada na teoria,
passei três anos no amazônia junto como meu pai,
abrindo picada pra retirar madeira de lei , conheci
um velho indio que me ensinou , todas as coisas de
sobrevivência, beber água de cipó, onde não tiver água,
comer todos os frutos que os pássaros comem.
conhecer as ervas que curam , mordida de cobra febre malaria
e muitas outras doenças, se quiser pescar é só procurar o cipó timbó,
maceta- lo amara uma rolo e jogar na água , mata peixe de montão.
eu fui um vira mundo que aprendeu quase tudo. mesmo com pouco
estudo, mas tenho a consciência que ainda tenho muito que aprender
ate morrer e ainda morrerei devendo pois o mundo esta sempre evoluindo.
aprendi a ser um guerreiro no exercito brasileiro,
da fui para a capital do pais Rio de Janeiro em 1948 trabalhei na feira.
aprendi a profissão de alfaiate,tintureiro e sapateiro, e no final um bom
emprego em uma companhia estatal , foi ai que a minha vida melhorou.
me tornei um boêmio,todas as sextas feira a noite ai para a cinelândia
onde tem ate hoje um grande bar na esquina enfrente ao teatro municipal .
sempre em minha mesa tinha uma linda companhia eu sempre gostei de
escrever poesias as mesas eram espalhada na larga causada onde podia ver
as estrelas e a lua, era onde vinha a inspiração, a florista passava comprava
um botão de rosa vermelha, e dava pra a minha companheira, e escrevia uma
poesia ou uma canção. isto já a anos. atras nesta época eu estava com vinte e
cinco anos para oitenta e dois é bastante tempo, poxa mais parece que foi ontem
este meu espirito sempre foi zombeteiro, vá se manifestar em outro terreio amigo
você sempre foi um bicão . eu certeza eu tenho tem muitos poemas espalhados
por este mundão. .
Escrito por José da silva caburé.
Araruama; 29/07/2018.
Acadêmico honorário; José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;109.
Eu tenho orgulho do que fui e do que sou;
nasci no campo, dele eu sei tudo;
dos tempos dos carros de boie e das tropas
de burros, era o trasporte da quele época. .
viajava pelo o brasil inteiro , parabém para
os carreiros e tropeiros, que ajudaram a formar
o no pais,
Da cana aprendi a fazer a cachaça, rapadura ,
melado e assucara mascavo,
da mandioca a farinha o polvilho a tapioca,
do milho o fuba , a canjica e a maizêna..
da mamona o azeite pra as lamparinas e os
candeeiros , e para untar os arreios , e os eixos
dos carros de bois,
o café era socado no monjolo assoprado e torrado
para fazer o pó, e o resto era vendido ,
das vacas vinha o leite onde fazia os queijos manteiga
de garrafa,
mesmo ser ser formado em veterinária fazia parto das
vacas e até cesarianas. mochava os bezerros com ferro
quente na brasa .
no campo tudo era na pratica passada de pai pra filho,
não tem nada na teoria,
passei três anos no amazônia junto como meu pai,
abrindo picada pra retirar madeira de lei , conheci
um velho indio que me ensinou , todas as coisas de
sobrevivência, beber água de cipó, onde não tiver água,
comer todos os frutos que os pássaros comem.
conhecer as ervas que curam , mordida de cobra febre malaria
e muitas outras doenças, se quiser pescar é só procurar o cipó timbó,
maceta- lo amara uma rolo e jogar na água , mata peixe de montão.
eu fui um vira mundo que aprendeu quase tudo. mesmo com pouco
estudo, mas tenho a consciência que ainda tenho muito que aprender
ate morrer e ainda morrerei devendo pois o mundo esta sempre evoluindo.
aprendi a ser um guerreiro no exercito brasileiro,
da fui para a capital do pais Rio de Janeiro em 1948 trabalhei na feira.
aprendi a profissão de alfaiate,tintureiro e sapateiro, e no final um bom
emprego em uma companhia estatal , foi ai que a minha vida melhorou.
me tornei um boêmio,todas as sextas feira a noite ai para a cinelândia
onde tem ate hoje um grande bar na esquina enfrente ao teatro municipal .
sempre em minha mesa tinha uma linda companhia eu sempre gostei de
escrever poesias as mesas eram espalhada na larga causada onde podia ver
as estrelas e a lua, era onde vinha a inspiração, a florista passava comprava
um botão de rosa vermelha, e dava pra a minha companheira, e escrevia uma
poesia ou uma canção. isto já a anos. atras nesta época eu estava com vinte e
cinco anos para oitenta e dois é bastante tempo, poxa mais parece que foi ontem
este meu espirito sempre foi zombeteiro, vá se manifestar em outro terreio amigo
você sempre foi um bicão . eu certeza eu tenho tem muitos poemas espalhados
por este mundão. .
