segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

 Vivo sobre um céu azul, assim vejo em minha visão.

 Abaixo desse céu vive a realidade, de um céu colorido!

Assim, os meus olhos viram a pura realidade. 

Por isto, devo acreditar que ambos são puras realidades,

por um período fiquei doente, fui internado, Deus mandou.

Um batalhão de anjos para me ajudar, agradeço a Deus. 

Que todos tenham um feliz natal.

Escrito por José da Silva Caburé.


quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

 Caminhando pelo jardim florido de brancas margaridas, que se constrata com meus cabelos cor te prata.

Os meus pensamentos vagueiam, relembrando das noites enluaradas, eu e minha doce amada, rodeados de pirilampos, neste velho banco, tão velho como eu. Testemunho dos beijos meus, nus lábios do meu amor.

Saudades, meu bem, saudades, saudades do meu grande amor, bateu asas e foi embora, só saudades em mim, deixou. Meus cabelos, prateados, de tanto adorar a lua, ficaram orvalhados pelo sereno das madrugadas caminhando pelas ruas. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos & versos.

terça-feira, 26 de novembro de 2024

 Enquanto o meu corpo sofre, o meu espírito sorri.

Sou perfurado a cada dia, até já me acostumei a ver o meu sangue fruir.

Tem muitos soldados que vão à guerra e voltam como foram, sem nem uma cicatriz.

Às vezes fico a pensar: será que estou alimentando algum espírito zombeteiro?

Só porque deixei de frequentar os terreiros? Não, não é verdade. Sou democrático.

Como o meu espírito e minha alma. Somos livres, podendo entrar e sair.

Acredito em tudo da vida terrena, em primeiro lugar, Deus e seu filho Jesus.

Que derramou seu sangue, pregado em uma cruz. Aprendi com ele, a carne perece.

A alma e o espírito são eternos.

Escrito por José da Silva Caburé. Poesias, contos& versos.  

Araruama, 26/11/2024

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sábado, 23 de novembro de 2024

 Onde não havia nada, foi por onde Deus começou a construção do hunivérso?

Então, Deus começou do final? Sim, pertence à humanidade caminhar à procura do princípio.

Todos perecerão, nesta caminhada, o hunivérso é um mistério, sem princípio e sem fim.

Deus construiu tudo em pensamento e em seu olhar, assim cumpriu a sua vontade.

Escrito por José da Silva Caburé. Araruama, 23/11/2024.

  

sexta-feira, 22 de novembro de 2024

 O poeta e a montanha:

Meu Deus, que belo monte, de ode posso ver o céu mais perto.

Nuvens brancas, o por do sol, parece que estou no topo do mundo, de onde vejo tudo que não via antes.

O mar azul, verdes campos, ficarei aqui neste entardecer ao anoitecer, ver a lua surgir, o céu estrelar.

Deitarei na relva para ver os cometas cruzarem o espaço sideral.

Abrirei meus braços, abraço o mundo, do nascer ao pôr do sol. Ver de novo o sol nascer a cada dia.

Às noites, a lua e as estrelas, este será um bom lugar para rezar e meditar, inspirar, sentir o assobio, frescor do vento, que se torna uma suave brisa como uma pluma.

A minha alma, em calmaria, aos pés deste monte, ajoelho e rezo uma prece, em agradecimento por este

belo momento em que permaneci mais perto de Deus.

Adeus, meu recanto querido, aos pés desta montanha, adeus por mim e por ela que sempre me acompanha.

As noites de lua cheia, belíssimos rios, matas, cachoeiras e cascatas, o canto do rouxinol, a doçura do pôr do sol. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos & versos.

domingo, 17 de novembro de 2024

Reflexão: 

Um fino vinho é saboroso, mas nem por isso você não deve embriagar.

O etílico é perigoso, se contenha, você pode machucar um ébrio, pensa destorcidamente. 

Até poderá matar o seu pai. O vinho é comparado à mulher. 

