quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

 Menina linda, minha linda Rapunzel

Vim te convidar a vir passear no meu barquinho de papel.

Todo enfeitado com margaridas e girassóis.

Tem revoada de borboletas coloridas entre os girassóis e margaridas.

Iremos juntos curtir a vida. Neste rio de águas límpidas e transparentes.

É tão bonito, emociona a gente. A noite cai, as estrelas vêm surgindo no clarão da lua.

O barquinho vai descendo devagarinho nas pequenas ondas deste rio. 

O sereno cai nas flores do barquinho, Rapunzel cantarola uma canção de amor

Rezo uma oração em louvor ao Senhor, porque o barquinho de papel não rasgou.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.



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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

 A morte não é um ponto final, é uma vírgula.

Tudo o que se vê é ilusionismo da alma.

A morte não é o fim, a verdade é perigosa.

O encontro com Deus, para aprender sofrer e amar.

A morte não encerra a caminhada, ela às vezes para para o corpo descansar.

O amor é o g, p. s. da alma. Somos todos do mesmo oceano.

Eu, por muitos anos, vivi junto a eles, sendo seu motorista, dirigindo um veículo Galax.

Permanecia calado,  só respondia: Sim, senhorita, Costa Brava, Zum Zum  ou jirau?

Motorista, primeiramente vamos a Santa Tereza. Pare na esquina da praça, fica à espera.

 Só ouvia desprezo à pobreza e ignorância. Não sabendo ela onde eu sabia onde iria.

Quando voltavam alegres e cantando, espalhando o cheiro forte da dona da morte.

Tal país, tais filhos; sua mãe quando era convidada para um jantar elegante na casa de algum amigo.

Quando voltava, eu olhava pelo retrovisor, escutando o tilintar dos talheres de prata roubados da casa de quem as convidou. Para ela, parecia um brinquedo valioso nas mãos de uma criança.

Coitado do amigo porteiro que morava em um pequeno apartamento junto ao motor do elevador lá no alto do edifício. Um dia, foi encontrado por ela no elevador social.  Ela bradou: 'Seu negro, no elevador social não é lugar de empregado, ponha-se em seu lugar. Não sabia ela que a mulher do porteiro era mãe de santo. Pouco tempo passou, o coitado do marido a morte o levou, deixando-os sem automóvel e sem motorista, porque trabalhava em uma firma estatal, assim como eu. Só por este motivo tenho consciência do modo como sou tratado. Até mesmo por familiares inconformados. Não sabendo eles que as vidas são transitórias, cada um, uma história. Eu  não me envergonho em contar  a minha história, a luz que ilumina as trevas como a luz solar, que ilumina a lua.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

 Coisas que passam despercebidas. Só quem tem a alma em gratidão eterna sabe valorizar a vida.

A minha gratidão eterna é reconhecer de um filho para um pai e uma mãe. Pobres, muito pobres.

Mas muito ricos de corações nobres. A minha convivência com eles durou até meus dezessete anos,

Quando fui servir à pátria. Foi daí que fiquei sabendo  que o mundo diferia do mundo em que eu vivia.

Foi aí que soube valorizar o meu velho pai e mãe. Um pai que nunca deixou faltar o pão de cada dia,

Mesmo que fosse um prato com feijão e farinha. 

Este pai que me ensinou a ser um homem trabalhador e honesto, respeitar para ser respeitado. 

Hoje, aqui neste novo mundo, sofri e ainda estou sofrendo, mesmo na modernidade, me dá saudades.

Daquele menino com os pés descalços, roupas limpas, mas velhas e desbotadas pelo tempo de uso.

Hoje uso ternos e gravatas, tendo um bom emprego um bom salário. Fui casado por duas vezes, na primeira tive dois filhos, um deles me maltratou, me acusou de ser um ladrão e ébrio. 

Nesta de agora, sou feliz, mas deveria ser melhor. Me sinto um patinho feio, sem importância. Sempre sou o último da fila. Faço de tudo para agradá-los, mas nunca tive um reconhecimento em nada que faço.

