Redação ;confissão de uma amiga;
Minha querida amiga, esta confissão
Que você me fez, demonstra a confiança
Que você tem por mim,
Eu li dou um concelho, não fiquei triste,
Pois não existe mulheres fria e que não
Sinta prazer, cada uma tem o seu ponto G
O seu marido e que não esta sabendo li
Acariciar sem preconceito, converse com
Ele faça com ele tudo o que você gostaria
Que ele fizesse com você, se não der certo
Troque de marido.
Obrigado pela a confiança .
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 07/01/2016.
José da Silva agradece pelas visitas. Desculpas pelos erros de português, estamos trabalhando para melhorar!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
para os inteligentes;
Antigamente tinha um homem muito rico
Que morava em um castelo,
e gostava de fazer charadas aos seu
Serviçais, se não decifrarem seria
castigado, preso sem agua e sem comida,
Ate que ele respondesse ou não, acabava
Morrendo, mais tinha um sitiante pobre
mais muito inteligente, que sabendo das
sua barbares foi falar com ele que parasse
Com aquela maldade, o homem revoltado prendeu
O pai dele, e falou se você me fazer uma
Charada e eu não responder eu soltarei o seu
Pai, ele ficara sem beber e sem comer ate que
Você me traga esta charada,
o sitiante pois a pensar, a sua mãe estava de
Resguardo de uma irmã e dava muito leite, e ele
Tinha uma égua nos dias de parir, ele pensou e
Chegou a uma conclusão foi ao ricaço e propôs a
Ele para deixar a sua mãe ir visitar o marido duas
Vezes ao dia, ele concordou mais falou que a mulher
Tinha que ser revistada ele concordou, e chegando em
Casa estruio a sua mãe para ir duas vezes visitar o
Marido e dar de mamar a ele, demorou ele dar a resposta,
Só depois de seis meses, pois ele tinha matado a égua e
Retirado o cavalinho e criou ele ate os seis meses de idade,
retirou um pedaço do couro da égua e fez um cabresto e uma
Tala, e montou no cavalinho e foi ao castelo do homem mão
e o chamou, senhor, eu trago nas mãos o que foi mãe,
Montado no que não foi nascido, alimentou um filho oleio
Marido da minha mãe, e o homem mão não conseguindo decifrar
A charada teve que soltar o seu pai,
você decifrava se eu não tivesse contado toda a história,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 06/01/2016.
Antigamente tinha um homem muito rico
Que morava em um castelo,
e gostava de fazer charadas aos seu
Serviçais, se não decifrarem seria
castigado, preso sem agua e sem comida,
Ate que ele respondesse ou não, acabava
Morrendo, mais tinha um sitiante pobre
mais muito inteligente, que sabendo das
sua barbares foi falar com ele que parasse
Com aquela maldade, o homem revoltado prendeu
O pai dele, e falou se você me fazer uma
Charada e eu não responder eu soltarei o seu
Pai, ele ficara sem beber e sem comer ate que
Você me traga esta charada,
o sitiante pois a pensar, a sua mãe estava de
Resguardo de uma irmã e dava muito leite, e ele
Tinha uma égua nos dias de parir, ele pensou e
Chegou a uma conclusão foi ao ricaço e propôs a
Ele para deixar a sua mãe ir visitar o marido duas
Vezes ao dia, ele concordou mais falou que a mulher
Tinha que ser revistada ele concordou, e chegando em
Casa estruio a sua mãe para ir duas vezes visitar o
Marido e dar de mamar a ele, demorou ele dar a resposta,
Só depois de seis meses, pois ele tinha matado a égua e
Retirado o cavalinho e criou ele ate os seis meses de idade,
retirou um pedaço do couro da égua e fez um cabresto e uma
Tala, e montou no cavalinho e foi ao castelo do homem mão
e o chamou, senhor, eu trago nas mãos o que foi mãe,
Montado no que não foi nascido, alimentou um filho oleio
Marido da minha mãe, e o homem mão não conseguindo decifrar
A charada teve que soltar o seu pai,
você decifrava se eu não tivesse contado toda a história,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 06/01/2016.
