quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 Sou um pensador, às vezes penso cada coisa que fico a duvidar se não sou a encarnação de algum cientista maluco que existiu no passado?

Veja só o que estou imaginando agora.

Penso que só os animais têm o seu próprio dialeto em qualquer parte do mundo, só a ave papagaio não.

Só os animais se manifestam em sons diversos.

Penso que os cientistas da medicina deveriam pesquisar. Principalmente o cérebro da ave papagaio.

Comparado com o cérebro humano. Para mim, a diferença é muito grande na dimensão da massa encefálica do ser humano quanto na pequenez da ave papagaio. Encontrando este gene, ele deve ser modificado para ser implantado no ser humano. Seria a maior descoberta em benefício da vida. Após a descoberta contra a vida, que até o ser humano não consegue dormir sossegado,sentindo  receio de algum maluco apertar um simples botão  e destruir todo este lindo jardim florido criado por Deus.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versosa

Araruama.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

 A nossa mente é fértil, como a terra é.

Hoje em dia, o mundo está mudado.

Ele está rodando encrinado. 

A sua trajetória  foi modificada.

Os homens responsáveis precisam entender.


Que a gravidade não é só da Terra

As cadeiras as quais vos sentais também se inclinaram

Os vossos ombros estão sendo pressionados.

Dê um tempo,   tome  um café, esta reunião deve ser reavaliada

Para podermos encontrar uma nova solução, para evitarmos a total destruição.

Pensemos, as nossas mentes são como uma terra fértil, basta que plantemos uma boa semente.

Para termos uma boa colheita.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama. R. J.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

 Se seu canto encanta, cante para eu escutar.

Se seu canto emociona, quero ver fazer minhas lágrimas rolar.

Ira fazer maré cheia, do cantar da sereia, nas altas ondas no mar.

Canta, sereia, propagando seu canto, encantando os marinheiros nas ondas azuis do mar.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


 Zarpa, destemida  comodora, comandando seu destino.

Nas ondas verdes dos mares do mundo inteiro.

Vou à gaivota branca, faz de suas asas as velas do seu saveiro.

Abre asas as fantasias, viva a realidade, não uma ilusão vazia.

Vagueia na imensidão do vasto horizonte, como uma criança 

Embalança-se em uma gangorra, cavalgando as ondas dos verdes mares,

da vida. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


terça-feira, 6 de janeiro de 2026

 Meu cérebro é a morada do meu espírito.

Amo este cara, meu bom amigo.

Basta eu pensar ir a Paris, jantar na Torre Eiffel.


Ir a Veneza, passear em uma gôndola,

Ir à Itália tentar desincrinar a torre de Pisa.

Visitar o batistério e a capela cistina.

Tudo isto, só em pensamentos, ou ter lido em uma revista.

Quem não tem nada para fazer, dá nisto, poxa, já são duas e meia, vou dormir.

Témanã.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

 Você deixou saudades, deste seu jeitinho de falar e sorrir.

Tocou profundo o coração do velho que pode ser seu avô.

Sinto tanta saudade de você, não sei se fico ou se vou.

Na cauda de um cometa, ou nas asas de um beija-flor.

Amo ser poeta, por ter grandes imaginações, que ultrapassam.

Às vezes, a realidade. Desta saudade que sinto de você..

Descaradamente, refiro minha idade. Não pretendo ser arcanjo, 

Quanto mais um velho papa anjo.

Escrito por José da Silva Caburé,  poesias, contos e versos.

Araruama.

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

 A luz que brilha em mim é a mesma que ilumina este vasto planeta Terra.

Alua  as estrelas. Grão de areia, levado pelo vento, sem saber onde  vou.

Às vezes, passando pertinho do céu, me dá vontade de falar com Deus.

Mas não posso, sou prisioneiro do vento, ou mesmo de uma simples brisa.

Ninguém sabe o que sinto, ser pequenino. Só Deus sabe que existo.

Porque foi ele quem me fez assim. Tenho que conformar-me com a sua vontade.

Reconheço, se ele me fez. Mesmo pequenino, porque sem eu a terra não seria completa.

Faltava-me um simples grão de areia perdido onde ninguém consegue encontrá-lo

Escrito por José da Silva Caburé

, poesias, contos e versos.

Araruama.

sábado, 27 de dezembro de 2025

 A cada ano que passa, mais um castigo para pagar meus pecados.

Cometidos durante minha vida.

Neste ano não foi diferente, recebi meu presente.

Desejo a mim um feliz ano novo, esperando ansiosamente este novo presente. 

Esperançoso que não seja a suprema morte. Prefiro viver despenado ,vivenciando.

Toda beleza do mundo.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos

 e versos.

Araruama.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

 As melhores coisas da vida:

É ter saúde e um trabalho para o sustento da família.

A simplicidade é uma estrada florida ladeada por jasmim.

Com suas flores azuis e brancas exalam um suave perfume.

O melhor que a natureza criou, só quem tem bom gosto dá o merecido valor.

Esta bela flor do campo com a qual minhas narinas acostumaram com sua fragrância.


 Que exalam de suas flores azuis e brancas. Um casal perfeito como azul celeste.

E as nuvens brancas, levadas lentamente pelo vento, enfeitam o céu percorrendo o caminho de São Tiago.

Ladeado por jasmim.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

 Às vezes, ultrapasso os espaços que só existem em minha mente.

Mesmo sabendo que nem tudo que reluz é ouro.

Mas a mim, não importa, se sei que um diamante também reluz, e tem mais valor que o ouro.

Quando te olho, vejo em ti uma joia de grande valor.  Cor morena, corpo pequeno, pernas longas como de uma saracura. Deus criou uma bela escultura. Vejo-me em ti, saboreando um sorvete de casquinha, sabor da fruta sapoti. Só um amante experiente sabe dar valor a uma verdadeira mulher. 

Meu Deus, são três horas da madrugada do dia onze de dezembro. Eu, dia quinze do mesmo mês, irei completar  oitenta e nove anos e ainda penso nestas coisas. O amor é a vida. Deixa-me sonhar.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.