sexta-feira, 7 de agosto de 2026

 Acredito que a humanidade faz parte da evolução do universo.

Na imensidão do espaço vazio onde ele se expande.

Tudo que acontece na sua evolução reflete na terra.

Tanto o bem como o mal na mente humana.

Como o universo está se desenvolvendo, também se desenvolve a mente humana.

Acompanhando  o desenvolvimento do universo na direção da sabedoria.

Hoje já se nota crianças regendo orquestras, sabendo usar um celular. Até corrigir.

Vovô e vovó. A humanidade é uma joia rara que está sendo lapidada e marchetada 

Para ser entregue às mentes sábias para que, no futuro, o mundo seja melhor.

Acho que na nova geração voltarão os sábios que um dia habitaram a terra.

Como na medicina e em outras categorias para o bem da humanidade.

Assim penso eu.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


terça-feira, 28 de julho de 2026

 Assim passa o tempo, entre eu e o meu tio, batendo um papo sentado debaixo de um pé de jabuticaba.

Sobrinho, monte seu cavalo e vá sondar o lado de lá da montanha.

Tio, não seria melhor o senhor aplainar a montanha? Lá do alto, o senhor verá até o mar.

O senhor verá todos os lados, se estiver tudo limpo, não perca tempo, tome posse.


É só aguardar. Eles moram longe, o mar é logo. Manda um soldado para o alto da montanha.

O senhor poderá ficar sossegado, saboreando as deliciosas jabuticabas.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

 Este nosso sol é uma grande lupa de quinda grandeza.

Que recebe a luz de outro planeta de primeira grandeza.

Tão distante, que as nossas vistas não alcançam.

Mesmo usando aparelhos sofisticados.

O nosso sol não gira, quem gira é a terra fazendo rotação e translação.

Que faz os dias e as noites.

Escrito por José da Silva Caburé, um pensador, mas não dono da verdade.

Ararua.a.


quinta-feira, 23 de julho de 2026

 

  • A fé em tempos de ruído e incerteza. Nos últimos tempos, nota-se um movimento crescente de vozes que se levantam para questionar a existência de Deus, a figura de Jesus Cristo e a importância dos ensinamentos bíblicos. Para muitos, esse cenário parece um verdadeiro enxame de dúvidas e críticas, onde a fé é frequentemente apontada como uma mera ferramenta de manipulação ou um costume do passado. No entanto, diante de tanta revolta e barulho, cabe a nós fazer uma pausa para refletir: por que a busca pelo sagrado ainda causa tanta reação? A história nos mostra que a fé genuína nunca se tratou de controle, mas sim de transformação interior. Enquanto as teorias humanas mudam com as épocas, a mensagem de amor, compaixão, perdão e esperança trazida por Jesus permanece como um farol para quem atravessa momentos difíceis. Deus não precisa de defesa para existir, pois Sua presença se manifesta diariamente nas coisas mais simples — na vida, no cuidado com o próximo e na paz que excede o entendimento. Questionamentos e dúvidas sempre fizeram parte da jornada humana. Contudo, em vez de responder à revolta com mais revolta, o papel daqueles que creem é responder com firmeza naquilo em que acreditam, mantendo o respeito e a serenidade. É o que pretendo fazer, Deus.
    Para mim, é ele, ele é o próprio universo. Que é o todo que existe, além dele está o infinito que é um papel branco para que Deus escreva os seus desejos.
    Conto na minha existência: já noventa anos, e nunca escutei ninguém se revoltar contra Deus como está acontecendo ultimamente. Se Deus fosse mau, ele exterminaria todos de uma só vez. Mas Deus é amor e sabedoria, ele vai existir eternamente. Que Deus dê o perdão a estes pobres de espírito.
    Escrito por José da Silva.
    Araruama.

sábado, 18 de julho de 2026

 Lembranças dos meus bons momentos do passado.

É bom sentir saudades; são coisas bonitas acontecidas no nosso passado.

Que ficaram embrulhadas com laços de fitas coloridas.  

Que ficaram gravadas para sempre no coração da gente.

Porque sentem saudades do passado em que foram felizes.

Estou retornando após muitos anos, para continuar a sonhar  estes sonhos divinos.

As maravilhosas companhias  que ficaram parte das noites comigo sobre o clarão da lua e das esytrelas.

Até o retorno do rei dos astros no romper da aurora. 

Estou de volta, minha flor, voltou o seu beija-flor para continuar a espalhar as sementes das lindas flores.

Saudades tenho de todos os dias da minha vida passada por onde andei.  

Hoje, já aos noventa anos, após ultrapassar o Cabo da Boa Esperança, por ser um marinheiro experiente.

Irei navegar de novo, mas sentado na proa enquanto meu filho comanda, eu tomo conta das grandes ondas.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 Suponho que deixarei de amar só após deixar de viver. Quando tinha trinta anos, amei uma mulher que tinha setenta e cinco anos, e nunca tive o que reclamar, pelo contrário, ela me amava tanto que até tinha dó, sempre querendo me agradar com presentes caros.

O qual nunca aceitava. Falava para ela que não eram os presentes dela que me conquistavam, era o seu lindo corpo e a sua bondosa e carinhosa alma que eu amava. Fiquei com ela até o dia de um acidente fatal que seifou sua vida com o automóvel que ela conduzia. Foi uma grande companheira, uma dama, uma linda mulher inteiramente. De alma pura e bondosa, uma verdadeira dama. Hoje, há muitos anos, passou. Dela, ainda sinto saudades.
Fez de mim um homem confiante.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.

domingo, 12 de julho de 2026

 O veleiro e o azul celestial:

Nessa tela fluida de um mar sem fim!

Onde o azul se faz altar.

Desliza um corpo  de branca quilha cujo único destino é navegar.

Não há fronteira entre a água e o céu, tudo é espelho, de um tom sagrado.

Um azul celestial, profundo e puro. Onde o próprio tempo parece parado.

O vento sopra sutil e leve, beija as velas que o peito estufa com o veleiro em sua dança.

Mansa as dores do mundo, apaga e abafa, ir em frente é sua sina sem pressa alguma de aportar.

Pois quem conhece esse azul divino, sabe que a vida é só se entregar sobre as verdes ondas do mar.

A alma voa como a gaivota que às vezes pousa na ponta do mastro para descansar.

Sua única companheira, a gaivota branca sobre o azul celestial. 

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 


domingo, 28 de junho de 2026

 Os importantes.

Com o tempo, pude notar certas pessoas que para mim eram importantes.

De almas bondosas por dentro das suas elegâncias.

Para mim, custou caro manter intacto o vidro que por dentro virou estilhaços.

O mundo aplaude a moldura enquanto a tela no escuro desbota. Pintam-se.

Dias de cores vibrantes, para cobrir de cinzas o que a alma  chora.

Colecionam-se olhares distantes de quem vê a capa, mas não lê a história.

Mas cansa o papel, desse momento de engolir o grito e fingir calmaria, pois nem um aplauso.

Cura o tormento de ser apenas o rascunho de uma lágrima na solitude de um coração transbordando de emoção.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

Muitos religiosos me deixam confuso sobre Deus.

Não quero acreditar que é Deus quem faz guerras, terremotos, maremotos e muitos outros fenômenos da natureza. Acho que Deus não faz maldade aos seus filhos, para que eles paguem os seus pecados. 

Deus é misericordioso, um ser bondoso que só faz o bem. Quem faz o mal é o diabo. Este sim, apoderou-se. Da maioria dos homens, principalmente dos mais poderosos que assumem os maiores cargos políticos.

E  se transformam nos Deuses dos poderes. Estes sim, só fazem o mal. E não Deus que só faz o bem.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias,

 contos e versos.

Araruama.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Muita gente almeja um sonho a realizar, comprar um par de alianças e na igreja com ela se casar. Senti o mesmo desejo, meu sonho realizei, comprei um par de alianças, feliz na igreja com ela casei, mas durou pouco a nossa união, sofri como um louco a nossa separação, mas não  lamentarei a nossa separação, o destino assim quis, não é um par de alianças que faz um casal feliz.

 

Isto são coisas do meu pensamento:

O artificial é um modo representativo da mente humana.

Seja uma peça teatral ou uma escultura, ou qualquer outra que faça parte do invencionismo.  

São criações de pessoas que merecem os direitos preservados de suas obras. Mesmo que exista discordância sobre o gênero, penso eu que todas as coisas podem ser modificadas para o seu aperfeiçoamento. Exemplo. A inteligência artificial está sendo uma coisa boa, criativa de um novo modo de ensinamento geral. Acho que ela veio para ficar, tenho a certeza de que ela, mesmo sendo boa, vai querer se aperfeiçoar cada vez mais.