Redação; o matuto também pode ser um doutor;
Ele faz parto em vacas e cabritas,
castra bois e cavalos de três maneira,
Retirando o escroto, de volta e cortando
Os tendões sem tirar sangue,
Sabe curar uma bicheira, e combater as pragas,
ele sabe da boa lua para plantar,
ele conhece a terra fértil,
Para ele viver só precisa comprar o sal e o pano
Para fazer as vestes, o resto as mulheres faz,
Da mandioca se faz a farinha e o polvilho
Do milho fase o fubá e a canjiquinha e a maisena
Só não faz o óleo porque não tem o maquina rio,
Mais do porco faz se a gordura carne e torresmo,
Da cana faz se o melado, a rapa dura e o açúcar
mascavo,e uma boa aguardente,
Do leite faz se os queijos, Minas prato e mussarela
E manteiga de garrafa,
para iluminar usa o azeite e velas feito por eles mesmos,
Se quer peixe vai ao açude apanhas uma trairá bagrê ou uma
Cambeva,
E sempre tem um franguinho na panela,
Se ele quer transporte usa um cavalo ou uma égua,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 06/01/2016.
Ele faz parto em vacas e cabritas,
castra bois e cavalos de três maneira,
Retirando o escroto, de volta e cortando
Os tendões sem tirar sangue,
Sabe curar uma bicheira, e combater as pragas,
ele sabe da boa lua para plantar,
ele conhece a terra fértil,
Para ele viver só precisa comprar o sal e o pano
Para fazer as vestes, o resto as mulheres faz,
Da mandioca se faz a farinha e o polvilho
Do milho fase o fubá e a canjiquinha e a maisena
Só não faz o óleo porque não tem o maquina rio,
Mais do porco faz se a gordura carne e torresmo,
Da cana faz se o melado, a rapa dura e o açúcar
mascavo,e uma boa aguardente,
Do leite faz se os queijos, Minas prato e mussarela
E manteiga de garrafa,
para iluminar usa o azeite e velas feito por eles mesmos,
Se quer peixe vai ao açude apanhas uma trairá bagrê ou uma
Cambeva,
E sempre tem um franguinho na panela,
Se ele quer transporte usa um cavalo ou uma égua,
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 06/01/2016.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Redação; não quer dizer que não exista amizade sincera
O ser humano é muito complicado,
Alguns se aproximarão de você por ter algum interesse,
Outros finge amizade, te cumprimenta mostrando os dentes,
Mais neles estão pingando o veneno de uma serpente,
Se você frequenta alguma sociedade existe fôfocas por
todos os lados, alguns diz que você é metido e cafona e
Não ter linha, outros diz que você bajula para ser notado.
isto não acontece só com você,eles atira uns contra os outros,
Você é criticado ate se você for calado e mais isolado.
Eu sou diferente, tenho a minha personalidade forte,
Não tolero ouvir discursos de quem for ate de um sacerdote
eu sou intuitivo,sei se estou sendo bem vindo, ou estão me
Recebendo por educação, sem magoar ninguém vou mi retirando
Cumprimentando a todos com esmera educação, e com respeito
As mulheres por elas ter recebido de Deus a ser incumbente
De povoas a terra, beijo li as mãos.
Escrito por José da silva , contos & versos;
Araruama; 05/01/2016.
O ser humano é muito complicado,
Alguns se aproximarão de você por ter algum interesse,
Outros finge amizade, te cumprimenta mostrando os dentes,
Mais neles estão pingando o veneno de uma serpente,
Se você frequenta alguma sociedade existe fôfocas por
todos os lados, alguns diz que você é metido e cafona e
Não ter linha, outros diz que você bajula para ser notado.
isto não acontece só com você,eles atira uns contra os outros,
Você é criticado ate se você for calado e mais isolado.
Eu sou diferente, tenho a minha personalidade forte,
Não tolero ouvir discursos de quem for ate de um sacerdote
eu sou intuitivo,sei se estou sendo bem vindo, ou estão me
Recebendo por educação, sem magoar ninguém vou mi retirando
Cumprimentando a todos com esmera educação, e com respeito
As mulheres por elas ter recebido de Deus a ser incumbente
De povoas a terra, beijo li as mãos.
