O meu veleiro, esta a deriva;
Vento que balança as folhas dos coqueiros,
vento que agita as ondas dos mares,
vento que impor ciona os veleiros
me traga noticias dela,
dizem ,que o vento que venta la, também venta cá.
O vento de ti só quero uma suave briza , trazendo o
cheiro dela, para que eu nunca deixe de sonhar deste
grande amor que eu sinto por ela,
Escrito por José da silva; contos & versos
Araruama; 19/09/2016.
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
domingo, 18 de setembro de 2016
meus sonhos;
Vá saudades que em sonhos recordo,
das vidas passadas , vazias e mortas.
Vagas memorias, de vozes e sombras
de outras vidas, de idas e vindas,
são água de uma fonte, limpa e clara,
que escore serena com toda a calma,
mas logo se transforma em corredeira ,
água por que corres tão ligeira?
Este é o meu ciclo, lá na frente tem uma
Cachoeira, que me força a correr para eu
caia de uma grande altura., mais eu sou a
fonte da vida, não tenho medo, continuo o
meu curso, depois do tombo , me torno um
remanso, bem manso ,e continuo dando a
vida por onde eu paço.
Escrito por José da silva; contos & versos ;
Araruama; 18/09/2016. ,
Vá saudades que em sonhos recordo,
das vidas passadas , vazias e mortas.
Vagas memorias, de vozes e sombras
de outras vidas, de idas e vindas,
são água de uma fonte, limpa e clara,
que escore serena com toda a calma,
mas logo se transforma em corredeira ,
água por que corres tão ligeira?
Este é o meu ciclo, lá na frente tem uma
Cachoeira, que me força a correr para eu
caia de uma grande altura., mais eu sou a
fonte da vida, não tenho medo, continuo o
meu curso, depois do tombo , me torno um
remanso, bem manso ,e continuo dando a
vida por onde eu paço.
Escrito por José da silva; contos & versos ;
Araruama; 18/09/2016. ,
o prazer começou nas pontas dos meus dedos;
no secreto vazio do nada, onde o silencio é
infinito e eterno, na profunda caverna no território
do esquecimento. tateando descobri o alimento,
com existência de fartura, na água lava a nudez de seu
corpo, te toco na escuridão com as pontas dos meus dedos,
sinto me arqueado como uma torre de um castelo. no secreto
vazio do nada .onde o silêncio é infinito,e a terra é profunda
e eterna no território do esquecimento, toco e sinto elevados
seio pontiagudos erguidos alanceados
que se eleva como as ondas do mar, sinto ser belo como o ubero
de uma cabra, nem um homem já penetrou tão profundo, sentindo a
doçura do mel, de uma coisa vibrante, na ardência da volúpia de uma
fêmea possuída, rolando e escapado de dentro da caverna, e sentindo o
gosto da maçã já na relva molhada.
Erguemos fitando um ao outro, e os meus olhos encherão de alegria,
E um sorriso de contentamento, senti que o mesmo aconteceu com
ela, também sorridente, mesmo sem saber o que eu tinha encontrado,
aquele meu toque foi sagrado,,eu e ela estava mus perdidos. naquela
profunda caverna, mais sentimos que era mus humanos e se ajuntamos
em um abraço quente. foi isto que aconteceu com a gente, para mim esta
caverna foi a minha onde achei este brilhante,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 18/09/2016.
no secreto vazio do nada, onde o silencio é
infinito e eterno, na profunda caverna no território
do esquecimento. tateando descobri o alimento,
com existência de fartura, na água lava a nudez de seu
corpo, te toco na escuridão com as pontas dos meus dedos,
sinto me arqueado como uma torre de um castelo. no secreto
vazio do nada .onde o silêncio é infinito,e a terra é profunda
e eterna no território do esquecimento, toco e sinto elevados
seio pontiagudos erguidos alanceados
que se eleva como as ondas do mar, sinto ser belo como o ubero
de uma cabra, nem um homem já penetrou tão profundo, sentindo a
doçura do mel, de uma coisa vibrante, na ardência da volúpia de uma
fêmea possuída, rolando e escapado de dentro da caverna, e sentindo o
gosto da maçã já na relva molhada.
