domingo, 23 de janeiro de 2022

 Eu vi, uma linda comemoração, anunciando o verão!

Ai que beleza, que harmônia, a quanto tempo eu não via, 

revoada de andorinhas;

O céu ficou estrelado, mesmo sendo dia;

Corpos pretos, peitos brancos, comemorando o verão deste ano!

Não desejo que volte nunca mais são os bandos de pardais

Aí que saudades dos nossos canarinhos, quase foram extintos 

pelos os pardais assassinos!

Entre os anos 1948 a 1960, o Rio de Janeiro fora reduto desta praga,

embora foram espalhados pelo o Brasil inteiro, no final não mais se via

os nossos canarinhos nos terreiros.

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama; 23/01/2/022.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Sapiência não é uma lagoa cheia de sapos;

nem o peido de uma vaca polui a atmosférica,

Sapiência é uma cabeça humana cheia de boas idéias, 

para melhorar o mundo; promover a paz, entre as nações,

para evitar as guerras;

Para que aconteça  toda a sapiência deveria ser mudada 

para o coração, é nele que se guarda, toda a sabedoria, 

do amor, pela a família e a humanidade;

todos somos irmãos, principalmente do filho de Deus Jesus;

O que mais polui a terra, não é os gases do gado, são os gases

fátuo  desprendido do cadáveres em decomposições, este gaz é

muito toxico  que quando se mistura com o oxigênio acende 

um fogo colorido , isto se vê a noite, o nome deste gaz é Fátuo.

e não o peido de uma vaca, como falou uma certa cantora.  ela 

sim um dia vai se transformar neste fogo, que é até muito bonito 

todo colorido de azul amarelo e vermelho.

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos

Araruama; 17/01/2/022.

 



  

domingo, 16 de janeiro de 2022

 Vá saudades nas azas de um beija flor, 

procure ela para mim por favor;

já não aguento mais a falta do seu amor, 

sem ela fiquei doente, não existe remédio 

que mi cure, já fui no pai de santo, 

rezadeira e cartomante, não adiantou nada 

para continuar vivo, vivo de calmante,

se não quiseres ser mais minha esposa, 

que vivamos como dois amantes,

o amor de qualquer jeito vale tanto como 

vale um diamante; 

não falo o nome dela, olhos grande tem bastante.....

escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama; 16/01/2/022.

   

sábado, 15 de janeiro de 2022

 Não quero mais saber, nem quero te escutar,

estou cheio de suas mentiras e melhor terminar, 

este amor esta sendo uma loucura não deve continuar,

você é casada tem o seu marido. eu tenho os meus 

filhos para criar, procure outro alguém que possa 

te sustentar os teus devaneios  de grandeza, não trabalha

só quer vadiar, adeus o dada das noites , adeus mariposa,

vá cuidar de seu marido , eu cuidarei dos meus filhos e de 

minha esposa.

Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama.15/01/2/022.


 isto é só um teste, obrigado por aceitar!



 Por causa da aquele lencinho branco, 

fugi para poder viver o nosso amor, 

Aquele lencinho branco que um dia 

enxuguei o seu planto, guardo comigo

até hoje manchado de carmim,

e de seu batom vermelho, 

Hoje sou eu quem choro, amargamente,

diante de um espelho.

Veja como é a vida; tantos anos se passaram, 

hoje você já não é a mesma, nem eu sou.

eu vivo solteiro, e você também não se casou.

hoje em fim somos velhos! Eu não te prometo o céu, 

tão pouco o inferno; acredito que juntos viveremos

em um paraíso, nada mais sera preciso, seremos

eternizados, esqueceremos o passado, 

e viveremos este amor contido de oitenta e cinco anos;

te prometo amor e carinho e fidelidade, não chores 

mais os seus pais não existem mais, vamos viver o presente

esquecer o passado.

Escrito por José da silva caburé poesias contos &versos.

