Nos final deste més, viajarei;
passar pela mesma estrada, naqueles tempos presente.Ver de novo, as árvores se estão no mesmo lugares;os rios, os montes, e horizonte;se faltar uma só árvore, na beira desta estrada, foi porque eladeixou de existir, por um acidente de um vendaval;ou por um homem malvado para dela fazer um cercado;Meu filho, até este momento estava sendo o navegador;assuma o comando, e não atrapasse a velocidade de cem;Cuidado nas curvas a esquerda, em declive a direita, ver, prever, e aja;Reduza da quinta para quarta, e pé na taboa, e vamos cortando estrada.Tudo na vida acontece no presente momento; como nascer ou morrer.Eu sismo e afirmo; ninguém nasce, ou morre no passado, ou no futuro;Esse meu filho aos cinco anos juntos passamos nesta mesma estrada;hoje está com cinquenta anos, ele só não lembra das árvores; mas éum bom motorista, filho, Deus ti guia na estrada da vida.Escrito por José da silva caburé, poesias, contos, & versos.Araruama, 10/11/2023.
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
domingo, 12 de novembro de 2023
quinta-feira, 9 de novembro de 2023
Amigos e Amigas, quem vus fala é um malandro do bem;
Que se formou na faculdade da vida, e não faz mal a ninguém
viveu na lapa, no Rio de Janeiro, nos anos de 1950, na minha adolescência;
até os meus cinquenta anos, de existência; nesta época já tinha morrido o
Madame-satã, e o Miguelzinho, camisa preta; só restando o clube amarelinho
e o cordão bola preta; foi neste ambiente de boemias, que me diplomei, em
um malandro do bem; sou humano, o meu signo é sagitário, cabeça de homem;
o corpo de um cavalo; tendo dentro de mim, três elementos a mais; a inteligência;
o raciocínio, e o extinto; o extinto pertence aos animais; tenho estes sortilégios;
por reconhecer, em quem posso confiar; basta bater um curto papo; com o pretendente
a ser meu amigo; Deus me fez um homem educado, prestativo, querendo resolver todos os
problemas do mundo, os sofrimentos das pessoas que estão sofrendo, por algum motivo;
quem já viveu tanto tempo na lapa, aprendeu todas as malandragens da vida, sem requerer
benefícios. Escrito, por José da silva caburé, em poesias, contos & versos.
Araruama, 09/11/2023.
quarta-feira, 1 de novembro de 2023
Antigamente,
Muitas mulheres já foram xingadas de bruaca;
mas quem os xingava nem sabia o que era bruaca.
Olhe bem em uma das mulas, carregando duas caixas;
uma carrega as panelas, os pratos, a temple, os talheres.
Do outro lado da cangalha, na outra caixa carregavam-se os mantimentos;
cada uma destas caixas tem o nome de bruaca.
Isto são coisas de antigamente, na maioria dos trasportes eram feitas pelas tropas de mulas.
Mesmo depois da máquina a vapor, que passava de cidades em cidades; mas quem;
transportava os mantimentos das fazendas para as locomotivas era as tropas de mulas.
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos, & versos.
Araruama, 01/11/2023.
terça-feira, 31 de outubro de 2023
Meu encanto, meu recanto, meu paraíso;
Onde tenho água cristalina, que desse da colina;
Entre a mata, deságua na pedreira em cascata;
Este é o meu recanto, que tanto me encanto e o amo tanto.
Aqui me sinto ser um passarinho, em seu aconchegante ninho.
Mais lindo fica nas noites claras pela luz do luar;
Aqui a beleza é tanta, que da vontade de chorar;
A minha casa é o meu templo, o quintal é o altar, as árvores e as flores;
São os Santos, onde reso para Deus, que sempre está em todos os lugares.
Escrito por José da silva caburé. Poesias, contos, & versos.
Araruama; 31/10/2023.
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
A minha resposta, ao senhor poliglota.
