Em mim, existe um órgão que não descansa, ele sempre está atento, até quando durmo.
Às vezes, me sinto cansado com tantos pensamentos confusos. Acordo, bocejo, empunho a caneta.
Escrevo para que não me esqueça dos sonhos. Acho que estou precisando de uma analista, ou de uma alquimista, que me revele se tudo é real, ou só sonhos, de outras vidas do passado, de outro planeta, de uma galaxia ainda não descoberta. Às vezes, sismo, que pode ser influência de Morfo, o filho do Hipno,
Deus dos sonhos, Morfeu.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama.