O poder após o poder de Deus:
Sei que sou um homem, mas nada do que é humano me é indiferente ou estranho.
Entre a cruz e a espada, está a morte, com sede do sangue humano, de um corpo profano.
Sobre o poder de um tirano, que sente prazeres em ver o seu argos sofrer sob o seu poder.
Só se satisfaz quando ele perecer.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.
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