Quando falam comigo, são arrogantes, e quando falo, sou criticado. Mas com os amigos todos são educados. Se estão conversando, quando apareço a conversa acaba. Ai, que saudades do papai e da velha mãezinha, Zé, Zé. Olha o seu prato de farinha. Pergunto: quem não gosta de ser bem tratado?

Até um cão e um gato. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 Sou um pensador, às vezes penso cada coisa que fico a duvidar se não sou a encarnação de algum cientista maluco que existiu no passado?

Veja só o que estou imaginando agora.

Penso que só os animais têm o seu próprio dialeto em qualquer parte do mundo, só a ave papagaio não.

Só os animais se manifestam em sons diversos.

Penso que os cientistas da medicina deveriam pesquisar. Principalmente o cérebro da ave papagaio.

Comparado com o cérebro humano. Para mim, a diferença é muito grande na dimensão da massa encefálica do ser humano quanto na pequenez da ave papagaio. Encontrando este gene, ele deve ser modificado para ser implantado no ser humano. Seria a maior descoberta em benefício da vida. Após a descoberta contra a vida, que até o ser humano não consegue dormir sossegado,sentindo  receio de algum maluco apertar um simples botão  e destruir todo este lindo jardim florido criado por Deus.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versosa

Araruama.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

 A nossa mente é fértil, como a terra é.

Hoje em dia, o mundo está mudado.

Ele está rodando encrinado. 

A sua trajetória  foi modificada.

Os homens responsáveis precisam entender.


Que a gravidade não é só da Terra

As cadeiras as quais vos sentais também se inclinaram

Os vossos ombros estão sendo pressionados.

Dê um tempo,   tome  um café, esta reunião deve ser reavaliada

Para podermos encontrar uma nova solução, para evitarmos a total destruição.

Pensemos, as nossas mentes são como uma terra fértil, basta que plantemos uma boa semente.

Para termos uma boa colheita.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama. R. J.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

 Se seu canto encanta, cante para eu escutar.

Se seu canto emociona, quero ver fazer minhas lágrimas rolar.

Ira fazer maré cheia, do cantar da sereia, nas altas ondas no mar.

Canta, sereia, propagando seu canto, encantando os marinheiros nas ondas azuis do mar.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


 Zarpa, destemida  comodora, comandando seu destino.

Nas ondas verdes dos mares do mundo inteiro.

Vou à gaivota branca, faz de suas asas as velas do seu saveiro.

Abre asas as fantasias, viva a realidade, não uma ilusão vazia.

Vagueia na imensidão do vasto horizonte, como uma criança 

Embalança-se em uma gangorra, cavalgando as ondas dos verdes mares,

da vida. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


terça-feira, 6 de janeiro de 2026

 Meu cérebro é a morada do meu espírito.

Amo este cara, meu bom amigo.

Basta eu pensar ir a Paris, jantar na Torre Eiffel.


Ir a Veneza, passear em uma gôndola,

Ir à Itália tentar desincrinar a torre de Pisa.

Visitar o batistério e a capela cistina.

Tudo isto, só em pensamentos, ou ter lido em uma revista.

Quem não tem nada para fazer, dá nisto, poxa, já são duas e meia, vou dormir.

Témanã.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

 Você deixou saudades, deste seu jeitinho de falar e sorrir.

Tocou profundo o coração do velho que pode ser seu avô.

Sinto tanta saudade de você, não sei se fico ou se vou.

Na cauda de um cometa, ou nas asas de um beija-flor.

Amo ser poeta, por ter grandes imaginações, que ultrapassam.

Às vezes, a realidade. Desta saudade que sinto de você..

Descaradamente, refiro minha idade. Não pretendo ser arcanjo, 

Quanto mais um velho papa anjo.

Escrito por José da Silva Caburé,  poesias, contos e versos.

Araruama.