segunda-feira, 11 de julho de 2016

O lá minha amiga a quanto tempo não te vejo,
Saudades de você, escreva pra mim , mas que não
seja palavras difícil para que eu possa entender,
fala de coisas simples ,,mas belas , fale da natureza.
mesmo que para você seja simples, e singela .
fale dos verdes campos ,ate onde a vista alcance,
fale dos vedes vales ,cachoeiras , cascatas e das
belas montanhas,
Escreva  um testo bonito para pessoas simples ,
seja humilde em consideração a elas,,

Ontem li em um livro  de poesias , onde a poetisa
escrevia , que estava sentada ao lado de um pé de
fedegoso, alguém sabe o que é o tal de fedegoso?
só que sabe foram os que viveram ou vive no campo
sabe o que é o tal de fedegoso,
é uma planta que da umas sementinhas que os escravos
e as pessoas pobres usam para substituir o café.
a poesia quanto mas simples mas bela
Poetas e poetisa deixa de escrever só para vos ,
escreva um pouco para nós
Escrito por José da silva contos & versos,
Araruama, 11/07/2016..
Não me queiras mal, por eu vus querer bem ;
Por ser gentil e cavalheiro , este é um defeito
que eu tenho,
gosto de mandar flores , para as damas e donzelas ,
mas isto não quer dizer que é um desrespeito,
perdoe este sentimental que tem por vos uma grande
e respeitosa admiração. tento mudar mas não consigo
corrigir me se vocês acham que é um desrespeito.,
perdoa me se sou errado , compreenda, ninguém é perfeito,
para todas  mando flores , por que na minha casa tenho um
lindo jardim, eu represento o cravo a minha esposa a rosa.
e as outras flores são meus filhos e meus netos,
se eu tenho tantas, por que rasão não oferta las um poco
para vocês. minhas amigas.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 11/07/2016.

domingo, 10 de julho de 2016

Sou como um cavalo xucro bem ariado e treinado.
quem aventurar montar em mim tome muito cuidado,
preste bem a tenção, se não ouvir os meus concelhos
vai comer poeira do chão.
depois que eu começar pular, não adianta puxar o freio.
quando por o arreio aperte bem a barrigueira e regule
o peitoral,do lado direito da cela o laço e a tala.
As vezes tenho anda dura ou marcha picada,
Sou calçado com ferraduras com oito cravos em cada pata.
Já carreguei muitas mulheres bonitas montada na minha garupa,
usando a minha capa gaucha,para proteger a minha prenda do frio
ou da chuva,
Assim sou eu, já deixei muitas mulheres viúva

"muitos vão ler, poucos vão entender, este peão apaixonado
Só aqueles que nasceram e viveram no campo
e aprenderam a usar as esporas.
Escrito por José da silva, contos &;;; versos;
Araruama; 10/07/2016..
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Até hoje trago guardado,aquele lencinho de seda
branco,que um  dia enxugo as suas lagrimas.
te carreguei no colo por uma boa parte da sua vida
Troquei os seus trapos em farrapos  por seda e cetim,
Fiz todas as suas vontades, te fiz rainha,
foi assim ,de pouco a pouco tiraste tudo o que eu tinha.
Hoje .quem chora sou eu enxugando as minhas lagrimas
no mesmo lencinho .
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 10/07/2016


Arvore, velha, galhos secos e bichado.
como te lembro vela amiga,framboesa,
toda florida folhas verdes esvoaçando
ao vento, o chão ficava todo colorido onde
eu brincava  desenhado corações avermelhados,
hoje te vejo assim como eu , os meus membros
também já enfraquecidos. como a galha que tinha
em seu pé nesta ultima ventania ela e a gangorra foi
se ao chão , más  não devemos ficarem tristes, pois tudo
tem o seu ciclo, e o nosso já esta no fim  más a nossa vida
foi muito boa, v c todo o ano se vestia de vermelho espalhando
flores como uma bailarina cigana, que encantava a todos , e eu na
minha mocidade, me esbaldava brincando a os seus pés. por tudo
isto devemos cultivar a felicidade  vivida no nosso passado,
pois tudo tem fim, só a nossa alma que não morre, tenho a certeza
que você deve ter deixado varias sementes para nascer novas framboesas.
Escrito por José da silva; contos & versos
Araruama; 0211/2016.