Erguemos fitando um ao outro, e os meus olhos encherão de alegria,
E um sorriso de contentamento, senti que o mesmo aconteceu com
ela, também sorridente, mesmo sem saber o que eu tinha encontrado,
aquele meu toque foi sagrado,,eu e ela estava mus perdidos. naquela
profunda caverna, mais sentimos que era mus humanos e se ajuntamos
em um abraço quente. foi isto que aconteceu com a gente, para mim esta
caverna foi a minha onde achei este brilhante,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 18/09/2016.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
A nossa história;
E uma bela vista, a perder de vista,
la do alto da boa vista
Onde aconteceu o nosso primeiro beijo.,
na casinha da vista chinesa
Olhando la de sima só vê beleza.
de dentro da natureza onde nasceu
o nosso amor.este é uma história verdadeira
que foi consumada na mesa do imperador
Amada o nosso segredo ficara guardado .
todos vão ler mais não saberá que é você.
mesmo você sendo lá do asfalto. eu que moro
lá no morro te elevei bem no alto, são coisa
que nem eu nem você já mais esqueceremos.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 15/09/2016. .
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E uma bela vista, a perder de vista,
la do alto da boa vista
Onde aconteceu o nosso primeiro beijo.,
na casinha da vista chinesa
Olhando la de sima só vê beleza.
de dentro da natureza onde nasceu
o nosso amor.este é uma história verdadeira
que foi consumada na mesa do imperador
Amada o nosso segredo ficara guardado .
todos vão ler mais não saberá que é você.
mesmo você sendo lá do asfalto. eu que moro
lá no morro te elevei bem no alto, são coisa
que nem eu nem você já mais esqueceremos.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 15/09/2016. .
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Os meus sonhos não acabou, nem vai acadar.
sei que não posso mais tela, mais não deixo de sonhar,
Em meus sonhos tenho você amando louca mente, ,
ao acordar veja a cama revirada, com as marca deixada,
do prazer eloquente,
hoje você vive com outro mais sei que não é feliz, chegou
a realidade, e todos os dia chora sentindo saudades, as
lembranças li oprime, sobre tudo que acontecia entre nos,
hoje entre ele e você não acontece nada, tenho a certeza
que também você sente saudade, coisa que já
foi usada por outro e que um dia foi minha , hoje eu não
quero mais
Escrito por José da silva, contos & versos.
Araruama; 15/09/2016.
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sei que não posso mais tela, mais não deixo de sonhar,
Em meus sonhos tenho você amando louca mente, ,
ao acordar veja a cama revirada, com as marca deixada,
do prazer eloquente,
hoje você vive com outro mais sei que não é feliz, chegou
a realidade, e todos os dia chora sentindo saudades, as
lembranças li oprime, sobre tudo que acontecia entre nos,
hoje entre ele e você não acontece nada, tenho a certeza
que também você sente saudade, coisa que já
foi usada por outro e que um dia foi minha , hoje eu não
quero mais
Escrito por José da silva, contos & versos.
Araruama; 15/09/2016.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Quer se casar comigo;?
Vou construir um castelo,
cravejado com brilhantes,
o piso com safira,
e a passarela de esmeralda,
desta vida não levamos nada,
deixarei escrito na porta de entrada,
Aqui foi a morada de um grande amor,
dentro deste castelo, ergui uma capela
com um altar , ela sera franquiada para
quem quiser se casar,
A noiva com o seu vestido branco,
arrastando a sua cauda , levando muito
amor e felicidade,
E deixando limpa a passarela de esmeralda.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama;14/09/2016.