Escrito por José da silva caburé.
Araruama; 29/07/2018.
Se curvo -me ante a beleza de ser
ás vezes zombo de mim mesmo ao
término de uma inteligente e aguçada
constatação, Ermitão do insólito, poeta
da dúvida,por ser dúvida, fruto de uma
premissa lógica, mas nego, afirmo e não
duvido, de nada prisioneiro sem grade desse
silencio eterno .!!!
Raul seixas= escrito por José da silva caburé.
poesias contos & versos;
Araruama; 29/07/ 2018.
ás vezes zombo de mim mesmo ao
término de uma inteligente e aguçada
constatação, Ermitão do insólito, poeta
da dúvida,por ser dúvida, fruto de uma
premissa lógica, mas nego, afirmo e não
duvido, de nada prisioneiro sem grade desse
silencio eterno .!!!
Raul seixas= escrito por José da silva caburé.
poesias contos & versos;
Araruama; 29/07/ 2018.
Academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico honorário; José da silva caburé.
Patrono; Raul seixas;
Cadeira;109.
Não se desespere, não fique triste,
a vida não é só solidão, a felicidade existe;
ela ando por ai , quando bem não espera
ela aparece em qualquer esquina....
A felicidade não tem idade comprovada,
ela é como uma criança, que gosta de brincar
com a gente, como agora ela esta brincando
com você, ela quer muito mais que ser só seu
amigo.
Escrito por José da silva caburé, poesias contos
& versos;
Araruama; 29/07/2018.
sábado, 28 de julho de 2018
academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico ;José da silva caburé
Patrono Raul seixas.
Cadeira;109..
Eu sou filho da natureza,
exóticas bonitas ou feias,
cada ser são diferentes,
cada um com om seu jeito
de ser, dentro de cada uma
tem sementes, e cada uma
com a sua beleza,
Na plenitude da vida aprendi
muitas coisas feias ou bonitas,
boas ou ruins.
todas nascem e morem , nem
uma tem vida etera, somos como
as flores, cada uma tem o seu
tempo de vida, o único que nasce
e more é o sol mesmo sem gerar
sementes. ele tem a vida eterna.
toda a natureza vegetal e animal
se reproduzem por sementes,
o homem são iguais as arvores,
que também dão sementes e frutos.
e as mulheres são como uma terra
fertil, que fazem germinar as
sementes dos homens,
é assim que eu compreendo a vida,
eternas, entre os seres viventes;
um casal entre duas famílias se não
deixar filhos esta família sera extinta
eternamente,porque não produziram
sementes.!!!
Escrito por José da silva caburé,
poesias, contos & versos.;
Araruama; 28/07/2018.
Acadêmico ;José da silva caburé
Patrono Raul seixas.
Cadeira;109..
Eu sou filho da natureza,
exóticas bonitas ou feias,
cada ser são diferentes,
cada um com om seu jeito
de ser, dentro de cada uma
tem sementes, e cada uma
com a sua beleza,
Na plenitude da vida aprendi
muitas coisas feias ou bonitas,
boas ou ruins.
todas nascem e morem , nem
uma tem vida etera, somos como
as flores, cada uma tem o seu
tempo de vida, o único que nasce
e more é o sol mesmo sem gerar
sementes. ele tem a vida eterna.
toda a natureza vegetal e animal
se reproduzem por sementes,
o homem são iguais as arvores,
que também dão sementes e frutos.
e as mulheres são como uma terra
fertil, que fazem germinar as
sementes dos homens,
é assim que eu compreendo a vida,
eternas, entre os seres viventes;
um casal entre duas famílias se não
deixar filhos esta família sera extinta
eternamente,porque não produziram
sementes.!!!
Escrito por José da silva caburé,
poesias, contos & versos.;
Araruama; 28/07/2018.
Academia mundial de cultura e literatura;
Acadêmico honorário; José da silva caburé;
Patrono Raul Seixas.
Cadeira;109..
Um lutador em busca do amor;
Clamo , não reclamo., e não recuo.
avanço e até rastejo, vou de olhos fechados
a procura dos teus beijos;
Bela e airosa, e altiva rainha que eu sigo,
em cortejo lindo o seu corpo, os lábios a
espera de um beijo.
Alma serena e casta,que eu tanto persigo,
com os meus sonhos de amores e pecados.
abençoados sejam que assim eu possa morrer,
Assim comigo eu penso ou estou enganado?
como se não sentisse que dentro do meu peito,
pulsa um coração humano; eu que sempre o amei
ajoelho aos seus pés, neste mesmo chão que já beijei.
chorando e declarando todo o meu amor.por você.aceita
ou não? siga o seu coração esto cercado pelo os seus guardas
mais pelo o seu amor não me importa morrer. a minha salvação
só dependo do seu sim !!!!
