Uma ó menagem a mamona,;
Á Petrobrás de antigamente,
Nos tempos da escravidão.
não a via luz elétrica ;
se alumiava com o candeeiro ,
ou a lamparina abastecidos com
o azeite da mamona;
os escravo recolhia os cachos e
colocava no terreiro para secar,
Quando o sol os aquecia depois
de um certo tempo, as mamonas
começava a estalar, era como tiro
de uma espoleta, e os caroços saltavam
bem alto, para todos os lados,
eram recolhidos e torrado em um tacho,
depois de torrado era socado no pilão ou
no monjolo,eram bem amassados,
levado para o tacho com água, que ao
ferver levantava o azeite. que era recolhido
com as palmas das mãos espalmadas,
que era passado para outro tacho para depura lo
com a fervura retirando toda a água, era assim que
na queles tempos alumiava a fazenda da sinhá e
do sinhô e da senzala,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 21/11/2016
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
Fiat lux , vaga lume, a noite escura,
relampeja, vejo o caminho,
vago sozinho, a sua procura,
o que eu não faço, por um
abraço e um beijo,
nesta história gostei do pre faço ,
abre se a porta, de toque em toque,
afinal te encontrei, estamos juntos,
tudo em silencio, bocas coladas selada
em beijos, mãos agitadas , suspiro e desejos,
logo foi quebrado o silencio, quase um grito,
corações disparados, corpos molhados,
no lençol branco alvaiado, ovos quebrados,
ela era uma virgem.
Escrito por José da silva contos & versos.
Araruama; 20/11/2016.
relampeja, vejo o caminho,
vago sozinho, a sua procura,
o que eu não faço, por um
abraço e um beijo,
nesta história gostei do pre faço ,
abre se a porta, de toque em toque,
afinal te encontrei, estamos juntos,
tudo em silencio, bocas coladas selada
em beijos, mãos agitadas , suspiro e desejos,
logo foi quebrado o silencio, quase um grito,
corações disparados, corpos molhados,
no lençol branco alvaiado, ovos quebrados,
ela era uma virgem.
Escrito por José da silva contos & versos.
Araruama; 20/11/2016.
sábado, 19 de novembro de 2016
A muitos anos atrás eu ainda não era nascido,
uma linda estrela se explodiu, espalhando os
seus pedacinhos por todo o universo,
um destes pedacinhos atingiu a minha futura mãe,
e fixou no meu coração. eu cresci , envelheci,mais
ela sempre foi a mesma, sempre nova e enérgica,
sempre me elevando com a sua energia astral.
ela só ira embora quando eu for, ser adubo da terra
Ela se elevaras , pois a alma e o espirito não morre
ela voltara para o universo pois ela é o pedacinho
que estava faltando na quela linda estrela que explodiu a
oitenta anos atrás e ficou cravada em mim.
na verdade estas palavras é uma retratação sua meu amor,
este pedacinho é você, minha companheira que sempre
esteve junto a mim, ate hoje você foi tudo de bom na minha
vida, é o meu jardim florido, o meu beija flor, o meu rio de
águas cristalina, e os verdes da natureza, afinal você sempre
foi aquele pedacinho da quela estrela fixado em mim já á
oitenta anos e só separaremos quando eu for ser adubo da terra
e você se elevara para completar aquela estrela com este
pedacinho que ficou fixado em mim, a alma e o espirito nunca
morrem são eternos ,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 19/11/2016
uma linda estrela se explodiu, espalhando os
seus pedacinhos por todo o universo,
um destes pedacinhos atingiu a minha futura mãe,
e fixou no meu coração. eu cresci , envelheci,mais
ela sempre foi a mesma, sempre nova e enérgica,
sempre me elevando com a sua energia astral.
ela só ira embora quando eu for, ser adubo da terra
Ela se elevaras , pois a alma e o espirito não morre
ela voltara para o universo pois ela é o pedacinho
que estava faltando na quela linda estrela que explodiu a
oitenta anos atrás e ficou cravada em mim.
