Um som à meia-luz.
Um som a meia-luz, solado em um bandolim e um violão, um traçado de anis, junta amiga solidão.
Vá, saudade, sobre esta vibração desta bela canção, propague sobre os vales e montanhas, atravessa os mares, de volta sobre o mundo, e volte na cauda de um cometa, enche o espaço sideral de estrelinhas, e caia sobre mim adormecido na relva desta madrugada fria, deste imaginário pensante.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos & versos.
Araruama, 25/12/2024.
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