sexta-feira, 26 de junho de 2026

Muita gente almeja um sonho a realizar, comprar um par de alianças e na igreja com ela se casar. Senti o mesmo desejo, meu sonho realizei, comprei um par de alianças, feliz na igreja com ela casei, mas durou pouco a nossa união, sofri como um louco a nossa separação, mas não  lamentarei a nossa separação, o destino assim quis, não é um par de alianças que faz um casal feliz.

 

Isto são coisas do meu pensamento:

O artificial é um modo representativo da mente humana.

Seja uma peça teatral ou uma escultura, ou qualquer outra que faça parte do invencionismo.  

São criações de pessoas que merecem os direitos preservados de suas obras. Mesmo que exista discordância sobre o gênero, penso eu que todas as coisas podem ser modificadas para o seu aperfeiçoamento. Exemplo. A inteligência artificial está sendo uma coisa boa, criativa de um novo modo de ensinamento geral. Acho que ela veio para ficar, tenho a certeza de que ela, mesmo sendo boa, vai querer se aperfeiçoar cada vez mais.

Escrito por José da Silva Caburé.

Araruama.

domingo, 21 de junho de 2026

 Meus pensamentos:

O que adianta os sábios, a cada época, descobrirem coisas boas para a humanidade?

Ao mesmo tempo, em todo setor industrial, laboratorial, espacial, descobrir e fabricar artefatos que conseguem destruir a Terra? Enquanto as nações juntas não derem as mãos, para mim, estes sábios têm um cérebro do maior inimigo de Deus. Apropria-se da inteligência do satanás. Penso que foi o próprio homem quem destruiu todos os planetas onde um dia foi sua morada. Penso que essa vontade de retornar em naves espaciais está no gene do homem. Uma fagulha de lembrança de um passado bem distante de um espírito interplanetário. Homens sábios, tenham em mente que todos os minerais da terra vão ser extintos. Basta um deles, a água. Sem ela não haverá oxigênio, sem ele nem o fogo existirá. Não queiram destruir o seu último habitat.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


sábado, 13 de junho de 2026

 Texto argumentativo (expositivo)

Amigo, esta sua pergunta para mim é fácil de responder.

Você diz estar apaixonado pela filha do seu patrão, um homem rico e famoso pelas empresas que possui.

Vou lhe dar a minha opinião: a água não se mistura com o óleo, a não ser usando a química, o solvente.   Qual é a aguarrás? Só assim ficará famoso como sendo um jogador de futebol. Até poderá se casar com a filha do casal, entrar para a família. Poderá frequentar a sociedade, frequentar o Iate Clube, quem sabe até o mais famoso e fechado, o Country Clube. Quem te viu e quem te verá. Um escurinho desse, mas sobe bem mais alto. Amigo, te respondi os seus desejos, porque por um tempo frequentei este meio. Não como amigo da família, mas como serviçal. Deles não tenho nada a reclamar. Só me deram mais confiança porque convivi momentos que valorizaram a minha existência de um homem simples, mas honesto.

Neste período, aprendi a valorizar o meu caráter, aprendendo muito mais do que eu sabia. Compreendi que o oceano tem tantas gotas impossíveis de serem contadas. Como também uma pessoa rica roubar talheres de prata de uma outra amiga. Demonstrando uma alegria como se fosse uma menina recebendo como presente uma linda boneca. E dos filhos não revelarei nada, porque principalmente as mães os defendem com unhas e dentes.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

 Hoge, lembrei de você, passarinha.

Você estava  em sua gaiola, quando me avistou, começou a andar agitada para lá e para cá.

Eu só te olhava, mas se você soubesse o que eu sentia, eu só não entrei na sua gaila porque,

Eu não devia fazer alguém sofrer como eu já sofri.

Mas valeu a pena, passarinha. Fiquei feliz vendo em sua ânsia, também me querendo, como eu sempre te quis. Mas o querer, às vezes, é coisa impossível. Sabe, passarinha, a minha vida sempre foi uma  poesia. Já fui acadêmico, frequentei maçonaria, centro espírita, tive algumas profissões. Hoje, aposentado. A única coisa que guardo em meu coração é acreditar que Deus está em todos os lugares, nas árvores, nos rios, nos mares. Este sim é o dono do universo.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.



terça-feira, 12 de maio de 2026

 Se tiveres vontade de me ver, procure-me no jardim da solidão.

Com isso, não quero afirmar que vivo em solitude.

Às vezes esqueço do meu corpo, sentado neste banco do jardim.

O casal que habita o meu corpo foi passear entre as flores do jardim.

Quando eles voltam, acordo, abro meus braços, bocejo, espreguiço-me,

Respiro forte, sentindo a fragrância do jasmim. Só aí que vou apreciar, 

Os movimentos dos passarinhos. Os beija-flores vagueiam entre todas,

Beijando aqui e acolá. O João-de-barro, pensativo, por onde o vento vai soprar. 

Norte, ou sul, leste ou oeste? Tenha a certeza de que ele lembrará. O bentivi, sempre a acusar.

Sem poder provar. O sabia sempre pedindo piedade, senhor, piedade, sinhá. O merro traz um

Recado do patrão: "Pião, o patrão falou: é tempo de plantar, finca, finca, que eu arranco.

É assim que esses passarinhos cantam. 

Escrito por José da Silva Caburé: poesias, contos e versos.

Araruama.

domingo, 3 de maio de 2026

 Aqui é minha morada, foi aqui  que nasci para a vida de um escritor, querendo criar asas e ter pena nas pontas dos dedos. Querendo alçar, vou. Cada vez mais alto, que as cordilheiras andinas, até a Argentina.

Fronteira as terras brasileiras, cruzando do Iapóque ao Chuí. Do pico da Neblina ao pico da Bandeira, tudo em terras brasileiras. Minas Gerais, a divisa de Vitória, Espírito Santo. 

Escrito por José da Silva, contos e versos. Felizmente, faço parte deste universo. Google, meu abrigo.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

 A maioria dos homens de antigamente Eles eram ensinados pela sua mãe

desde pequenino a fazer tudo o que a sua mai fazia.como cozinhar, lavar roupas e passar.

Remendar e pregar botões.limpar casa, lavar as roupas, dar banho no filho renascido e trocar as fraldas.

Um dia perguntei a minha mãe, isto não é serviço de mulher mamãe? 

Filho nos somos pobres. Isto servira para você quando casar e a sua mulher tiver o seu primeiro filho.

Como somos pobres, será você que ira fazer tudo, cozinhar lavar e passar as roupas, limpar a casa,

dar banho em seu filho e trocar as fraudas. Busca a boneca que deveria ser da sua irmã falecida Mirtes,

que vou te ensinar a dar banho e trocar as fraudas do seu primeiro filho. Foi assim que aprendi tudo

com minha mãe. Hoje as coisas mudaram, o mundo evoluía, mas acho que isto faz parte do amor, entre as partes, assim se forma uma família estruturada. Fiz tudo isto que minha mãe ensinou-me, com muito amor e carinho, porque amo a quem sempre me amou. 

Escrito por José da silva caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 Por ti y por tu amor, yo víveres, yo víveres, porque te recuerdo con honor,

  y com clamor.y com básion, sempre em mi vida estarás. Tu sempre aqui sempre por sempre. 

Estar en mí. Recuerdo, vivirás gloria por siempre y fervor. Por ti, por tu amor. Hoy te honró amor. 

A ti ya Dios y yo pediré por ti. Tú velarás por mí. Y juntos a Dios en paz.

El toque del silêncio.  



Há oitenta anos, o campo era habitado.

Não se percorria duzentos metros sem ouvir um cão latir ou um galo cantar.

As favelas começaram no Rio de Janeiro,  após a escravidão.

Mais tarde, um certo governante fez um decreto para esvaziar o campo.

Onde os moradores terceirizados moravam, cada morador tinha um hectare de terra.

Ao redor do seu rancho, onde tinha uma horta, uns pés de café, uma moita de cana para fazer o café.

Um chiqueiro tendo uma porca criadeira, alguns leitões, no pasto podia ter uma cabrita para dar leite para as crianças. Quando o patrão precisava dos serviços do terceirizado, ele o contratava, a diária da época era um quilo de gordura  ou toucinho. Acabando o serviço do dono das terras, ele ia fazer o dele para plantar a terça com o dono das terras. Hoje está tudo mudado, o campo está vazio, até a casa grande está em ruína.

Os pastos sujos, porque o salário é alto comparado à renda das terras e o adubo é caro, não compensam porque ficará bem mais caro que ser comprado no supermercado. Eu estou escrevendo isto porque nasci e vivi no campo, nesta época ninguém passava fome nem dormia debaixo de marquises. Falo com toda certeza: se tivermos um governante que retornasse todos para o campo, muitos de quem são moradores em favelas voltariam para o campo, o Brasil ganharia tendo os rios mais limpos e as moradias irregulares em lugares perigosos. O campo produzia para sustentar a todos que voltaram e ainda sobraria para ser vendido ou trocado, como agiam antigamente. Quando eu era criança, com oito anos, saía de madrugada com um cesto de pães, percorria mais de vinte e quatro quilômetros vendendo pães. Quando não tinha o dinheiro, eu trocava por ovos ou um franguinho e voltava o troco. Quando voltava, vinha apanhando o que tinha comprado, voltava com o dobro do peso. Isto acontecia todos os sábados. Até que aos dezessete anos fui servir à pátria. Desabafo de José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.