Escrito por José da silva. caburé, poesias contos & versos.;
Araruama; 28/07/2018.
Acadêmico honorário; José da silva caburé;
Patrono Raul Seixas.
Cadeira;109..
Um lutador em busca do amor;
Clamo , não reclamo., e não recuo.
avanço e até rastejo, vou de olhos fechados
a procura dos teus beijos;
Bela e airosa, e altiva rainha que eu sigo,
em cortejo lindo o seu corpo, os lábios a
espera de um beijo.
Alma serena e casta,que eu tanto persigo,
com os meus sonhos de amores e pecados.
abençoados sejam que assim eu possa morrer,
Assim comigo eu penso ou estou enganado?
como se não sentisse que dentro do meu peito,
pulsa um coração humano; eu que sempre o amei
ajoelho aos seus pés, neste mesmo chão que já beijei.
chorando e declarando todo o meu amor.por você.aceita
ou não? siga o seu coração esto cercado pelo os seus guardas
mais pelo o seu amor não me importa morrer. a minha salvação
só dependo do seu sim !!!!
Escrito por José da silva. caburé, poesias contos & versos.;
Araruama; 28/07/2018.
sexta-feira, 27 de julho de 2018
Academia mundial de cultura e literatura.,
Acadêmico honorário,; José da silva caburé
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;109.
Estive internado no hospital em coma durante dois dias
com febre de quarenta graus e a pressão vinte e dois por doze.
e sonhei com você . só não posso revelar o seu nome mas te prezo
muito para mim você e muito importante. de você não consigo
esquece-la um só instante , estas palavras são as mais verdadeiras....
Minha rainha se você pudesse ouvir o meu coração.
acreditaria pois você ouviria de quem me da a vida.
e a ti, eu daria a minha própria vida;
Palavras ditas e escritas, o papel envelhece, e desbota,
e apaga as letras., é como a morte de uma vida.
A boca abre e fecha, para exprimir palavras vazias,
só as palavras sinceras que você ouviu do meu coração;
formou uma canção Meu amor, minha amada, minha rainha.
Idolatrada, ti amarei por toda a minha vida, .
Escrito por José da silva caburé . poesias, contos, & versos;
Araruama; 27/07/2018.
.
Acadêmico honorário,; José da silva caburé
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;109.
Estive internado no hospital em coma durante dois dias
com febre de quarenta graus e a pressão vinte e dois por doze.
e sonhei com você . só não posso revelar o seu nome mas te prezo
muito para mim você e muito importante. de você não consigo
esquece-la um só instante , estas palavras são as mais verdadeiras....
Minha rainha se você pudesse ouvir o meu coração.
acreditaria pois você ouviria de quem me da a vida.
e a ti, eu daria a minha própria vida;
Palavras ditas e escritas, o papel envelhece, e desbota,
e apaga as letras., é como a morte de uma vida.
A boca abre e fecha, para exprimir palavras vazias,
só as palavras sinceras que você ouviu do meu coração;
formou uma canção Meu amor, minha amada, minha rainha.
Idolatrada, ti amarei por toda a minha vida, .
Escrito por José da silva caburé . poesias, contos, & versos;
Araruama; 27/07/2018.
.
Academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico honorário, José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;109.
Alma sofredora, espirito desinquieto;
de uma criança pobrezinha maltrapilha,
quando viu a sua ultima irmanzinha morta
em cima de um mesa.em um caixãozinho
feito de caixote,ela só vivei seis mezés,
morri de medo quando vi sair de cima
do seu esquife uma pomba branca eu senti
o vento das suas asas e ela saindo pela a janela
que estava fechada isto já era de madrugada
digo isto porque ouvia o cantar do galo.
como seria bom se ela aparecesse outa vez
para mim, seria como o céu estivesse em festa. ,
os anjos tocando as trombetes. e São pedro abrindo
abrindo a porta do céu, o meu coração repicaria em
rítmo acelerado,, vendo ela altaneira sendo homenageada.
com uma coroa prateada, ,cravejada de brilhante e esmeralda,
ela é uma pomba branca, que em minha mente ficou gravado,
desde os meus sete anos, vi ela saindo de cima da minha Irma
já morta.ela só teve seis mezés de vida, é por isto que eu acredito
no Divino Espirito Santo.,
escrito por José da silva caburé., poesias contos & versos;
Araruama;27/07/2018. .
Acadêmico honorário, José da silva caburé.
Patrono; Raul Seixas.
Cadeira;109.