Escrito por José da silva , contos & versos;
Araruama; 05/01/2016.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
O cara ela sabe muito mais;
longe bem distante onde a
Vista não alcança, e la que
Mora o desejo e a saudade,
Que vive a me torturar,
Ela e uma mulher linda já
De uma certa idade,
Sabe de tudo do amor,ninguém
Sabe mais,ela aprendeu tudo
Na sua mocidade,ela responde
Destes seus carinhos já vivo
Cansada,sou uma mulher vivida
Eu posso li ensinar muito mais,
E verdade amigo,eu também sou um
Homem bem vivido, e compreendo o
Que ela li fala,
Ninguém a conquista
Com essas palavreados baratos,
Pois o que ela quer é só ser amada,
o resto será só consequência mais
No amor ,todos os carinhos serão
Bem vindos, assim ela será conquistada.
viveras feliz e bem amada.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 04/01/2016.
longe bem distante onde a
Vista não alcança, e la que
Mora o desejo e a saudade,
Que vive a me torturar,
Ela e uma mulher linda já
De uma certa idade,
Sabe de tudo do amor,ninguém
Sabe mais,ela aprendeu tudo
Na sua mocidade,ela responde
Destes seus carinhos já vivo
Cansada,sou uma mulher vivida
Eu posso li ensinar muito mais,
E verdade amigo,eu também sou um
Homem bem vivido, e compreendo o
Que ela li fala,
Ninguém a conquista
Com essas palavreados baratos,
Pois o que ela quer é só ser amada,
o resto será só consequência mais
No amor ,todos os carinhos serão
Bem vindos, assim ela será conquistada.
viveras feliz e bem amada.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 04/01/2016.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Redação; eu sou assim, não paro em nem um lugar,
Eu sou um pequenino grão de areia,
Que também faz parte do mundo,sou tão pequeno
Que sou levado pelo o vento, e deixado em qual
quer lugar, só ficando inerte quando não a vento
Para me levar,vivo de léu a léu, já fui pertinho
Do céu, voltando caindo lenta mente, e caindo em
Qualquer lugar,tem vês que vou agarrado na sola de
Um sapato, hoje estou aqui, mais daqui a pouco não
sei,veja só esta acontecendo outra vês,o vento vem
forte, só sabe Deus onde vou parar esta é a minha
Sina, eu sou como o raio, que nunca cai no mesmo
lugar, a Deus fui.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 03/01/2016.
Eu sou um pequenino grão de areia,
Que também faz parte do mundo,sou tão pequeno
Que sou levado pelo o vento, e deixado em qual
quer lugar, só ficando inerte quando não a vento
Para me levar,vivo de léu a léu, já fui pertinho
Do céu, voltando caindo lenta mente, e caindo em
Qualquer lugar,tem vês que vou agarrado na sola de
Um sapato, hoje estou aqui, mais daqui a pouco não
sei,veja só esta acontecendo outra vês,o vento vem
forte, só sabe Deus onde vou parar esta é a minha
Sina, eu sou como o raio, que nunca cai no mesmo
lugar, a Deus fui.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 03/01/2016.
sábado, 2 de janeiro de 2016
Redaçã; a gente faz cada burrada e depois se arrepende;
Eu já não sei o que faço, depois que você foi embora,
Hoje a minha alma chora a saudade de você,
Não me acostumei a viver sozinho, as vezes fico pensativo,
Qual foi o motivo, da nossa separação, procuro e não acho
Nada que tenha razão, eu não seio que dizer,
Hoje continuo a fazer os meus versos, mais confesso não
São como antes, as pessoas que os lia começava só rindo
E acabava chorando, das lindas poesias, que tocava o
Coração,, Eras versos bonitos, que falava de um amor
Eu agora não sei o que vou fazer, só
Tem um jeito vamos esquecer tudo o que foi dito, é isto
Que devemos fazer,voltar a Estarmos juntos, minha flor,
Meu jardim meu paraíso. por favor, não rir da minha fraqueza
Pois com certeza você também já sofreu ou esta sofrendo pelo o
Amor de uma mulher. pois é a dor mais doida que já senti na
minha vida eu não quero mais sofrer.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 02;01;2016.