Vou construir um castelo,
cravejado com brilhantes,
o piso com safira,
e a passarela de esmeralda,
desta vida não levamos nada,
deixarei escrito na porta de entrada,
Aqui foi a morada de um grande amor,
dentro deste castelo, ergui uma capela
com um altar , ela sera franquiada para
quem quiser se casar,
A noiva com o seu vestido branco,
arrastando a sua cauda , levando muito
amor e felicidade,
E deixando limpa a passarela de esmeralda.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama;14/09/2016.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Já são quatro horas da manhã,
eu aqui sozinho, acorde meu amor ,
preciso dos seu carinhos.
me guarde entre os seu braços.
me aperte com carinho,
preciso da sua proteção,
arranque esta punhal cravado
em meu coração.
o amor não tem hora para acontecer,
pode ser agora não é preciso esperar
o amanhecer,venha logo meu amor
preciso ir trabalhar e o galo já cantou,
deixa a cama desarrumada depois dobre
o cobertor,já estou com o garfo na mão ,
só preciso da marmita., venha logo
moça bonita, olha hoje vou voltar sedo
não é preciso que fique afrita,
sei que você anda cansada mais eu vou ti
ajudar. eu limparei a sala e você o quarto
, depois do amor eu lavo o garfo e você
lava a marmita,.
Escrito por José da silva, contos &versos;
Araruama; 13/09/2016.
eu aqui sozinho, acorde meu amor ,
preciso dos seu carinhos.
me guarde entre os seu braços.
me aperte com carinho,
preciso da sua proteção,
arranque esta punhal cravado
em meu coração.
o amor não tem hora para acontecer,
pode ser agora não é preciso esperar
o amanhecer,venha logo meu amor
preciso ir trabalhar e o galo já cantou,
deixa a cama desarrumada depois dobre
o cobertor,já estou com o garfo na mão ,
só preciso da marmita., venha logo
moça bonita, olha hoje vou voltar sedo
não é preciso que fique afrita,
sei que você anda cansada mais eu vou ti
ajudar. eu limparei a sala e você o quarto
, depois do amor eu lavo o garfo e você
lava a marmita,.
Escrito por José da silva, contos &versos;
Araruama; 13/09/2016.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Nascemos e estamos vivendo ate hoje na roça,
Somos da mesma idade, eu hoje sou o capatas
Nascemos no mesmo ano,fomos criado como irmãos,
e sempre brincamos juntos , um não largava o outro,
fomos crescendo eu já era um rapas forte, pela a lida
pesada do campo, ela se tornou uma linda moça, de
um corpo esculturar a nossa amizade crescia cada vês
mais,, ate parecia mus carrapato,
logo no segundo cantar repicando do galo, eu levantava
para buscar as vacas para ordenhar las , quando eu chegava
no curral ela já tinha amarrado o bezerro ou a bezerra no tronco,
e a caneca de café com leite e broa de fuba sempre estava a minha
espera.e tinha lavado o balde e o pano para coar o leite, que era
depositado nos latões já pendurado na mula, cada um tinha
cinquenta litros de leite,
acabando esta tarefa soltava as vacas com as cria para o pasto ,
só ia as duas horas da tare para prender os bezerros,,que só seria
soltos no outro dia depois da ordenha,
quando eu voltava da cidade ela jé estava a minha espera na porteira,
entrava na cosina para fazer um lanche, e logo saia mus para passear
como de costume, eu como homem fui tendo um comportamento
diferente dentro do meu coração, peguei a gostar que ela fosse na frente,
quando a trilhe era apertada, só para ver o seu lindo corpo, e aqueles cabelos[
preto se esvoaçando ao vento, eu não tinha maldade mais já era o amor que
chegava, nos tia mus um lugar preferido, era o remanso do rio , onde a arreia
parecia prata, e varias borboletas esvoaçando, era de varias cores, ali para nós
era o paraíso ia mus nadar ,e brincar dentro da água, se abraçado e empurrando ,
um ao outro, era só alegria e felicidade,a nossa intimidade era tanta que nos se
abraçava mus e beija o rosto um do outro, quando saia mus da água ia mus deitar
na arei branca, cheio de borboletas colorida se esvoaçando.. era mus muito felizes .