Qual o homem que não gosta de vinho e de mulher?

Tenhas muito cuidado, o vinho se saboreia em um pequeno cálice, em sucessivos goles.

Pois vinho não é água para matar a sede. Cuidado, até em um simples copo de água você poderá se afogar.

Se o cálice cair, só restarão os cacos e o vinho derramado. Assim vivem um casal inconformado.

A cada dia da minha vida, sinto a confirmação na existência de Deus. A cada dia aparecem mais religiões. 

Mas nem uma fala o nome de Deus todo-poderoso. Para existir o filho, tem que existir, em primeiro lugar, o pai.

Escrito por José da Silva, caburé, poesias, contos & versos.

terça-feira, 12 de novembro de 2024

 Reflexão:

Sendo branco, por que me irrito quando alguém me chama de branquelo?

Mas se fosse bonito, ficaria radiante por ser belo!

Se assumisse um cargo de governança, terminaria todas as obras paradas.

Na placa, colocaria: obra concluída, iniciada no governo passado.

A inteligência, para o bem, poderá ser infinita, ou finita para o mal.


No senso comum, é a negação do finito.

Eu, sendo finito, acredito no infinito, onde está a morada de Deus.

Já pensaram se só existissem seres como o burro e a mula? O que;

Aconteceria com a humanidade? Sendo que o burro não tem testículos. 

A mula não tem útero e não ovula.  Deus só fez dois gêneros.

O positivo e o negativo, que formam  vida, força, luz, inteligência. 

Escrito por José da Silva Caburé.

Araruama. 08/11/2025.

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sábado, 2 de novembro de 2024

 Um couro de boi:

Um filho pequenino e sua madrasta, sempre ele assistiu às brigas dos pais.

Ele vivia triste, porque amava o pai. Na última briga, ela o expulsou de casa.

Ele nem pode levar nada, a noite estava fria e chuvosa, o menino lembrou que

seu pai havia pendurado um couro de boi, o menino pegou o couro e saiu correndo.

Pai, pai, leva o seu couro de boi. O pai pegou o seu canivete, cortando o couro ao meio.

Filho, leve esta metade do couro para quando você se casar e sua mulher te mandar ir embora.

Você terá um abrigo, e tal vês um filho amado como tu és para mim: filho, obrigado, só o universo é infindável.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos & versos.

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

 Uma andorinha que vivi sozinha:

Gosto do verão, das revoadas das andorinhas, 

do canto das cigarras, dos pirilampos, nas noites sem luar.

Campos floridos, rios entre as matas, cachoeiras e cascatas,

o cantar dos passarinhos. É neste ambiente que vivo, 


nunca me sinto só. Vivendo sempre no presente, basta abrir, meus olhos

ver arco ires, sem chuva e sem sol. Sou simples, como um grão de areia, 

ou as cinzas que o vento não levou. Nunca estando só, nada por mim passou, 

sou eu quem passa, deixando tudo no mesmo lugar.

Escrito por José da silva caburé, poesias, contos, & versos.  

Araruama: 21/10/2024.



domingo, 20 de outubro de 2024

 Solidão, amiga e companheira, sempre calada, 

só mi olha, com ternura, toma conta de mim, como 

uma mãe carinhosa, me desperta atenção, para que eu  

esteja sempre alerto, contra todos os perigos, é o que ela


induz na minha concentração. Quem tem esta amiga, está

livre dos perigos por distrações, por ela, eu vivo sempre alerto, 

tendo ela por perto, tendo paz, e inspirações, podendo escrever 

poesias, contos e versos, viajar pelo infinito, do universo, qual é

o céu, onde é o reino de Deus.  Que vive presente, em todos os lugares, 

 belos campos floridos, altas montanhas, lagos e rios, e os verdes mares.

Onde também abita toda fauna, e toda humanidade. Assim vejo Deus.

Escrito por José da silva caburé,20/10/2024.