Escrito por José da Silva Caburé.

Araruama.

domingo, 21 de junho de 2026

 Meus pensamentos:

O que adianta os sábios, a cada época, descobrirem coisas boas para a humanidade?

Ao mesmo tempo, em todo setor industrial, laboratorial, espacial, descobrir e fabricar artefatos que conseguem destruir a Terra? Enquanto as nações juntas não derem as mãos, para mim, estes sábios têm um cérebro do maior inimigo de Deus. Apropria-se da inteligência do satanás. Penso que foi o próprio homem quem destruiu todos os planetas onde um dia foi sua morada. Penso que essa vontade de retornar em naves espaciais está no gene do homem. Uma fagulha de lembrança de um passado bem distante de um espírito interplanetário. Homens sábios, tenham em mente que todos os minerais da terra vão ser extintos. Basta um deles, a água. Sem ela não haverá oxigênio, sem ele nem o fogo existirá. Não queiram destruir o seu último habitat.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


sábado, 13 de junho de 2026

 Texto argumentativo (expositivo)

Amigo, esta sua pergunta para mim é fácil de responder.

Você diz estar apaixonado pela filha do seu patrão, um homem rico e famoso pelas empresas que possui.

Vou lhe dar a minha opinião: a água não se mistura com o óleo, a não ser usando a química, o solvente.   Qual é a aguarrás? Só assim ficará famoso como sendo um jogador de futebol. Até poderá se casar com a filha do casal, entrar para a família. Poderá frequentar a sociedade, frequentar o Iate Clube, quem sabe até o mais famoso e fechado, o Country Clube. Quem te viu e quem te verá. Um escurinho desse, mas sobe bem mais alto. Amigo, te respondi os seus desejos, porque por um tempo frequentei este meio. Não como amigo da família, mas como serviçal. Deles não tenho nada a reclamar. Só me deram mais confiança porque convivi momentos que valorizaram a minha existência de um homem simples, mas honesto.

Neste período, aprendi a valorizar o meu caráter, aprendendo muito mais do que eu sabia. Compreendi que o oceano tem tantas gotas impossíveis de serem contadas. Como também uma pessoa rica roubar talheres de prata de uma outra amiga. Demonstrando uma alegria como se fosse uma menina recebendo como presente uma linda boneca. E dos filhos não revelarei nada, porque principalmente as mães os defendem com unhas e dentes.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

 Hoge, lembrei de você, passarinha.

Você estava  em sua gaiola, quando me avistou, começou a andar agitada para lá e para cá.

Eu só te olhava, mas se você soubesse o que eu sentia, eu só não entrei na sua gaila porque,

Eu não devia fazer alguém sofrer como eu já sofri.

Mas valeu a pena, passarinha. Fiquei feliz vendo em sua ânsia, também me querendo, como eu sempre te quis. Mas o querer, às vezes, é coisa impossível. Sabe, passarinha, a minha vida sempre foi uma  poesia. Já fui acadêmico, frequentei maçonaria, centro espírita, tive algumas profissões. Hoje, aposentado. A única coisa que guardo em meu coração é acreditar que Deus está em todos os lugares, nas árvores, nos rios, nos mares. Este sim é o dono do universo.

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.



terça-feira, 12 de maio de 2026

 Se tiveres vontade de me ver, procure-me no jardim da solidão.

Com isso, não quero afirmar que vivo em solitude.

Às vezes esqueço do meu corpo, sentado neste banco do jardim.

O casal que habita o meu corpo foi passear entre as flores do jardim.

Quando eles voltam, acordo, abro meus braços, bocejo, espreguiço-me,

Respiro forte, sentindo a fragrância do jasmim. Só aí que vou apreciar, 

Os movimentos dos passarinhos. Os beija-flores vagueiam entre todas,

Beijando aqui e acolá. O João-de-barro, pensativo, por onde o vento vai soprar. 

Norte, ou sul, leste ou oeste? Tenha a certeza de que ele lembrará. O bentivi, sempre a acusar.

Sem poder provar. O sabia sempre pedindo piedade, senhor, piedade, sinhá. O merro traz um

Recado do patrão: "Pião, o patrão falou: é tempo de plantar, finca, finca, que eu arranco.