ela sempre deitava a cabeça no meu colo. cantava e balançando a cabeça,tinha na
boca uma flor do campo, eu lenta mente como de costume fui afagando os seu
cabelos.e o seu rosto, de repente ela tirou a flor da boca passando os braços em meu
pescoço. e me puxava para ele,eu senti que ela fechou os olhos e ficou afegante,
eu fui me abaixando na direção da sua boca e a beijei suave mente,, mais ela não
conteve. os seus beijos fez mudar o meu comportamento de uma grande amiga e quase
uma Irmã,e deste momento viramos amantes, depois de três mezés foi difícil a
explicação, mais deu tudo certo hoje os pais são avós coruja, e entre eu e a sua filha
só existe amor., ainda somos como criança.brincando co o nosso filho., a nossa vida
sempre foi cheia de felicidade, a grande amizade se transformando
Em um grande amor.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 12/09/2016..
,
Somos da mesma idade, eu hoje sou o capatas
Nascemos no mesmo ano,fomos criado como irmãos,
e sempre brincamos juntos , um não largava o outro,
fomos crescendo eu já era um rapas forte, pela a lida
pesada do campo, ela se tornou uma linda moça, de
um corpo esculturar a nossa amizade crescia cada vês
mais,, ate parecia mus carrapato,
logo no segundo cantar repicando do galo, eu levantava
para buscar as vacas para ordenhar las , quando eu chegava
no curral ela já tinha amarrado o bezerro ou a bezerra no tronco,
e a caneca de café com leite e broa de fuba sempre estava a minha
espera.e tinha lavado o balde e o pano para coar o leite, que era
depositado nos latões já pendurado na mula, cada um tinha
cinquenta litros de leite,
acabando esta tarefa soltava as vacas com as cria para o pasto ,
só ia as duas horas da tare para prender os bezerros,,que só seria
soltos no outro dia depois da ordenha,
quando eu voltava da cidade ela jé estava a minha espera na porteira,
entrava na cosina para fazer um lanche, e logo saia mus para passear
como de costume, eu como homem fui tendo um comportamento
diferente dentro do meu coração, peguei a gostar que ela fosse na frente,
quando a trilhe era apertada, só para ver o seu lindo corpo, e aqueles cabelos[
preto se esvoaçando ao vento, eu não tinha maldade mais já era o amor que
chegava, nos tia mus um lugar preferido, era o remanso do rio , onde a arreia
parecia prata, e varias borboletas esvoaçando, era de varias cores, ali para nós
era o paraíso ia mus nadar ,e brincar dentro da água, se abraçado e empurrando ,
um ao outro, era só alegria e felicidade,a nossa intimidade era tanta que nos se
abraçava mus e beija o rosto um do outro, quando saia mus da água ia mus deitar
na arei branca, cheio de borboletas colorida se esvoaçando.. era mus muito felizes .
ela sempre deitava a cabeça no meu colo. cantava e balançando a cabeça,tinha na
boca uma flor do campo, eu lenta mente como de costume fui afagando os seu
cabelos.e o seu rosto, de repente ela tirou a flor da boca passando os braços em meu
pescoço. e me puxava para ele,eu senti que ela fechou os olhos e ficou afegante,
eu fui me abaixando na direção da sua boca e a beijei suave mente,, mais ela não
conteve. os seus beijos fez mudar o meu comportamento de uma grande amiga e quase
uma Irmã,e deste momento viramos amantes, depois de três mezés foi difícil a
explicação, mais deu tudo certo hoje os pais são avós coruja, e entre eu e a sua filha
só existe amor., ainda somos como criança.brincando co o nosso filho., a nossa vida
sempre foi cheia de felicidade, a grande amizade se transformando
Em um grande amor.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 12/09/2016..