na verdade estas palavras é uma retratação sua meu amor,
este pedacinho é você, minha companheira que sempre
esteve junto a mim, ate hoje você foi tudo de bom na minha
vida, é o meu jardim florido, o meu beija flor, o meu rio de
águas cristalina, e os verdes da natureza, afinal você sempre
foi aquele pedacinho da quela estrela fixado em mim já á
oitenta anos e só separaremos quando eu for ser adubo da terra
e você se elevara para completar aquela estrela com este
pedacinho que ficou fixado em mim, a alma e o espirito nunca
morrem são eternos ,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 19/11/2016
O meu espirito aos vinte anos
chegou se na idade madura;
Mais o meu corpo a cada fração
de segundo continua a se envelhecer
Já percorri uma boa parte ,desta estrada,
Mais não sei onde conseguirei chegar,
Esta é a estrada da vida, é como um autor
que representa uma comedia , que poderá
ser aplaudido, ou vaiado, mais ele tem que
aceitar, as criticas ou os elogios,
pois nada na vida é perfeito, em tudo na vida
existe erros e acertos,só os insensíveis que não
sentem,
eu tive uma linda vida boemia, dos meus vinte anos
ate hoje, a pesar da longa idade, mais tenho ele dentro
de mim que nunca sai dos vinte anos, ele é um espirito
zombeteiro, mas eu gosto que seja assim, não me deixou
esquecer, de tantos momentos felizes, da minha vida.
eu costumo improvisar cantando assim;. amigos, venham
ver, a nossa querida lapa desaparecer , é com dor no coração,
que vejo a nossa querida lapa no chão , adeus o querida damas
das noites,adeus o minha querida senhora, sei que parte chorando.
mas o seu nome ficaras na história,
já não temos mas o famoso madame satã nem o famoso malandro
miguelzinho camisa,preta. só o que restou pra nos os boêmios o
cordão do bola preta.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 19/11/2016.
chegou se na idade madura;
Mais o meu corpo a cada fração
de segundo continua a se envelhecer
Já percorri uma boa parte ,desta estrada,
Mais não sei onde conseguirei chegar,
Esta é a estrada da vida, é como um autor
que representa uma comedia , que poderá
ser aplaudido, ou vaiado, mais ele tem que
aceitar, as criticas ou os elogios,
pois nada na vida é perfeito, em tudo na vida
existe erros e acertos,só os insensíveis que não
sentem,
eu tive uma linda vida boemia, dos meus vinte anos
ate hoje, a pesar da longa idade, mais tenho ele dentro
de mim que nunca sai dos vinte anos, ele é um espirito
zombeteiro, mas eu gosto que seja assim, não me deixou
esquecer, de tantos momentos felizes, da minha vida.
eu costumo improvisar cantando assim;. amigos, venham
ver, a nossa querida lapa desaparecer , é com dor no coração,
que vejo a nossa querida lapa no chão , adeus o querida damas
das noites,adeus o minha querida senhora, sei que parte chorando.
mas o seu nome ficaras na história,
já não temos mas o famoso madame satã nem o famoso malandro
miguelzinho camisa,preta. só o que restou pra nos os boêmios o
cordão do bola preta.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 19/11/2016.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
No dia que te conheci,
Era um dia claro ensolarado,
não tinha nuvens, o céu azulado.
O dia se acabou,veio a noite enluarada,
carimbamba cantando na estrada.o céu
estrelado, a briza assanhava os seus cabelos,
e nos colados lábios a lábios, e as nossas
mãos em afagos. corpos quentes na relva
molhada pelo o orvalho da madrugada.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 17/11/2016.
Era um dia claro ensolarado,
não tinha nuvens, o céu azulado.
O dia se acabou,veio a noite enluarada,
carimbamba cantando na estrada.o céu
estrelado, a briza assanhava os seus cabelos,
e nos colados lábios a lábios, e as nossas
mãos em afagos. corpos quentes na relva
molhada pelo o orvalho da madrugada.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 17/11/2016.