Eu já não sei o que faço, depois que você foi embora,
Hoje a minha alma chora a saudade de você,
Não me acostumei a viver sozinho, as vezes fico pensativo,
Qual foi o motivo, da nossa separação, procuro e não acho
Nada que tenha razão, eu não seio que dizer,
Hoje continuo a fazer os meus versos, mais confesso não
São como antes, as pessoas que os lia começava só rindo
E acabava chorando, das lindas poesias, que tocava o
Coração,, Eras versos bonitos, que falava de um amor
Eu agora não sei o que vou fazer, só
Tem um jeito vamos esquecer tudo o que foi dito, é isto
Que devemos fazer,voltar a Estarmos juntos, minha flor,
Meu jardim meu paraíso. por favor, não rir da minha fraqueza
Pois com certeza você também já sofreu ou esta sofrendo pelo o
Amor de uma mulher. pois é a dor mais doida que já senti na
minha vida eu não quero mais sofrer.
Escrito por José da silva, contos & versos;
Araruama; 02;01;2016.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Um coração sofrido:
Não quero mais sofrer por você, que sempre zombou de mim.
Jamais vou ser o seu fantoche, nem o pierrô ou o alecrim.
Enquanto eu chorava, você sorria de mim.
Este ano está se acabando, como você acabou comigo, mas depois das onze horas.
Não quero mais sofrer por você, que sempre zombou de mim.
Jamais vou ser o seu fantoche, nem o pierrô ou o alecrim.
Enquanto eu chorava, você sorria de mim.
Este ano está se acabando, como você acabou comigo, mas depois das onze horas.
Este novo ano será diferente, vou aprender a ser gente.
Não vou mais chorar por quem não mais existe em minha vida.
Não vou mais chorar por quem não mais existe em minha vida.
O menino que amava as borboletas:
Sim, eu amo as borboletas, desde criancinha.
Brincava com elas na beiro do rio, em um remanso de areias douradas como ouro.
Sentava debaixo de um grande pé de ingá, em um pequeno barranco onde meus pés tocavam areia.
Me encantava, com tamanha beleza, tinha borboletas de várias cores, predominavam as amarelas.
No meio delas tinha uma enorme borboleta-azul que, quando eu chegava, logo vinha pousar em meu braço. Ali ficava abrindo e fechando suas asas vagarosamente. As suas trombas percorriam todo meu braço, depois voava em minha volta, pousando na minha cabeça. Após muito tempo, ela ia embora sem se misturar com as outras. No último dia do nosso encontro, ela saiu do meio das outras para vir ao meu encontro. Neste momento, uma grande ave o apanhou, indo para cima de uma árvore e a devorou.
Chorei porque éramos amigos há vários anos, fui crescendo, me tornei um belo rapaz. Meu pai faleceu, eu assumi o seu lugar na fazenda. Um dia, fui à cidade comprar arame farpado para a construção de uma cerca. Parei de jipe na frente da casa de material de construção, ao saltar me esbarrei em uma bela mocinha de vestido azul, ela, quando olhou para mim, ficou surpresa e perguntou-me se já conhecemos. Falai que não, mas estava feliz por encontrar a mulher dos meus sonhos.
Ela só riu e falou: olha, eu sempre sonhei com um rapa parecido com você, perguntei se podemos procurar um lugar sossegado para conversarmos, sim, logo ali tem uma praça. Chegamos à praça, sentamos debaixo de uma frondosa árvore framboesa, onde avia um carrinho onde vendia sorvetes. Comprei para nós do mesmo sabor framboesa. Ficamos ali um bom tempo a conversarmos, falei minha idade, que somava trinta anos, sem ela perguntar, ela falou, eu tenho vinte e cinco. Neste momento, notei que ela tinha várias marcas nos braços e no rosto. Isto não afetava sua beleza, perguntei se seus pais ainda eram vivos, ela respondeu que eles já eram falecidos. E ela trabalhava em casa de uma família. A ela perguntei se queria se casar comigo, ela ficou encabulada.