,
Nascemos e estamos vivendo ate hoje na roça,
Somos da mesma idade, eu hoje sou o capatas
Nascemos no mesmo ano,fomos criado como irmãos,
e sempre brincamos juntos , um não largava o outro,
fomos crescendo eu já era um rapas forte, pela a lida
pesada do campo, ela se tornou uma linda moça, de
um corpo esculturar a nossa amizade crescia cada vês
mais,, ate parecia mus carrapato,
logo no segundo cantar repicando do galo, eu levantava
para buscar as vacas para ordenhar las , quando eu chegava
no curral ela já tinha amarrado o bezerro ou a bezerra no tronco,
e a caneca de café com leite e broa de fuba sempre estava a minha
espera.e tinha lavado o balde e o pano para coar o leite, que era
depositado nos latões já pendurado na mula, cada um tinha
cinquenta litros de leite,
acabando esta tarefa soltava as vacas com as cria para o pasto ,
só ia as duas horas da tare para prender os bezerros,,que só seria
soltos no outro dia depois da ordenha,
quando eu voltava da cidade ela jé estava a minha espera na porteira,
entrava na cosina para fazer um lanche, e logo saia mus para passear
como de costume, eu como homem fui tendo um comportamento
diferente dentro do meu coração, peguei a gostar que ela fosse na frente,
quando a trilhe era apertada, só para ver o seu lindo corpo, e aqueles cabelos[
preto se esvoaçando ao vento, eu não tinha maldade mais já era o amor que
chegava, nos tia mus um lugar preferido, era o remanso do rio , onde a arreia
parecia prata, e varias borboletas esvoaçando, era de varias cores, ali para nós
era o paraíso ia mus nadar ,e brincar dentro da água, se abraçado e empurrando ,
um ao outro, era só alegria e felicidade,a nossa intimidade era tanta que nos se
abraçava mus e beija o rosto um do outro, quando saia mus da água ia mus deitar
na arei branca, cheio de borboletas colorida se esvoaçando.. era mus muito felizes .
ela sempre deitava a cabeça no meu colo. cantava e balançando a cabeça,tinha na
boca uma flor do campo, eu lenta mente como de costume fui afagando os seu
cabelos.e o seu rosto, de repente ela tirou a flor da boca passando os braços em meu
pescoço. e me puxava para ele,eu senti que ela fechou os olhos e ficou afegante,
eu fui me abaixando na direção da sua boca e a beijei suave mente,, mais ela não
conteve. os seus beijos fez mudar o meu comportamento de uma grande amiga e quase
uma Irmã,e deste momento viramos amantes, depois de três mezés foi difícil a
explicação, mais deu tudo certo hoje os pais são avós coruja, e entre eu e a sua filha
só existe amor., ainda somos como criança.brincando co o nosso filho., a nossa vida
sempre foi cheia de felicidade, a grande amizade se transformando
Em um grande amor.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 12/09/2016..