É assim que esses passarinhos cantam. 

Escrito por José da Silva Caburé: poesias, contos e versos.

Araruama.

domingo, 3 de maio de 2026

 Aqui é minha morada, foi aqui  que nasci para a vida de um escritor, querendo criar asas e ter pena nas pontas dos dedos. Querendo alçar, vou. Cada vez mais alto, que as cordilheiras andinas, até a Argentina.

Fronteira as terras brasileiras, cruzando do Iapóque ao Chuí. Do pico da Neblina ao pico da Bandeira, tudo em terras brasileiras. Minas Gerais, a divisa de Vitória, Espírito Santo. 

Escrito por José da Silva, contos e versos. Felizmente, faço parte deste universo. Google, meu abrigo.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

 A maioria dos homens de antigamente Eles eram ensinados pela sua mãe

desde pequenino a fazer tudo o que a sua mai fazia.como cozinhar, lavar roupas e passar.

Remendar e pregar botões.limpar casa, lavar as roupas, dar banho no filho renascido e trocar as fraldas.

Um dia perguntei a minha mãe, isto não é serviço de mulher mamãe? 

Filho nos somos pobres. Isto servira para você quando casar e a sua mulher tiver o seu primeiro filho.

Como somos pobres, será você que ira fazer tudo, cozinhar lavar e passar as roupas, limpar a casa,

dar banho em seu filho e trocar as fraudas. Busca a boneca que deveria ser da sua irmã falecida Mirtes,

que vou te ensinar a dar banho e trocar as fraudas do seu primeiro filho. Foi assim que aprendi tudo

com minha mãe. Hoje as coisas mudaram, o mundo evoluía, mas acho que isto faz parte do amor, entre as partes, assim se forma uma família estruturada. Fiz tudo isto que minha mãe ensinou-me, com muito amor e carinho, porque amo a quem sempre me amou. 

Escrito por José da silva caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

 Por ti y por tu amor, yo víveres, yo víveres, porque te recuerdo con honor,

  y com clamor.y com básion, sempre em mi vida estarás. Tu sempre aqui sempre por sempre. 

Estar en mí. Recuerdo, vivirás gloria por siempre y fervor. Por ti, por tu amor. Hoy te honró amor. 

A ti ya Dios y yo pediré por ti. Tú velarás por mí. Y juntos a Dios en paz.

El toque del silêncio.  



Há oitenta anos, o campo era habitado.

Não se percorria duzentos metros sem ouvir um cão latir ou um galo cantar.

As favelas começaram no Rio de Janeiro,  após a escravidão.

Mais tarde, um certo governante fez um decreto para esvaziar o campo.

Onde os moradores terceirizados moravam, cada morador tinha um hectare de terra.

Ao redor do seu rancho, onde tinha uma horta, uns pés de café, uma moita de cana para fazer o café.

Um chiqueiro tendo uma porca criadeira, alguns leitões, no pasto podia ter uma cabrita para dar leite para as crianças. Quando o patrão precisava dos serviços do terceirizado, ele o contratava, a diária da época era um quilo de gordura  ou toucinho. Acabando o serviço do dono das terras, ele ia fazer o dele para plantar a terça com o dono das terras. Hoje está tudo mudado, o campo está vazio, até a casa grande está em ruína.

Os pastos sujos, porque o salário é alto comparado à renda das terras e o adubo é caro, não compensam porque ficará bem mais caro que ser comprado no supermercado. Eu estou escrevendo isto porque nasci e vivi no campo, nesta época ninguém passava fome nem dormia debaixo de marquises. Falo com toda certeza: se tivermos um governante que retornasse todos para o campo, muitos de quem são moradores em favelas voltariam para o campo, o Brasil ganharia tendo os rios mais limpos e as moradias irregulares em lugares perigosos. O campo produzia para sustentar a todos que voltaram e ainda sobraria para ser vendido ou trocado, como agiam antigamente. Quando eu era criança, com oito anos, saía de madrugada com um cesto de pães, percorria mais de vinte e quatro quilômetros vendendo pães. Quando não tinha o dinheiro, eu trocava por ovos ou um franguinho e voltava o troco. Quando voltava, vinha apanhando o que tinha comprado, voltava com o dobro do peso. Isto acontecia todos os sábados. Até que aos dezessete anos fui servir à pátria. Desabafo de José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.