Aqui nesta igreja de são joão de Matipó
eu tinha um santo que era meu amigo,
ele sempre falava comigo, você é um bom
amigo.eu tinha umas terras bem pertinho
da rua, e de vez em quando ele ia me visitar.
a entrada das terras era longe , mais tinha
camará e interfone, e quando a campainha
tocava logo eu reconhecia o seu fusca chegando,
ele ainda não tinha asas mais como fusca ele voava,
era um anjo calmo, ate para cumprimentar ,estendia
as suas mãos bem devagar,e falava meu amigo como
você esta, eu vim li visitar, entre muitas arvores frutíferas,
que tinha em meu quintal, sentava mus em seu lugar preferido
debaixo de um pé de abacateiro, que ficava bem no meio do
terreiro,eu deixava o meu ajudante tomar conta do engenho
e eu e ele ficava mus horas e horas conversando. logo vinha
a minha companheira, de a muitos anus juntos, mais ele sabia
de tudo da minha vida, e até me dava concelhos,por que ele
sabia qual era o motivo, da quele impedimento, a minha companheira
sabia do que ele mais gostava, era do bolo de aipim que ela fazia,
ela sempre tinha no freezer tudo congelado não demorava muito estava
sendo por ele degustado.
Tenho muita saudades da quele santo que agora tem azas como seria bom ele
vir me visitar, só não tenho mais aquele produto , das festas juninas, que era eu
quem sempre fornecia aguardente caburé o melhor quentão da região.
Escrito por José da silva. Araruama; 17/11/2016.
;
eu tinha um santo que era meu amigo,
ele sempre falava comigo, você é um bom
amigo.eu tinha umas terras bem pertinho
da rua, e de vez em quando ele ia me visitar.
a entrada das terras era longe , mais tinha
camará e interfone, e quando a campainha
tocava logo eu reconhecia o seu fusca chegando,
ele ainda não tinha asas mais como fusca ele voava,
era um anjo calmo, ate para cumprimentar ,estendia
as suas mãos bem devagar,e falava meu amigo como
você esta, eu vim li visitar, entre muitas arvores frutíferas,
que tinha em meu quintal, sentava mus em seu lugar preferido
debaixo de um pé de abacateiro, que ficava bem no meio do
terreiro,eu deixava o meu ajudante tomar conta do engenho
e eu e ele ficava mus horas e horas conversando. logo vinha
a minha companheira, de a muitos anus juntos, mais ele sabia
de tudo da minha vida, e até me dava concelhos,por que ele
sabia qual era o motivo, da quele impedimento, a minha companheira
sabia do que ele mais gostava, era do bolo de aipim que ela fazia,
ela sempre tinha no freezer tudo congelado não demorava muito estava
sendo por ele degustado.
Tenho muita saudades da quele santo que agora tem azas como seria bom ele
vir me visitar, só não tenho mais aquele produto , das festas juninas, que era eu
quem sempre fornecia aguardente caburé o melhor quentão da região.
Escrito por José da silva. Araruama; 17/11/2016.
;
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Amor da minha vida;
Amor o que puseste
em meu cálice de vinho,
já sinto a mina vista escurecendo,
não enxergo mais você,
histo é veneno, veneno para,te matar,
você não me quis , mais com outra
não ficaras.
sei que vou morrer , pelas as mãos
de uma mulher inconformada,
a minha vida foi desfolhada como as
folhas do mal mi quer ou bem mi quer,
morro feliz, pois homem igual a mim
existe poucos por ai.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 16/11/2016
Amor o que puseste
em meu cálice de vinho,
já sinto a mina vista escurecendo,
não enxergo mais você,
histo é veneno, veneno para,te matar,
você não me quis , mais com outra
não ficaras.
sei que vou morrer , pelas as mãos
de uma mulher inconformada,
a minha vida foi desfolhada como as
folhas do mal mi quer ou bem mi quer,
morro feliz, pois homem igual a mim
existe poucos por ai.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 16/11/2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
A natureza ;
A natureza é mutante não constante,
ela é igual a uma mulher,
que tem os seus dias e os seus momentos,
que também são inconstantes.
O homem acostuma com ela, com seus bons
ou mãos humores
mais ela tem e deve ser assim, para a sobrevivência ,
das especies , vegetal e animal,
eu sou uma dessas especies que precisa dela, a natureza
pra que eu sobreviva , a chuva e a mulher para mim são
A fonte da vida, pois sem a água a terra seria um vasto
deserto, e sem a mulher a terra seria despovoada , não
a veria a humanidade, eu adoro tudo o que é da natureza,
ate as tempestades, pois são das coisas, perigosas que se
faz um homem forjado e destemido, vencedor dos perigos
provocado pela a natureza,
para mima melhor coisa da natureza é o amor, é do amor
e do carinho que nasce todos os filhos da natureza,
Eu sei que eu não viveria ser o amor,
de carinhos eu não sinto tanta falta , sinto e a falta de um
amor para que eu deia os meus carinhos e caricias,
é a maior satisfação de um homem é sentir que a pessoa
amada, que estava ofegante , parecendo estar em desespero,
de repente fica inerte como uma lebre abatida, e o homem
um caçador todo cheio de orgulho e vaidade, vai lenta mente
sobre a sua caça abatida e com delicadeza carinhosa desperta
a sua amada, e ela agradecida da li um beijo apaixonada.