,
Somos da mesma idade, eu hoje sou o capatas
Nascemos no mesmo ano,fomos criado como irmãos,
e sempre brincamos juntos , um não largava o outro,
fomos crescendo eu já era um rapas forte, pela a lida
pesada do campo, ela se tornou uma linda moça, de
um corpo esculturar a nossa amizade crescia cada vês
mais,, ate parecia mus carrapato,
logo no segundo cantar repicando do galo, eu levantava
para buscar as vacas para ordenhar las , quando eu chegava
no curral ela já tinha amarrado o bezerro ou a bezerra no tronco,
e a caneca de café com leite e broa de fuba sempre estava a minha
espera.e tinha lavado o balde e o pano para coar o leite, que era
depositado nos latões já pendurado na mula, cada um tinha
cinquenta litros de leite,
acabando esta tarefa soltava as vacas com as cria para o pasto ,
só ia as duas horas da tare para prender os bezerros,,que só seria
soltos no outro dia depois da ordenha,
quando eu voltava da cidade ela jé estava a minha espera na porteira,
entrava na cosina para fazer um lanche, e logo saia mus para passear
como de costume, eu como homem fui tendo um comportamento
diferente dentro do meu coração, peguei a gostar que ela fosse na frente,
quando a trilhe era apertada, só para ver o seu lindo corpo, e aqueles cabelos[
preto se esvoaçando ao vento, eu não tinha maldade mais já era o amor que
chegava, nos tia mus um lugar preferido, era o remanso do rio , onde a arreia
parecia prata, e varias borboletas esvoaçando, era de varias cores, ali para nós
era o paraíso ia mus nadar ,e brincar dentro da água, se abraçado e empurrando ,
um ao outro, era só alegria e felicidade,a nossa intimidade era tanta que nos se
abraçava mus e beija o rosto um do outro, quando saia mus da água ia mus deitar
na arei branca, cheio de borboletas colorida se esvoaçando.. era mus muito felizes .
ela sempre deitava a cabeça no meu colo. cantava e balançando a cabeça,tinha na
boca uma flor do campo, eu lenta mente como de costume fui afagando os seu
cabelos.e o seu rosto, de repente ela tirou a flor da boca passando os braços em meu
pescoço. e me puxava para ele,eu senti que ela fechou os olhos e ficou afegante,
eu fui me abaixando na direção da sua boca e a beijei suave mente,, mais ela não
conteve. os seus beijos fez mudar o meu comportamento de uma grande amiga e quase
uma Irmã,e deste momento viramos amantes, depois de três mezés foi difícil a
explicação, mais deu tudo certo hoje os pais são avós coruja, e entre eu e a sua filha
só existe amor., ainda somos como criança.brincando co o nosso filho., a nossa vida
sempre foi cheia de felicidade, a grande amizade se transformando
Em um grande amor.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 12/09/2016..
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Nascemos e estamos vivendo ate hoje na roça,
Somos da mesma idade, eu hoje sou o capatas
Nascemos no mesmo ano,fomos criado como irmãos,
e sempre brincamos juntos , um não largava o outro,
fomos crescendo eu já era um rapas forte, pela a lida
pesada do campo, ela se tornou uma linda moça, de
um corpo esculturar a nossa amizade crescia cada vês
mais,, ate parecia mus carrapato,
logo no segundo cantar repicando do galo, eu levantava
para buscar as vacas para ordenhar las , quando eu chegava
no curral ela já tinha amarrado o bezerro ou a bezerra no tronco,
e a caneca de café com leite e broa de fuba sempre estava a minha
espera.e tinha lavado o balde e o pano para coar o leite, que era
depositado nos latões já pendurado na mula, cada um tinha
cinquenta litros de leite,
acabando esta tarefa soltava as vacas com as cria para o pasto ,
só ia as duas horas da tare para prender os bezerros,,que só seria
soltos no outro dia depois da ordenha,
quando eu voltava da cidade ela jé estava a minha espera na porteira,
entrava na cosina para fazer um lanche, e logo saia mus para passear
como de costume, eu como homem fui tendo um comportamento
diferente dentro do meu coração, peguei a gostar que ela fosse na frente,
quando a trilhe era apertada, só para ver o seu lindo corpo, e aqueles cabelos[
preto se esvoaçando ao vento, eu não tinha maldade mais já era o amor que
chegava, nos tia mus um lugar preferido, era o remanso do rio , onde a arreia
parecia prata, e varias borboletas esvoaçando, era de varias cores, ali para nós
era o paraíso ia mus nadar ,e brincar dentro da água, se abraçado e empurrando ,
um ao outro, era só alegria e felicidade,a nossa intimidade era tanta que nos se
abraçava mus e beija o rosto um do outro, quando saia mus da água ia mus deitar
na arei branca, cheio de borboletas colorida se esvoaçando.. era mus muito felizes .