Alma sofredora, espirito desinquieto;
de uma criança pobrezinha maltrapilha,
quando viu a sua ultima irmanzinha morta
em cima de um mesa.em um caixãozinho
feito de caixote,ela só vivei seis mezés,
morri de medo quando vi sair de cima
do seu esquife uma pomba branca eu senti
o vento das suas asas e ela saindo pela a janela
que estava fechada isto já era de madrugada
digo isto porque ouvia o cantar do galo.
como seria bom se ela aparecesse outa vez
para mim, seria como o céu estivesse em festa. ,
os anjos tocando as trombetes. e São pedro abrindo
abrindo a porta do céu, o meu coração repicaria em
rítmo acelerado,, vendo ela altaneira sendo homenageada.
com uma coroa prateada, ,cravejada de brilhante e esmeralda,
ela é uma pomba branca, que em minha mente ficou gravado,
desde os meus sete anos, vi ela saindo de cima da minha Irma
já morta.ela só teve seis mezés de vida, é por isto que eu acredito
no Divino Espirito Santo.,
escrito por José da silva caburé., poesias contos & versos;
Araruama;27/07/2018. .
quarta-feira, 25 de julho de 2018
Academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico honorário ; José da sivva caburé, poesias, contos &nversos.
E um muro velho ou um edifício abandonado;
um retrato na parede,sem legenda, no meio de
muitos outros só nele não foi escrito nada,
ele só representa uma tatuagem.,em um velho
muro estampado, ele não tem nem uma importância
é só mente uma tatuagem;
Qual sera a impressão nas pessoas que visita esta exposição?
sobre este retrato já velho e desbotado,se tinha alguma coisa
foi borrado, e com o tempo esta sendo apagado, esto pensando
neste momento, sera que foi escrito algum elogio ou um xingamento,
que alguém não tenha gostado,é só um historia de um simples retrato
tatuado. "muro velho ou edifício abandonado garrancho pretos indecifráveis"
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 25/07/2018. .
Acadêmico honorário ; José da sivva caburé, poesias, contos &nversos.
E um muro velho ou um edifício abandonado;
um retrato na parede,sem legenda, no meio de
muitos outros só nele não foi escrito nada,
ele só representa uma tatuagem.,em um velho
muro estampado, ele não tem nem uma importância
é só mente uma tatuagem;
Qual sera a impressão nas pessoas que visita esta exposição?
sobre este retrato já velho e desbotado,se tinha alguma coisa
foi borrado, e com o tempo esta sendo apagado, esto pensando
neste momento, sera que foi escrito algum elogio ou um xingamento,
que alguém não tenha gostado,é só um historia de um simples retrato
tatuado. "muro velho ou edifício abandonado garrancho pretos indecifráveis"
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 25/07/2018. .
terça-feira, 24 de julho de 2018
Academia mundial de cultura e literatura.
Acadêmico honorário; José da silva caburé.
Patrono; Raul seixas.
Cadeira;109..
Acorde amor o sonho acabou;
Abra os seus olhos e vaja tas belezas,
da natureza, a ti convidar, para andar
descalça na branca e fina areia, a beira
do mar;
Erga de novo o seu castelo. que as ondas levaram.
O tempo não para, e o passado não volta, só as
lembranças ficara, tome coragem que a ladeira não
é tão íngreme que não consiga desse la. e se cansares
terás os meus braços pra te amparar, não o abandonarei
nunca ficaras só, deite em meu colo, no banco da praça,
e adormeça, e acorde ouvindo, as ondas serenas e suaves
mente quebrando na branca areia, acorde a sua criança,
e erga de novo o seu castelo, e que seja mais bonito, que o
outro que as ondas levaram ...
sonhe de novo pois a vida não acabou, foi só um sonho, e você
acordou; E aquela solidão as águas levaram nunca estarás sozinha,
me de a sua mão, e vamos passear na areia catando conchinhas como
duas crianças de alma limpa e pura, como borboletas querendo voar.!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 24/07/2018.
Acadêmico honorário; José da silva caburé.
Patrono; Raul seixas.
Cadeira;109..
Acorde amor o sonho acabou;
Abra os seus olhos e vaja tas belezas,
da natureza, a ti convidar, para andar
descalça na branca e fina areia, a beira
do mar;
Erga de novo o seu castelo. que as ondas levaram.
O tempo não para, e o passado não volta, só as
lembranças ficara, tome coragem que a ladeira não
é tão íngreme que não consiga desse la. e se cansares
terás os meus braços pra te amparar, não o abandonarei
nunca ficaras só, deite em meu colo, no banco da praça,
e adormeça, e acorde ouvindo, as ondas serenas e suaves
mente quebrando na branca areia, acorde a sua criança,
e erga de novo o seu castelo, e que seja mais bonito, que o
outro que as ondas levaram ...
sonhe de novo pois a vida não acabou, foi só um sonho, e você
acordou; E aquela solidão as águas levaram nunca estarás sozinha,
me de a sua mão, e vamos passear na areia catando conchinhas como
duas crianças de alma limpa e pura, como borboletas querendo voar.!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos;
Araruama; 24/07/2018.
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