Escrito por José da silva,contos & versos
Araruama; 15/11/2016.
A natureza é mutante não constante,
ela é igual a uma mulher,
que tem os seus dias e os seus momentos,
que também são inconstantes.
O homem acostuma com ela, com seus bons
ou mãos humores
mais ela tem e deve ser assim, para a sobrevivência ,
das especies , vegetal e animal,
eu sou uma dessas especies que precisa dela, a natureza
pra que eu sobreviva , a chuva e a mulher para mim são
A fonte da vida, pois sem a água a terra seria um vasto
deserto, e sem a mulher a terra seria despovoada , não
a veria a humanidade, eu adoro tudo o que é da natureza,
ate as tempestades, pois são das coisas, perigosas que se
faz um homem forjado e destemido, vencedor dos perigos
provocado pela a natureza,
para mima melhor coisa da natureza é o amor, é do amor
e do carinho que nasce todos os filhos da natureza,
Eu sei que eu não viveria ser o amor,
de carinhos eu não sinto tanta falta , sinto e a falta de um
amor para que eu deia os meus carinhos e caricias,
é a maior satisfação de um homem é sentir que a pessoa
amada, que estava ofegante , parecendo estar em desespero,
de repente fica inerte como uma lebre abatida, e o homem
um caçador todo cheio de orgulho e vaidade, vai lenta mente
sobre a sua caça abatida e com delicadeza carinhosa desperta
a sua amada, e ela agradecida da li um beijo apaixonada.
Escrito por José da silva,contos & versos
Araruama; 15/11/2016.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Uma explicação;
Dos teus olhos nasceram lagrimas,
que escoria pelo o seu rosto,pingo a pingo
e umedecia o chão,
Lenta mente,se tornando uma nascente
Que transformou se em um ribeirão.,
com águas limpas claras e transparente
eu li pergunto, de onde vens tão ligeira
E para onde vais tão contente, em borbulhões.
se nasceste de um sofrimento de um pobre coração.
Eu sou as quelas lagrimas. que se transformou em
águas para lavar as magoas da quele pobre coração.
não se aquiete tem coisas que não compete julgação
Escrito por José da silva, contos & versos.
Araruama; 14/11/2016
.
Dos teus olhos nasceram lagrimas,
que escoria pelo o seu rosto,pingo a pingo
e umedecia o chão,
Lenta mente,se tornando uma nascente
Que transformou se em um ribeirão.,
com águas limpas claras e transparente
eu li pergunto, de onde vens tão ligeira
E para onde vais tão contente, em borbulhões.
se nasceste de um sofrimento de um pobre coração.
Eu sou as quelas lagrimas. que se transformou em
águas para lavar as magoas da quele pobre coração.
não se aquiete tem coisas que não compete julgação
Escrito por José da silva, contos & versos.
Araruama; 14/11/2016
.
domingo, 13 de novembro de 2016
A minha vida;
A cada dias que passa
mais um dia de vida,
mas com a certeza que
chegara o ultimo dia,
e lá se vai a vida,
só mão quero que o meu espirito
e a minha alma envelheça,
o meu corpo sera adubo da terra,
mas a alma e o meu espirito serão
eternos.
continuaras como eles sempre quiseram ,
ainda um menino, com os seus vinte e
cinco anos de vida.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 13/11/2016.,
A cada dias que passa
mais um dia de vida,
mas com a certeza que
chegara o ultimo dia,
e lá se vai a vida,
só mão quero que o meu espirito
e a minha alma envelheça,
o meu corpo sera adubo da terra,
mas a alma e o meu espirito serão
eternos.
continuaras como eles sempre quiseram ,
ainda um menino, com os seus vinte e
cinco anos de vida.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 13/11/2016.,
Assinar:
Postagens (Atom)