ela sempre deitava a cabeça no meu colo. cantava e balançando a cabeça,tinha na
boca uma flor do campo, eu lenta mente como de costume fui afagando os seu
cabelos.e o seu rosto, de repente ela tirou a flor da boca passando os braços em meu
pescoço. e me puxava para ele,eu senti que ela fechou os olhos e ficou afegante,
eu fui me abaixando na direção da sua boca e a beijei suave mente,, mais ela não
conteve. os seus beijos fez mudar o meu comportamento de uma grande amiga e quase
uma Irmã,e deste momento viramos amantes, depois de três mezés foi difícil a
explicação, mais deu tudo certo hoje os pais são avós coruja, e entre eu e a sua filha
só existe amor., ainda somos como criança.brincando co o nosso filho., a nossa vida
sempre foi cheia de felicidade, a grande amizade se transformando
Em um grande amor.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 12/09/2016..
,
Somos da mesma idade, eu hoje sou o capatas
Nascemos no mesmo ano,fomos criado como irmãos,
e sempre brincamos juntos , um não largava o outro,
fomos crescendo eu já era um rapas forte, pela a lida
pesada do campo, ela se tornou uma linda moça, de
um corpo esculturar a nossa amizade crescia cada vês
mais,, ate parecia mus carrapato,
logo no segundo cantar repicando do galo, eu levantava
para buscar as vacas para ordenhar las , quando eu chegava
no curral ela já tinha amarrado o bezerro ou a bezerra no tronco,
e a caneca de café com leite e broa de fuba sempre estava a minha
espera.e tinha lavado o balde e o pano para coar o leite, que era
depositado nos latões já pendurado na mula, cada um tinha
cinquenta litros de leite,
acabando esta tarefa soltava as vacas com as cria para o pasto ,
só ia as duas horas da tare para prender os bezerros,,que só seria
soltos no outro dia depois da ordenha,
quando eu voltava da cidade ela jé estava a minha espera na porteira,
entrava na cosina para fazer um lanche, e logo saia mus para passear
como de costume, eu como homem fui tendo um comportamento
diferente dentro do meu coração, peguei a gostar que ela fosse na frente,
quando a trilhe era apertada, só para ver o seu lindo corpo, e aqueles cabelos[
preto se esvoaçando ao vento, eu não tinha maldade mais já era o amor que
chegava, nos tia mus um lugar preferido, era o remanso do rio , onde a arreia
parecia prata, e varias borboletas esvoaçando, era de varias cores, ali para nós
era o paraíso ia mus nadar ,e brincar dentro da água, se abraçado e empurrando ,
um ao outro, era só alegria e felicidade,a nossa intimidade era tanta que nos se
abraçava mus e beija o rosto um do outro, quando saia mus da água ia mus deitar
na arei branca, cheio de borboletas colorida se esvoaçando.. era mus muito felizes .
ela sempre deitava a cabeça no meu colo. cantava e balançando a cabeça,tinha na
boca uma flor do campo, eu lenta mente como de costume fui afagando os seu
cabelos.e o seu rosto, de repente ela tirou a flor da boca passando os braços em meu
pescoço. e me puxava para ele,eu senti que ela fechou os olhos e ficou afegante,
eu fui me abaixando na direção da sua boca e a beijei suave mente,, mais ela não
conteve. os seus beijos fez mudar o meu comportamento de uma grande amiga e quase
uma Irmã,e deste momento viramos amantes, depois de três mezés foi difícil a
explicação, mais deu tudo certo hoje os pais são avós coruja, e entre eu e a sua filha
só existe amor., ainda somos como criança.brincando co o nosso filho., a nossa vida
sempre foi cheia de felicidade, a grande amizade se transformando
Em um grande amor.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 12/09/2016..
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