Mas eu insisti até que ela concordou.
Pois não levou muito tempo estávamos casados, pois eu tinha a certeza de que eu tinha de novo não mais como amiga, e sim como minha mulher borboleta. Não vai demorar para encher as margens deste rio cheio de borboletinhas coloridas, felizes da vida.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama. 31/12/2015.
Sim, eu amo as borboletas, desde criancinha.
Brincava com elas na beiro do rio, em um remanso de areias douradas como ouro.
Sentava debaixo de um grande pé de ingá, em um pequeno barranco onde meus pés tocavam areia.
Me encantava, com tamanha beleza, tinha borboletas de várias cores, predominavam as amarelas.
No meio delas tinha uma enorme borboleta-azul que, quando eu chegava, logo vinha pousar em meu braço. Ali ficava abrindo e fechando suas asas vagarosamente. As suas trombas percorriam todo meu braço, depois voava em minha volta, pousando na minha cabeça. Após muito tempo, ela ia embora sem se misturar com as outras. No último dia do nosso encontro, ela saiu do meio das outras para vir ao meu encontro. Neste momento, uma grande ave o apanhou, indo para cima de uma árvore e a devorou.
Chorei porque éramos amigos há vários anos, fui crescendo, me tornei um belo rapaz. Meu pai faleceu, eu assumi o seu lugar na fazenda. Um dia, fui à cidade comprar arame farpado para a construção de uma cerca. Parei de jipe na frente da casa de material de construção, ao saltar me esbarrei em uma bela mocinha de vestido azul, ela, quando olhou para mim, ficou surpresa e perguntou-me se já conhecemos. Falai que não, mas estava feliz por encontrar a mulher dos meus sonhos.
Ela só riu e falou: olha, eu sempre sonhei com um rapa parecido com você, perguntei se podemos procurar um lugar sossegado para conversarmos, sim, logo ali tem uma praça. Chegamos à praça, sentamos debaixo de uma frondosa árvore framboesa, onde avia um carrinho onde vendia sorvetes. Comprei para nós do mesmo sabor framboesa. Ficamos ali um bom tempo a conversarmos, falei minha idade, que somava trinta anos, sem ela perguntar, ela falou, eu tenho vinte e cinco. Neste momento, notei que ela tinha várias marcas nos braços e no rosto. Isto não afetava sua beleza, perguntei se seus pais ainda eram vivos, ela respondeu que eles já eram falecidos. E ela trabalhava em casa de uma família. A ela perguntei se queria se casar comigo, ela ficou encabulada.
Mas eu insisti até que ela concordou.
Pois não levou muito tempo estávamos casados, pois eu tinha a certeza de que eu tinha de novo não mais como amiga, e sim como minha mulher borboleta. Não vai demorar para encher as margens deste rio cheio de borboletinhas coloridas, felizes da vida.
Escrito por José da Silva Caburé, poesias, contos e versos.
Araruama. 31/12/2015.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Redação; a pimenta;
Olhando um pé de pimenteira,
que estava madura bem vermelhinha
Eu adoro comer a pimenta,
A pimenta é ardente e me faz bem ,
pimenta igual a minha ninguém tem,
Rego ela todos os dias com amor e carinhos,
Tenho medo de perder a minha pimenteira
e ficar sozinho,
muitos outros tem a sua pimenteira mais nem
uma deve ser tão ardente como a minha.
Escrito por José da silva, em contos & versos;
Araruama, 29/12/2015.
Olhando um pé de pimenteira,
que estava madura bem vermelhinha
Eu adoro comer a pimenta,
A pimenta é ardente e me faz bem ,
pimenta igual a minha ninguém tem,
Rego ela todos os dias com amor e carinhos,
Tenho medo de perder a minha pimenteira
e ficar sozinho,
muitos outros tem a sua pimenteira mais nem
uma deve ser tão ardente como a minha.
Escrito por José da silva, em contos & versos;
Araruama, 29/12/2015.
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