José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
quarta-feira, 15 de junho de 2022
terça-feira, 14 de junho de 2022
terça-feira, 7 de junho de 2022
segunda-feira, 6 de junho de 2022
sexta-feira, 3 de junho de 2022
sábado, 28 de maio de 2022
quarta-feira, 25 de maio de 2022
Uma Deusa viva!
Deusa dos cabelos prateados,
Deusa do olhos que tudo vê,
Deusa de alma alada, viajante em busca dos mistério;
Deusa dos encantamentos, espirito de lus e de quebranto;
como água cristalina
Mãe caridosa, zeladora de espirito, Deus o bendiga,
e te cubra com o seu sagrado manto
Trago a sua imagem em meus pensamentos, perante a ti
me sinto um pequenino grão de areia no meio de tantos em um extenso deserto!!!
Escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos.
Araruama; 25/05/2022.
sábado, 21 de maio de 2022
Oi presidente, em vês de dar bolsa família, dê incentivo para os fazendeiros,
manda todos pra roça os que estão desempregados, dormindo debaixo de maquies, e passando frio.
aqui eles tem o seu ranchinho, não falta o trabalho, no passar do tempo, vão ter a sua horta, os
seus porquinhos no chiqueiro, galinhas no terreiro, até uma cabrita pra dar leites pros meninos.
o campo vai ficar cheio de novo do jeito que quando eu ia vender pães na roça. quando eles não
tinha dinheiro, eu trocava por um franguinho ou uma duzia de ovos e ainda dava o troco, deixava
para quando eu voltar ia recolhendo o que era meu, voltava muito mais pesado, eu tinha apenas onze anos mas sempre tinha o meu dinheiro para ajudar o meu pai, eu nem andava duzentos metro sem ouvir um galo cantar ou um cachorro latir, o campo era todo abitado era lindo de se ver, todos alegres e felizes,
Ai que saudades me dá, de outra vês morar no campo, no meio da natureza, ouvindo o cantar dos passarinhos, beber água cristalina, passear no meu cavalo e tomar banho no rio, sentir o frescor das noites enluaradas, ouvindo o cantar do galo, a estrela d"alva indo embora para o sol nascer. revelando um novo dia....
Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos, Araruama, 21/05/2022.
sexta-feira, 20 de maio de 2022
Adeus o campo querido, onde nasci e me criei,
aqui muito coisas aprendi, plantei e coli, fome nunca senti!
é fria a madrugada, eu e a solidão, alma conformada,
enquanto o espírito vaga, nas lembranças do passado,
praça linda, banco frio, o estomago vazio ronca;
em uma cidade distante, só eu a lua e as estrelas. a unica
roupa vestia, nos pés um sapato roto, três dia e noites de fome e frio.
A mente vaga, quase nada lembrava, os cabelos molhados do sereno da madrugada,
procuro no bolso um lenço que eu não tinha, encontrei um papel, elevo as mãos ou ´céus,
abri e li , era o meu alistamento para servir a pátria, foi como sair do inferno e encontrar abrigo
no Céu, foi assim que um ano vivi; muitas coisa aprendi, um abrigo quentinho, saudades hoje senti,
do toque do silêncio, do chocolata quentinho, cama com lenções branquinhos, assim um ano vivi,
vestido de verde oliva, no toque do silêncio, as dez horas da noite, e o toque da arvorada, as cinco horas
da madrugada. assim um homem foi forjado. pronto para servir a sua pátria....
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos, & versos. Araruama, 20/05/2022.