Os burros, não se misturam com as vacas;
preferem estarem juntos as éguas ou as mulas;
Os burros, respondem às chicotadas, com um coice;
Quem for muito sábio, nunca chicoteia um burro por detrás;
na certa, levaras um coice, como você esta levando agora, sábio poliglota.
quinta-feira, 14 de setembro de 2023
Uma linda candidata a normalista; prestes a se formar;
Só ponderava em ter ao seu lado, um Jóvi principie encantado;
Os dias eram todos lindos; as noites tendo o céu estrelados;
com o clarão da lua ela se, encantava; Hoje passado o tempo ela
vê tudo ao contrário, os dias são tristes; as noites sem a lua e as estrelas;
ou as suas vistas escureceram, ou as noites não têm mais brilhos;
tudo virou breu; ou quem vê e só eu.
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos & versos.
Araruama; 14/09/2023.
terça-feira, 12 de setembro de 2023
O meu corpo é a sua morada, ela é a sua casa;
ela só tem um dono, não permite visitas de estranhos;
se deseja falar comigo, bata na porta usando adrávia
e fale na boca dela; não voltaras de mãos vazias;
tudo de ruim que você carregava, ficara nos caminhos
por onde você passar; procure uma fonte de águas claras e lave a sua alma.
Esta é a minha casa, tem portas e janelas, ninguém tem poder de entrar por elas.
Escrito por José da silva caburé; poesias, contos, & versos.
Araruama;12/09/2023.
quinta-feira, 7 de setembro de 2023
Sei que tu me ama; mais já sou preso a um amor.
Seio quanto sente; nas noites frias, sozinha em seu leito.
Seus pensamentos vagueiam; acariciando os seus seios;
mordiscando o lençol, entre ais e trejeitos, grita o meu nome;
por-ti, dei-ti a minha vida; viver sem você, preferi morrer.
Escrito por José da silva Caburé, poesias, contos, & versos.
Araruama; 07/09/2023.
terça-feira, 29 de agosto de 2023
Para mim, a totalidade é desagero.
Prefiro viver em meio-termo, em quase tudo da vida.
Menos na saúde, e em todas as coisas, boas como uma suave briza;
a paz, campos floridos, águas cristalinas, em sua temperatura normal
como também é no corpo humano. Gosto de viver no campo verdejantes;
ouvir o cantar dos pássaros, e as flores silvestre; dinheiro só para viver a
normalidade sem desagero, São as minhas preferências, nunca contrario dás;
coisas universais que são do criador. Gosto de construir, nunca destruir; se me ofertar;
um barraco, construo um castelo deixando de presente para quem quiser ser rei.
Assim sou eu; simples e despido da arrogância; magistral como um beija-flor.
Escrito por José da silva caburé, poesias, contos, & versos.
Araruama; 29/08/2023.
quinta-feira, 24 de agosto de 2023
Quem me conduz é o meu espirito;
sempre fui seu cavalo, ele o cavalheiro.
Já me levou por vários caminhos;
Passamos por muitas encruzilhadas;
Durante as minhas andanças, tive a oportunidade;
de realizar diversas proficões, e crenças.
Mas nunca me permaneci nestes lugares, neles sempre;
por querer ajudar, era mal compreendido, pelos demais;
quando notava que não estava os agradando; tirava o meu
chapéu, colava-o no peito, ia me retirando como malandro do bem.
Sempre foi assim a minha vida. Se, compro um barraco, quando vou;
embora deixando um castelo de presente.
A minha religião é todo o universo; com tudo que Deus criou.
Por isto digo, Deus está em todos os lugares; até nas gotas do orvalho;
nas folhagens das relvas, Quantas vezes na minha chácara, abracei um
pé de fruto e rezei agradecendo por ter me dado a vida. Deus como te amo.
Escrito por José da silva caburé. Poesias, contos, & versos.
Araruama; 24/08/2023.