domingo, 1 de junho de 2025

 Em mim, existe um órgão que não descansa, ele sempre está atento, até quando durmo.

Às vezes, me sinto cansado com tantos pensamentos confusos. Acordo, bocejo, empunho a caneta.

 Escrevo para que não me esqueça dos sonhos. Acho que estou precisando de uma analista, ou de uma alquimista, que me revele se tudo é real, ou só sonhos, de outras vidas do passado, de outro planeta, de uma galaxia ainda não descoberta. Às vezes, sismo, que pode ser influência de Morfo, o filho do Hipno,

Deus dos sonhos, Morfeu.  

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


quinta-feira, 24 de abril de 2025

 A querida florzinha desejada pelo seu néctar.

Quantas recordações você me traz das longas madrugadas.

Tendo você ao meu lado, o meu coração amargurado. 

Por não poder, tela entre os meus braços.

A ramada que te prendia, os meus braços não o alcançavam.

Teve um dia que a tristeza me invadiu, por ver um gavião,

em seu bico te levou. Só restou o perfume da flor que o beija-flor amou.   

Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.


terça-feira, 22 de abril de 2025

 O universo sempre existiu, o tempo é só uma imaginação do infinito.

 A terra possui grande tecnologia com artefatos imagináveis, mas continua na era primária.

 Onde se aprende o bê a bá. Na civilização passada, que construíram as piramides, e outros.

Grandiosos monumentos, eles existiram, mas não eram seres de outra galaxia, eram terráqueos.

Que deixaram de existir. Como foram outras nações, antes deles, muitos tiveram tempo de serem sepultados, a maioria carbonizada, pela sua própria tecnologia. Que talvez os terráqueos não consigam.  

Obtê-las. Não existem outros seres a não ser os terráqueos. A terra é a única morada de todas as eras, presente e futura. Tudo que existe no firmamento faz parte do equilíbrio da terra, fazendo as estações. Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.

Araruama.

sábado, 19 de abril de 2025

 Quem dera, fossemos como o sol e a lua, viveríamos na eternidade.

Porém, através desta luz, revela-se a minha imaginação de toda a minha existência.

Eu, sendo um simples grão de areia dominado pelo vento. Assim, penso sem contestação.

Quem fez o universo, fez em pensamentos, ordenando com palavras, faça-se a luz.

Ouve uma grade explosão, formando os planetas, o sol, a lua e as estrelas, a terra, a água, o fogo, o vento.

Que ajam as vidas, que reine a humanidade.

 Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.


segunda-feira, 14 de abril de 2025

 Ó, lua cheia de graça, tu és a Rainha namorada do rei dos astros.

Se eu pudesse, faria uma escada, como Noel tentou fazer uma torre para ir ao céu.

Se eu conseguisse, pediria ao senhor a mão da lua. Jogaria o Jorge do seu cavalo. 

Te colocava na garupa, íamos passear entre as estrelas.

Beijava suas mãos, colocava de novo na cela, mandava você entregar o Jorge. 

Só assim poderia continuar te observando todas as noites de lua cheia e as estrelas a brilharem.

Escrito por José da Silva Caburé.

Araruama.


sábado, 5 de abril de 2025

 Coisas que são muito transparentes quando são perdidas.

São difíceis de serem encontradas, por ser muito transparente.

 A transparência é como ar, Deus, são coisas que a visão não vê.

Mas elas existem em pensamentos.

Escrito por um pensador, sem eira nem beira, quanto mais tribeira.

Sou como o pedreiro Valdemar, que faz muitas casas e não tem casa para morar.

Araruama.


quarta-feira, 19 de março de 2025

 Recanto do amor; escrito pelo pensador.

Quem tem uma nascente, vive contente.

Quem se alegra mais, é quem tem uma cascata.

Que desce de uma pedreira entre a mata.

Os pássaros se alegram entre as folhas.

O ar tem o perfume das flores.

Aqui se acoberta do frio, entre dois corpos que geram calor.

Sítio, recanto do amor.

segunda-feira, 17 de março de 2025

 Do ferro. Ao asso. Assim fui forjado, com minério de ferro e manganês. Eu e você somos Ímãs, gruda e cola.

 Vivendo vendo a vida passar.

Chutando as pedras dos caminhos por onde passo.

Sentindo o sangue a jorrar, a vida é uma rede de arame farpado.

Deixou o meu corpo marcado, esta foi a maneira de como fui criado.

Fez de mim um homem amoroso e educado, que ama e quer ser amado!

Poxa, foi a melhor escolha que já fiz até hoje, em você só vejo beleza de alto a baixo.

É uma bela estátua esculpida por Deus.

 Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos & versos. 

Araruama.

sábado, 15 de fevereiro de 2025

 Um poeta que perdeu a inspiração e revoltou-se com a vida.

Ele chegou a uma conclusão, que ninguém é dono de nada.

Nem da sua própria casa, ele compra e paga à vista e todos os anos paga I P T U. por toda a vida.

Se for só um terreno, paga o imposto territorial por toda a vida.

Até quando falecemos, tudo que você sacrificou por toda a vida, o governo leva à metade.

Se neste terreno você perfurar um poço artesiano, a rede de água coloca um edômetro.

Eu, quando falecer e houver a reencarnação, o meu desejo é ser encarnado em um cavalo, ou um jumento.

Quando eu estiver pastando e alguém me chicotear, levar mordidas e muitos coices, e vou relinchar.

Escrito por José da Silva Caburé


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