Araruama. 15/01/2/022.



quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

 Da antiguidade para a modernidade;

Não gosto da tal modernidade, prefiro como antigamente, 

Gente era gente, 

Na modernidade gente virou fera, destruíram até  a beleza 

das favelas, que virou comunidade;

Lá já não existe poetas, que compunham lindos versos e canções,

em cada boteco um cavaquinho ou um violão, nas mãos de um bamba

do samba; hoje a musica mudou seu som, nelas não existe mais poesias,

as metralhadoras e quem faz o som, a caneta que escreve as poesias é a 

ponta de um punhal, a tinta vermelha é o sangue de um trabalhador,

esta tal modernidade mora em um castelo na esplanada dos ministérios, 

Já não se vê revoadas de andorinhas, sumiram todas devoradas pelo os 

morcegos, bicho nojento, corpo de rato, asas de anjo, alma do diabo,

transmissores da febre borbônica, difícil de serem exterminados, 

prefiro a cobra que é só corta-la a cabeça, se existe alguém que tenhas

coragem que apareça, e livrai dela a quem nós temos apresso!!!

escrito por José da silva caburé, poesias contos & versos,.   

Araruama; 13/01/2/022.


 A minha morada é uma casinha pequenina 

bem lá no alto da quela colina, onde vivi 

dentro dela todo o meu amor;

ela é uma cabocla mais bonita que uma flor;

Ela é minha patativa, eu seu beija flor;

Quando me da saudades dela deixo o meu 

roçado vou de passos largos só pra dar nela

um abraço bem apertado;

Ela deixa tudo de lado, tira a fita dos cabelos, 

retira o avental, eu carrego ela nos braços, 

finjo que trópico e caiu ali mesmo amamos 

O que vale é a felicidade e muito amor no coração.

Voltam,os juntos pro roçado em quanto eu carpino,

ela vai espalhando sementes de flores de varrias 

especies e cores; 

de longe escuto seus murmúrios, cantando baixinho

canções de amor; 

lá do alto se vê todo o horizonte até onde as vistas 

alcança, 

Já esta entardecendo, a penumbra vem chegando, 

as estrelas vem surgindo, e a lua acompanhando, 

Começa a sinfonia, dos sapos, dos grilos, e os piscar 

dos pirilampos; 

pego a minha viola, e vou a dedilhando e o meu amor 

cantando. e assim ficou até altas horas quando chegou 

o sono!!! 

 Escrito por José da silva caburé poesias contos & versos.

Araruama;13/01/2/022.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

 Ate que enfim vou ter a minha terrinha 

pra plantar e colher;

Agora vou viver sossegado, vou criar muitos 

porcos e galinhas caipiras, e muitas cabeças 

de gado;

Do milho vou fazer fubá, pra fazer ague farinha 

e canjiquinha pra comer com torresmo ,o que 

sobrar tratar dos  pintinhos no terreiro;

O arroz e para o almoço e o jantar, o que sobrar

do pro compadre e prá comadre; 

o café eu vou vende mil arroba e ficar o ano inteiro

numa boa,

do canavial vou fazer melado, rapadura , e açúcar mascavo,

e uma cachaça da boa, a do caburé o homem que dela bebê

não  bate em mulher, 

mandei fazer um carro de bois, já estou fazendo uma guida, 

que é uma vara comprida com um ferrão na ponta pra tocagado.

Escrito por José da silva caburé ; poesias contos & versos.

Araruama; 12/01/2/022.


  

 

 

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

 

As cores, são elas que colore a natureza;

sem elas não existiria tantas belas obras de arte

que foram pinceladas   pelas as mãos dos antigos pintores,

Eu gosto de todas as cores, do roxo ao preto, mas sou apaixonado 

por duas , a verde e azul, fico a imaginar uma linda mulher de corpo 

escultural, vestida de seda, azul ou verde, trazendo em suas mãos 

uma rosa vermelha; caminhando em minha direção tendo em seu rosto

um sorriso encantador; eu sendo jovem e bonito, trajando um terno cinza

escuro e uma camisa branca, um cravo vermelho na lapela, sapato preto

confeccionado com vaqueta cromo. lenço de seda tendo o meu perfume 

preferido, pino Silvestre, no salão soando uma linda valsa, de preferencia 

quebra nós; tudo isto acontecendo dentro do castelo que construí só para o meu  

amor, dentro dele uma passarela de esmeralda, o teto cravejado com pedrinhas

de brilhante, uma capela e um altar para ela rezar, todas as janelas de vitrais 

coloridos, o trono da minha rainha cravejado com pedrinhas azuis verdes e brancas

no final ela irá a capela rezar para a alma do seu velho rei sonhador que morreu 

sentado em seu velho banco em seu jardim onde sempre escreveu seus  devaneios

de um dia ser rico, ele conseguiu em sonhos morreu pobre mas com a alma rica de 

lindos sonhos, escrito por José da silva caburé, Araruama;30/12/ 2/021.