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sábado, 9 de julho de 2016

Hoje quero escrever e falando  das mulheres pobres;
do vil dinheiro, mais muito rica de amor e carinhos.
Aprendi a amar a mulher desde quando nássi dentro
da pobreza ,e assim me criei,achando tudo normal,
pois não conhecia outra vida , da tal riqueza ,
hoje depois de muitos anos e casado ,e ter filhos e,
netos.que aprendi a dar valor a estas guerreiras
rainhas dos lares,
São incansáveis, na luta diária,  mesmo não tendo
um diploma podem ser medicas e enfermeiras dos
seus filhos e maridos, ela cuida de tudo, não tem
descanso, não tem ferias, as vezes ate em seu
curto sono, acorda com o choro de seu filho, ela
assustada logo pô e  a mão na sua testa para ver se  
 esta com febre, .ou precisa sere trocado, ou se
esta com fome, ela volta para a cama mas logo já é
de manhã ela faz a sua higiene e vai arrumar a cama
fazer o café e lavar a roupa , e limpar a casa,
levar e buscar as crianças ao colégio,
Mas ela se sente feliz, o seu lar é o seu jardim florido,,
tendo como flores os seus filhos e seu marido,
estas são as lapidadoras das suas pedras preciosas  que
de facetas em facetas vão sendo lapidadas, são os seus
filhos queridos, que a cada dia de facetas em facetas vão
ficando reluzentes e bonitas,são os seus eternos filhos
que vão acabar de ser lapidados pela a propiá vida.
e depois de muitos anos ela vai a casa deles para ver eles
lapidando os seus netos
Aplausos para estas rainhas que fazem príncipe e princesas.
Escrito por José da silva contos & versos;
Araruama; 09/07/2016.  .


 
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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Vã saudades, que os sonhos recorda,
a vida passada,vazia e morta,
Vagas memorias, de vozes vinda  de
outras vidas,
Sino distante, a musica tocando,para nós ,
de uma saudade infinita, dos teus poemas,
bonitos, busca a ti solidão de José no silencio
de Maria.
Vá saudades, que em sonhos recorda, momentos
passados vagas memorias ,de belas histórias de ida
e vindas,
São águas passadas, da fonte da vida, na luz de bria do dia.
Sou uma ave,sozinha , que pode voar em ventos fortes e em
suave brisa,mais não podendo pousar em meu próprio ninho
Continuo voando levando em meu bico as suas poesias.
Escrito por José da silva, contos & versos.
Araruama; 08/07/2016.




quinta-feira, 7 de julho de 2016

Eu sou preto, mais gostei de uma branquinha
E ela também gostou do pretinho,
Mas a mãe dela não gostou de mim, , e falo me
se tentar conquistar a minha filha a coisa não vai
ficar assim ,
Por que senhora? eu gostei dela e ela gostou de mim,
Por favor por a caso a senhora tem preconceito de cor?
Mas com todos os seus argumentos juro que a senhora vai
ficar sem ela,, eu sou preto mas gosto dele,
Se a senhora gosta a não gosta vai ficar sozinha ,
A senhora pode ter preconceito da cor , maias não pode
mandar no amor,
Vou casar me com ela,e da qui alguns tempo, vou convidar
a senhora para ir lá na nossa casa tomar um café com leite,
e abraçar  e beijar o seu netinho,que sera um lindo moreninho.
Foi a mistura do pretinho coma branquinha.café com leite
Escrito por José da silva, contos &; versos;
Araruama; 07/07/2016.

Não tenhas medo da morte,ela
é um sono eterno,não sentiras dor ,
a sua alma voara para o espaço,
ela é abstrata,mas ela existe, ,
animal ou vegetal
,
nascem , cressem e dão frutos e sementes,
que são levada pelo o vento. e renascerão
nova mente,
Assim se repete a vida, ela não é eterna,
porem transitória.

assim é a humanidade, fomos feitos do barro,
Deus nos assoprou as narinas,
como o vento levam as semente,
germinando nova mente.

o homem representa uma arvore frutífera e a mulher
a terra fértil .

Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 07/ 07/2016





 
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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Da vida não levamos nada ,
nem as recordações da nossa
vida passada,
eu sempre tive a consciência
que só estamos aqui, de passagem ,
tenho tudo na minha mente guardados,
Amo tudo de bom que passei , e continuo
vivendo a cada dia mais um acontecimento,
os ruins foram todos vencido e superados,
só ficaram os bons momentos que são  segredos
não revelados,
Eu sou um velho com a alma de um  jovem,
mesmo sendo idoso, continuo amando todas as
coisas belas da vida,
para quando eu morrer já fiz o meu pedido,
quero levar comigo, uma garrafa de um bom  vinho,
rosas  vermelhas e um violino, este é o meu ultimo
desejo deste boêmio apaí chonado

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